Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.
Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Kadafi e a alegria mórbida do império
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:
Qualquer que seja a opinião sobre Muammar Khaddafi, ou sobre qualquer pessoa, é enojante ver uma pessoa ser covardemente assassinada, desarmada e ferida. O vídeo divulgado pelas tevês árabes o mostra vivo e cambaleante, sendo assassinado por um grupo armado. Não é um bom cartão de visitas para um movimento que se proclama democrático e defensor dos direitos humanos os quais afirmava que Khaddafi violava.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Armação dos EUA ou loucura do Irã?
Por Antonio Luiz M. C. Costa, na CartaCapital:
Ontem, 11 de outubro, o governo de Barack Obama anunciou ruidosamente a desarticulação de uma suposta conspiração de uma facção do governo iraniano para assassinar o embaixador da Arábia Saudita nos EUA e cometer outros atentados contra embaixadas sauditas e israelenses. Em represália, anunciou novas sanções contra Teerã.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Líbia e a visita dos conquistadores.
Texto de Mauro Santayana em seu blog
Com a arrogância de conquistadores em território ocupado, que lembra a visita de Hitler à França, em 23 de junho de 1940, Cameron e Sarkozy estiveram esta semana na Líbia. Há alguns meses, eles, com a cumplicidade de Obama e a genuflexão da ONU, lideraram a OTAN nos ataques aéreos ao país. Kadafi é tudo o que dizem dele. Megalômano, teria ordenado o atentado contra um avião de passageiros, que explodiu sobre Lockerbie, na Escócia, e matou 270 pessoas, em 1988, além de governar o seu povo com mão pesada. Kadafi não é inocente. Mas é um erro não admitir que ele usou dos recursos naturais do país, por ele nacionalizados, a fim de dar relativo bem-estar a seus compatriotas. Não só assegurou a assistência gratuita à saúde, em qualquer caso, como garantiu a educação de todos, incluída a universidade.
Com a arrogância de conquistadores em território ocupado, que lembra a visita de Hitler à França, em 23 de junho de 1940, Cameron e Sarkozy estiveram esta semana na Líbia. Há alguns meses, eles, com a cumplicidade de Obama e a genuflexão da ONU, lideraram a OTAN nos ataques aéreos ao país. Kadafi é tudo o que dizem dele. Megalômano, teria ordenado o atentado contra um avião de passageiros, que explodiu sobre Lockerbie, na Escócia, e matou 270 pessoas, em 1988, além de governar o seu povo com mão pesada. Kadafi não é inocente. Mas é um erro não admitir que ele usou dos recursos naturais do país, por ele nacionalizados, a fim de dar relativo bem-estar a seus compatriotas. Não só assegurou a assistência gratuita à saúde, em qualquer caso, como garantiu a educação de todos, incluída a universidade.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O fim da democracia Norte Americana.
Por Eliakim Araujo, no sítio Direto da Redação:
Não adianta Obama dizer que “dez anos depois os EUA estão muito mais seguros” porque verdadeiramente não estão. Os fatos estão aí para comprovar que a declaração do presidente não passa de uma frase de ocasião. Afinal, o que mais poderia dizer o inquilino da Casa Branca em um momento como este, em que a emoção toma conta do país de costa a costa, e a televisão não se cansa de rememorar passo a passo, sinistramente, os acontecimentos daquele Onze de Setembro, há dez anos?
É preciso dar uma injeção de ânimo numa sociedade que enfrenta hoje as maiores dificuldades econômicas desde a Grande Depressão dos anos trinta. Só assim se justifica a frase de Obama que está nas manchetes dos jornais deste domingo nos EUA.
O que aconteceu de imediato depois dos atentados de 2001 foi a entrada do país em duas guerras absolutamente desnecessárias e, sobejamente provado, declaradas com base em mentiras.
Guerras que, enquanto servem para enriquecer o complexo industrial-militar e as corporações ligadas à reconstrução dos países destruídos, levaram os EUA à (quase) bancarrota, como no recente episódio do aumento do teto do dívida, impagável, de, pasmem, mais de 14 trilhões de dólares, quando o governo declarou, para o mundo inteiro ouvir, que não teria dinheiro para pagar seus compromissos sociais e os juros da dívida.
Guerras que, além de perdas humanas (6.236 até este domingo, no Iraque e no Afeganistão), consomem recursos incalculáveis, que poderiam estar sendo empregados em setores deficientes como educação, pesquisa de energia limpa, combate ao desemprego e à pobreza, que atinge quase um sexto da população.
Mas, talvez, pior do que o colapso econômico, a queda das torres em NY há dez anos mostrou a vulnerabilidade da outrora maior potência do planeta, num item em que se auto-proclamavam campeões, o da democracia. Os acontecimentos posteriores aos atentados jogaram o país no fundo do poço nas questões dos direitos individuais e constitucionais.
A tão decantada democracia e o respeito aos direitos humanos foram substituídos pelas prisões ilegais, por tempo indeterminado, sem uma acusação formal contra suspeitos, cujos direitos constitucionais de ver um advogado ou parentes e amigos foram solenemente ignorados.
Na semana que passou, o site da CNN divulgou o artigo “Como o 11 de setembro deu início ao declínio de nossa democracia”, de Warren Vincent, diretor executivo do Centro de Direitos Constitucionais. Dele, transcrevo alguns trechos para a reflexão do leitor:
O 11 de setembro foi trágico de muitas maneiras, e marcou o início do declínio da democracia em nosso país...
Foi o dia em que começamos a deixar que o medo corroesse a nossa crença em nosso próprio sistema de governo, com todas as suas leis e tratados. Apostando no medo, nosso governo começou a operar fora da lei e, nesse processo, destruiu muito mais vidas do que aquelas perdidas nos ataques.
Nosso governo envolveu-se na vigilância e espionagem dos cidadãos, sem a aprovação judicial exigida por lei. A administração Bush fez mais do que isso, porém. Pouco depois de 11/09, autorizou a Agência de Segurança Nacional para escutar, sem um mandado, as chamadas telefônicas e outras comunicações eletrônicas de milhões de americanos, a maioria dos quais não eram suspeitos de praticar algum crime.
Depois de 11/09, o presidente Bush jogou pela janela os procedimentos legais, mantendo prisioneiros em Guantánamo sem acusação formal e sujeitando alguns deles a injustos tribunais militares. O presidente Obama alargou esse esses aspectos ilegais e injustos em Guantánamo. No início deste ano, ele assinou uma ordem executiva criando um sistema formal de detenção indefinida em Guantánamo e autorizou a formação de novos tribunais militares para os que lá estão detidos.
Nosso governo subcontratou corporações privadas, com pouca responsabilidade por suas ações, para conduzir interrogatórios e outros deveres exclusivos dos militares.
Escondeu os detidos em Abu Ghraib, em violação ao direito internacional e doméstico e os manteve afastados da Cruz Vermelha. E criou, na Baía de Guantánamo, um buraco negro legal que se tornou um símbolo mundial da maneira como o nosso país virou as costas aos direitos humanos e à lei.
No Centro de Direitos Constitucionais, vemos os rostos destas novas vítimas a cada dia. Nossos clientes são homens e mulheres apanhados em varreduras ilegais, de perfil racial definido, negociados por recompensas em aldeias distantes. Eles foram detidos indefinidamente, torturados e sofreram abusos. Suas vidas foram destruídas porque eles eram "os outros" e não merecem o nosso respeito, ou mesmo de nossas proteções.
Mas a democracia é a presunção de inocência. O direito ao devido processo legal e ao corpo de leis e acordos internacionais que foram cuidadosamente construídos ao longo dos séculos para proteger todas as pessoas da perseguição de autoridades arbitrárias.
E Warren Vincent assim conclui o artigo:
Talvez seja a hora de admitir que perdemos o nosso caminho e começar um novo.
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domingo, 4 de setembro de 2011
ONU inicia ataque a Israel em apoio a população.
Será essa a noticia que estampará a capa de jornais pelo mundo daqui a algum tempo?
Neste momento Israel está passando por uma onda de protestos tão grande quanto as que ocorreram no Egito e muito maior do que as ocorridas na Líbia.
No início de agosto centenas de milhares de manifestantes foram às ruas de uma cidade israelense. Eles exigiam mudanças, se diziam cansados da elite dominante e que o governo já não ouvia seu povo. O governo israelense esperava que os protestos de rua, fossem perder força e se dispersar, mas isso não aconteceu. Em agosto estimava-se que 300 mil pessoas de diferentes origens estavam solidarias com às manifestações em todo o país.
As manifestações não são organizadas por pobres ou desempregados. Revital Len-Cohen é uma mulher bem educada, uma advogada cujo marido trabalha no setor de tecnologia de ponta, que está crescendo rapidamente em Israel. Ela jamais havia pensado que estaria protestando das ruas. Mas Len-Cohen tem um filho jovem com sérias dificuldades de aprendizado. Por causa disso, ela teve que deixar o trabalho e recebe pouco ou quase nenhum auxílio do Estado. Esse, ela diz, é o motivo pelo qual passou uma semana em uma pequena barraca na rua.
"Eu estou realmente desesperada. Este é um país onde nós pagamos nossos impostos e fazemos o nosso melhor, mas agora estamos em uma posição em que eu estou tendo que implorar (dinheiro) para meus pais para sobreviver", disse à BBC, enquanto se sentava sob o sol do meio-dia.
Milhares de israelenses foram novamente às ruas neste sábado em protesto contra o aumento do custo de vida no país. Cerca de 250 mil pessoas se juntaram às manifestações em Tel Aviv, Jerusalém e Haifa. Diante disso o governo no primeiro-ministro Binyamin Netanyahu criou um comitê para examinar os pedidos de reforma, em resposta às reivindicações populares.
No entanto, ele afirmou que não poderá atender a todas as demandas dos manifestantes.
O maior protesto do sábado, parte do que os organizadores chamaram de "Passeata de um milhão de homens", aconteceu na capital, Tel Aviv.
"Eles nos disseram que o movimento estava parando. Hoje estamos mostrando que é o oposto. Nós somos os novos israelenses, determinados a continuar a luta por uma sociedade melhor e mais justa", disse o presidente do sindicato dos estudantes, Itzik Shmuli, à multidão.
Segundo o correspondente da BBC, a dimensão dos protestos surpreendeu o governo
Cartazes exibidos pelos manifestantes diziam "Uma geração inteira quer um futuro" e "É a terra do leite e do mel, mas não para todos".
Um dos organizadores dos protestos disse à BBC que o país transferiu atenção excessiva para as questões se segurança.
"Todas as pessoas que não sao ricas em Israel, não importa se são secularistas ou religiosas, velhas ou jovens, sabem que nós abandonamos batalhas importantes neste país, como a economia, e que só estamos lidando obsessivamente com problemas de segurança."
Após a leitura deste pequeno texto e vendo a luta de um povo por melhoria na sua condição social e tendo uma resposta negativa do governo, e inevitável não se perguntar:
Quando EUA e ONU bombardearam Israel?
Neste momento Israel está passando por uma onda de protestos tão grande quanto as que ocorreram no Egito e muito maior do que as ocorridas na Líbia.
No início de agosto centenas de milhares de manifestantes foram às ruas de uma cidade israelense. Eles exigiam mudanças, se diziam cansados da elite dominante e que o governo já não ouvia seu povo. O governo israelense esperava que os protestos de rua, fossem perder força e se dispersar, mas isso não aconteceu. Em agosto estimava-se que 300 mil pessoas de diferentes origens estavam solidarias com às manifestações em todo o país.
As manifestações não são organizadas por pobres ou desempregados. Revital Len-Cohen é uma mulher bem educada, uma advogada cujo marido trabalha no setor de tecnologia de ponta, que está crescendo rapidamente em Israel. Ela jamais havia pensado que estaria protestando das ruas. Mas Len-Cohen tem um filho jovem com sérias dificuldades de aprendizado. Por causa disso, ela teve que deixar o trabalho e recebe pouco ou quase nenhum auxílio do Estado. Esse, ela diz, é o motivo pelo qual passou uma semana em uma pequena barraca na rua.
"Eu estou realmente desesperada. Este é um país onde nós pagamos nossos impostos e fazemos o nosso melhor, mas agora estamos em uma posição em que eu estou tendo que implorar (dinheiro) para meus pais para sobreviver", disse à BBC, enquanto se sentava sob o sol do meio-dia.
Milhares de israelenses foram novamente às ruas neste sábado em protesto contra o aumento do custo de vida no país. Cerca de 250 mil pessoas se juntaram às manifestações em Tel Aviv, Jerusalém e Haifa. Diante disso o governo no primeiro-ministro Binyamin Netanyahu criou um comitê para examinar os pedidos de reforma, em resposta às reivindicações populares.
No entanto, ele afirmou que não poderá atender a todas as demandas dos manifestantes.
O maior protesto do sábado, parte do que os organizadores chamaram de "Passeata de um milhão de homens", aconteceu na capital, Tel Aviv.
"Eles nos disseram que o movimento estava parando. Hoje estamos mostrando que é o oposto. Nós somos os novos israelenses, determinados a continuar a luta por uma sociedade melhor e mais justa", disse o presidente do sindicato dos estudantes, Itzik Shmuli, à multidão.
Segundo o correspondente da BBC, a dimensão dos protestos surpreendeu o governo
Cartazes exibidos pelos manifestantes diziam "Uma geração inteira quer um futuro" e "É a terra do leite e do mel, mas não para todos".
Um dos organizadores dos protestos disse à BBC que o país transferiu atenção excessiva para as questões se segurança.
"Todas as pessoas que não sao ricas em Israel, não importa se são secularistas ou religiosas, velhas ou jovens, sabem que nós abandonamos batalhas importantes neste país, como a economia, e que só estamos lidando obsessivamente com problemas de segurança."
Após a leitura deste pequeno texto e vendo a luta de um povo por melhoria na sua condição social e tendo uma resposta negativa do governo, e inevitável não se perguntar:
Quando EUA e ONU bombardearam Israel?
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domingo, 28 de agosto de 2011
Os abutres capitalistas na Líbia
Por Pepe Escobar, do Asia Times Online
Pensem na nova Líbia como último espetacular capítulo da série “Capitalismo de Desastre”. Em vez de armas de destruição em massa, tivemos a R2P (“responsabilidade de proteger”). Em vez de neoconservadores, imperialistas humanitários.
Mas o alvo é sempre o mesmo: mudança de regime. E o projeto é o mesmo: desmantelar e privatizar uma nação que não se integrou ao turbo-capitalismo; abrir mais uma (lucrativa) terra de oportunidades para o neoliberalismo super turbinado. E a coisa vem em boa hora, porque acontece em momento já próximo de plena recessão global.
Demorará um pouco. O petróleo líbio não voltará ao mercado antes de 18 meses. Mas há o negócio da reconstrução de tudo que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) bombardeou (sim, sim, nem tudo que o Pentágono bombardeou em 2003 foi reconstruído no Iraque…)
Seja como for – do petróleo à reconstrução – brotam oportunidades para negócios sumarentos. O neonapoleônico Nicolas Sarkozy da França e o britânico David das Arábias Cameron acreditam que estarão especialmente bem posicionados para lucrar com a vitória da OTAN. Mas nada garante que a nova bonança baste para arrancar da recessão as duas ex-potências coloniais (neocoloniais?).
O presidente Sarkozy em particular mamará nas oportunidades comerciais para empresas francesas o mais que possa – parte de sua ambiciosa agenda de “reposicionamento estratégico” da França no mundo árabe. Uma imprensa francesa complacente decidiu armar os ‘rebeldes’ com armamento francês, em íntima cooperação com o Qatar, incluindo uma unidade de comandos ‘rebeldes’ mandada por mar de Misrata para Trípoli sábado passado, no início da “Operação Sirene”.[1]
Bem, já se viram movimentos de abertura desses desenvolvimentos, desde quando o chefe de protocolo de Muammar Gaddafi fugiu para Paris, em outubro de 2010. Foi quando todo esse drama de mudança de regime começou a ser incubado.
Bombas em troca de petróleo
Como já observado, os abutres já voejam sobre Trípoli para devorar (e monopolizar) os despojos. E, sim – grande parte da ação tem a ver com negócios de petróleo, como disse Abdeljalil Mayouf, gerente de informações da Arabian Gulf Oil Company ‘rebelde’, em declaração nua e crua: “Não temos problemas com países ocidentais como empresas italianas, francesas e britânicas. Mas podemos ter algumas questões políticas com Rússia, China e Brasil.”
Esses três são membros crucialmente importantes do grupo BRICS das economias emergentes (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), países que estão crescendo, enquanto as economias atlanticistas e OTAN-bombardeantes estão afundadas em estagnação ou recessão. Os quatro principais BRICSs também se abstiveram na votação que aprovou a Resolução n. 1.973 do Conselho de Segurança da ONU, a mascarada daquela ‘zona aérea de exclusão’ que depois se metamorfoseou em bombardeio cerrado, pela OTAN, para forçar, de cima para baixo, uma ‘mudança de regime’. Esses países viram corretamente o que havia para ver, desde o início.
Para piorar (para eles) ainda mais as coisas, só três dias antes de o Africom (Comando Africano) do Pentágono lançar seus primeiros 150 (ou mais) Tomahawks contra a Líbia, o coronel Gaddafi deu entrevista à televisão alemã, na qual destacou que, se o país fosse atacado, todos os contratos de energia seriam transferidos para empresas russas, indiana e chinesas.
Assim sendo, os vencedores da bonança do petróleo já estão designados: membros da OTAM mais monarquias árabes. Dentre as empresas envolvidas, a British Petroleum (BP), a francesa Total e a empresa nacional de petróleo do Qatar. Do ponto de vista do Qatar – que investiu jatos de combate e soldados na linha de frente, treinou ‘rebeldes’ em táticas de combate exaustivo e já está negociando vendas de petróleo no leste da Líbia – a guerra se comprovará muito esperta decisão de investimento.
Antes da crise que já dura meses e está agora nos movimentos finais, com os ‘rebeldes’ já na capital, Trípoli, a Líbia estava produzindo 1,6 milhões de barris/dia de petróleo. Quando recomeçar a produzir, os novos senhores de Trípoli colherão alguma coisa como US$50 bilhões/ano. Estima-se que as reservas líbias cheguem a 46,4 bilhões de barris.
Melhor farão os ‘rebeldes’ da nova Líbia se não se meterem com a China. Há cinco meses, a política oficial chinesa já era exigir um cessar-fogo; tivesse acontecido, Gaddafi ainda controlaria mais da metade da Líbia. Pequim – que jamais foi fã de ‘mudança de regime’ violenta – está exercitando, por hora, a arte da moderação extrema.
Zhongliang, chefe do Ministério do Comércio, observou, otimista, que “a Líbia continuará a proteger os interesses e direitos dos investidores chineses, e esperamos manter os investimentos e a cooperação econômica”. Abundam as declarações oficiais que enfatizam a “mútua cooperação econômica”.
Semana passada, Abdel Hafiz Ghoga, vice-presidente do sinistro Conselho Nacional de Transição, disse à rede de notícia Xinhua que serão respeitados todos os negócios e contratos firmados com o regime de Gaddafi. Mas Pequim não quer saber de correr riscos.
A Líbia forneceu apenas 3% do petróleo que a China consumiu em 2010. Angola é fornecedor muito mais crucial. Mas a China ainda é o principal consumidor de petróleo líbio na Ásia. Além disso, a China pode ser muito útil no front da reconstrução da infraestrutura, ou na exportação de tecnologia – nada menos que 75 empresas chinesas, com 36 mil empregados já trabalhavam na Líbia antes do início da guerra civil/tribal (e foram evacuados, com eficiência e sem alarde, em menos de três dias).
Os russos – da Gazprom à Tafnet – tinham bilhões de dólares investidos em projetos na Líbia; as brasileiras Petrobras, gigante do petróleo e a empresa construtora Odebrecht também tinham interesses lá. Ainda não se sabe exatamente o que acontecerá com eles. O diretor geral do Conselho de Comércio Rússia-Líbia, Aram Shegunts, está extremamente preocupado: “Nossas empresas perderão tudo, porque a OTAN impedirá que façam negócios na Líbia.”
A Itália logo entendeu que lá teria de ficar, “com ‘rebeldes’ ou sem”. A gigante italiana ENI, parece, não será afetada, dado que o primeiro-ministro Silvio “Bunga Bunga” Berlusconi pragmaticamente abandonou seu ex-íntimo amigo Gaddafi, logo no início do bombardeio EUA-Africacom/OTAN.
Os diretores da ENI italiana estão confiantes de que o petróleo líbio recomeçará a fluir para o sul da Itália ainda antes do inverno. E o embaixador da Líbia na Itália, Hafed Gaddur, disse a Roma que os contratos da era Gaddafi serão honrados. Por via das dúvidas, Berlusconi se reunirá com o primeiro-ministro do Conselho Nacional de Transição, Mahmoud Jibril, na próxima quinta-feira, em Milão.
Bin Laden os salvará [2]
O ministro das Relações Exteriores da Turquia Ahmet Davutoglu – da famosa política de “zero problemas com nossos vizinhos” – também já andou elogiando os ex-‘rebeldes’ convertidos em poder de fato. Também de olhos postos na bonança de negócios da era pós-Gaddafi, Ankara – que é o flanco oriental da OTAN – terminou por ajudar a impor um bloqueio naval contra o regime de Gaddafi, cultivou atentamente o Conselho Nacional de Transição e, em julho, reconheceu-o formalmente como governo da Líbia. Business “recompensa” os ardilosos.
Chegamos afinal ao coração desse script: o que a Casa de Saud lucrará por ter sido instrumento para implantar um regime amigável na Líbia, possivelmente salpicado de salafitas notáveis; uma das razões chaves para o massacre imposto pelos sauditas – que incluiu um voto inventado na Liga Árabe – foi o ódio furioso que separou Gaddafi e o rei Abdullah, desde as primeiras escaramuças que levaram à guerra contra o Iraque em 2002.
Nunca será demasiado destacar a hipocrisia cósmica de uma monarquia/teocracia medieval absoluta ultra reacionária – que invadiu o Bahrain e reprimiu com brutalidade os xiitas locais – apoiar o que se apresenta como movimento pró-democracia no Norte da África.
Seja como for, é hora de celebrarem. Em breve, lá estará o grupo saudita Bin Laden Construtora, para reconstruir feito doido em toda a Líbia – é possível que transformem Bab al-Aziziyah (que foi saqueado) em hotel-shopping center de luxo monstro da Tripolitânia.
Notas
[1] Orig. “Operation Siren”. A operação foi lançada no sábado à noite, à “hora do Iftar”, que marca o fim do jejum religioso do Ramadan. As “sirenes”, que eram usadas pela Al-Qaeda para convocar manifestações contra o governo de Gaddafi, foram usadas dessa vez como sinal para os pequenos grupos de ‘rebeldes’ de Benghazi (para outros, seriam pequenos grupos de militantes da Al-Qaeda) que já estavam em Trípoli. Esses pequenos grupos iniciaram algumas escaramuças em terra, coordenadas com intenso bombardeio aéreo pelas forças da OTAN (cf. Thierry Meyssan, TARPLEY.net, 21/8/2011). Jornais norte-americanos falam de uma “Operation Mermaid Dawn” [operação Aurora da Sereia] contra a Líbia, acrescentando que “mermaid” [sereia] seria nome em código para “Líbia” (cf. Huffington Post, 22/8/2011). Em português (não em inglês), há algum deslizamento de significados entre “sereia”, o ser mítico, e “sirene”/”sirena”, o dispositivo que há em carros de bombeiros e ambulâncias, que emite som e, também os aparelhos que emitem alarme de incêndio em prédios. Sem algum comentário, perder-se-ia essa ambigüidade, na tradução [NTs].
[2] Orig. Bin Laden to the rescue, ‘politicamente’ muito difícil de traduzir. A solução que propomos é uma, dentre outras possíveis e pode ser melhorada. Correções e sugestões são bem-vindas. Consideramos também “Só bin Laden salva”, descartada por votos, quer dizer, menos por argumentos, que pela maioria. Traduzir é empreitada cheia de riscos inevitáveis [NTs].
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Otan e a cobiça pelo petróleo da Líbia
![]() |
| Cartunista e ativista Carlos Latuff |
Abaixo um excelente texto escrito por Altamiro Borges do "Blog do Miro". É realmente uma pena que a maioria das pessoas prefiram acreditar na mídia vendida/colonizada do que fazerem suas próprias pesquisas na internet. Está mais do que claro que esta guerra não tem como favorecido o povo líbio, a charge acima resume bem os interesse por detrás do apoio internacional/EUA.
Por Altamiro Borges
A mídia colonizada está em festa. A vinheta do Jornal das Dez, da Globo News, comemora “o fim da era Kadafi”. Merval Pereira, que mais parece um porta-voz do império, ataca o “ditador líbio” e, de quebra, a política externa do atual governo. O colunista da TV Globo preferia quando o chanceler de FHC tirava os sapatinhos nos aeroportos dos EUA e prometia apoio à invasão do Iraque.
Na imprensa mundial, a queda de Kadafi também parece próxima. Os “rebeldes” – a mídia evita realçar os bombardeios da Otan – já teriam ocupado parte de Trípoli. Barack Obama, o embusteiro que prometeu reduzir a ação belicista dos EUA, encurtou suas férias para comemorar o desfecho do ataque. “O regime de Kadafi está acabado e futuro da Líbia pertence ao povo”. Que povo?
Capitalistas estão excitados
Na Europa em frangalhos, o francês Nicolas Sarkozy e o britânico David Cameron anunciam uma reunião em Paris para discutir a agenda da “reconstrução” do país devastado. Cerca de 20 bilhões de euros do governo líbio, congelados em bancos da Inglaterra e Alemanha, seriam liberados para as obras, que teriam a participação das poderosas empreiteiras francesas e britânicas.
O mundo capitalista em crise está excitado. As bolsas de valores dos EUA e da Europa subiram, com seus pregões sendo puxados pelas ações das empresas de petróleo e gás. Segundo o Estadão, o clima de entusiasmo também atiça os rentistas brasileiros. “Os investidores estão otimistas quanto à possibilidade do fim dos conflitos da Líbia, que interromperam as exportações de petróleo”.
As reviravoltas de Kadafi
Com aponta Saul Leblon, da Carta Maior, o mundo capitalista pouco se importa com os 1.700 líbios mortos nas primeiras horas de combate em Trípoli. A tal “intervenção humanitária” da Otan, repetida milhões de vezes pela mídia, é conversa para enganar os trouxas. O que está em jogo na Líbia são suas riquezas, principalmente o petróleo. Kadafi virou um estorvo. Por isso, ele deve cair!
Kadafi já foi considerado vilão, aliado do bloco soviético e inimigo do “livre mercado” e da “democracia liberal” – principalmente quando estatizou o petróleo do país. Depois, acuado com o fim da URSS, ele renegou o seu passado nacionalista, virou amigo das potências imperialistas, tirou fotos com os “líderes ocidentais” e assinou estranhos contratos com as multinacionais.
“Rebeldes” sem povo
A recente revolta no mundo árabe, que derrubou vários carrascos aliados das nações imperialistas – que nunca foram rotulados de ditadores pela mídia colonizada – mudou a geopolítica da região e abalou os interesses das corporações. Era preciso derrubar, também, Kadafi. Afinal, ele nunca foi visto com bons olhos pela burguesia internacional.
Mas, diferentemente das outras nações árabes, onde multidões ocuparam as ruas na luta por democracia, na Líbia não ocorreram protestos massivos. A única forma de derrubar Kadafi, o vilão que virou amigo e, depois, virou novamente ditador, era fomentar os “rebeldes”, armá-los e, principalmente, ajudá-los com os bombardeios da Otan. Do contrário, os “rebeldes” seriam derrotados.
O petróleo é o “troféu” das guerras
Na tragédia da Líbia, não há santos. O que está em jogo, é bom enfatizar, é o petróleo. Como apontou Michel Chossudovsky, num excelente estudo sobre o país, “a Líbia está entre as maiores economias petrolíferas do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo, mais do dobro daquelas dos EUA... O petróleo é o ‘troféu’ das guerras conduzidas pelos EUA-Otan”.
“A ‘Operação Líbia’ faz parte de uma agenda militar mais vasta no Médio Oriente e Ásia Central, que consiste em ganhar controle sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas de oleodutos e gasodutos”. Com 46,5 mil milhões de barris de reservas provadas (dez vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera do continente africano.
Privatizar a indústria petrolífera
Para Chossudovsky, a “ação humanitária” da Otan na Líbia serve “aos mesmos interesses corporativos” da invasão do Iraque, em 2003. “O objetivo é tomar posse das reservas de petróleo, desestatizar a National Oil Corporation (NOC) e, finalmente, privatizar a indústria petrolífera do país, transferindo o controle e a propriedade da riqueza petrolífera para mãos estrangeiras”.
A estatal NOC está classificada entre as 25 maiores 100 companhias de petróleo do mundo. “O petróleo líbio é uma mina de ouro para os gigantes petrolíferos anglo-americanos. Embora o valor de mercado do petróleo bruto esteja atualmente pouco acima dos 100 dólares por barril, o custo do petróleo líbio é extremamente baixo”.
China e os objetivos geopolíticos
Além disto, a operação militar da Otan tem objetivos geopolíticos que pouco aparecem nos noticiários da mídia imperial. “Onze por cento das exportações de petróleo líbias são canalizadas para a China... A presença chinesa na África do Norte é considerada por Washington como uma intrusão... A campanha militar contra a Líbia pretende excluir a China desta região”.
Estas razões é que explicam a violência dos bombardeios da aliança militar dos países capitalistas – a Otan. Como alerta o escritor Michael Collon, o resto é pura manipulação midiática. “O problema é eles falam em ‘guerra humanitária’ e que gente de esquerda se deixa enganar. Seria melhor que lessem o que pensam os verdadeiros líderes dos EUA ao invés de olharem e assistirem a TV?”.
A “ingenuidade” dos cúmplices
“Escutem, a propósito dos bombardeios contra o Iraque, o célebre Alan Greenspan, durante muito tempo diretor da Reserva Federal dos EUA. Ele escreveu em suas memórias: ‘Sinto-me triste quando vejo que é politicamente incorreto reconhecer o que todo mundo sabe: a guerra no Iraque foi exclusivamente pelo petróleo’”. Collon critica a “ingenuidade” de certos setores da esquerda, que não aprenderam “nada sobre as falsidades humanitárias transmitidas pela mídia nas guerras precedentes”.
E cita o discurso de Obama para justificar os ataques à Líbia: “Conscientes dos riscos e das despesas da atividade militar, somos reticentes ao empregar a força para resolver os numerosos desafios do mundo. Mas quando os nossos interesses e valores estão em jogo, temos a responsabilidade de agir. Vistos os custos e riscos da intervenção, temos que calcular nossos interesses ante a necessidade de uma ação. A América tem um grande interesse estratégico em impedir que Kadafi derrote a oposição’”.
Texto original aqui.
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domingo, 21 de agosto de 2011
Sinto fome, preciso comer.
Na semana em parte final de um curso meus colegas e eu promovemos um debate sobre a educação. Neste pequeno debate foram expostas as opinião a favor e contra a educação grátis em todos os níveis, e para defender meu ponto de vista lembrei meus amigos de quanto dinheiro era usado para matar pessoas em guerras desnecessárias. São centenas de milhares de dolares usados para matar ao invés de educar. Alguns dias se passaram e hoje leio a seguinte notícia - Em 10 anos, EUA gastaram US$ 1,3 tri para alimentar guerras - nesse momento pensei: Mas que loucura é essa, gastasse tanto para matar e tão pouco com educação e manutenção da vida!! Comecei a pesquisar sobre o quanto se gasta com educação, mas os primeiro dados que encontrei foi sobre a fome e estes dados são alarmantes.
Descobri que um bilhão de pessoas - ou seja, uma em cada seis - passa fome no mundo e o número poderá aumentar frente à elevação dos preços dos alimentos. Este alerta foi feito pelo representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Helder Mutéia. E não estamos falando da fome que sentimos antes do almoço ou do jantar, mas de uma fome que dói e que mata. Isso é algo que eu nunca senti e não posso mensurar. E enquanto você lê este artigo aproximadamente 14 pessoas morreram de fome no mundo, isso por que a cada três segundos uma pessoas morre de fome. Esses são dados do Programa Mundial de Alimentos, eles afirmam que 25 mil pessoas morrem por dia em razão de má nutrição ou doenças associadas ao problema. Essa situação afeta de forma mais significativa países da África, da Ásia e parte da população da América Latina.
A fome produz imagens das quais não vemos muito em nosso meio, mas que são comuns para uma em cada seis pessoas no mundo.
Nessa rápida pesquisa descobri também quanto se gasta com comida em uma semana. No livro intitulado "Hungry Planet - What the World Eats" ("Planeta com Fome - O que o Mundo Come"), Peter Menzel and Faith D'Aluisio, dão um extraordinário exemplo comparativo de 600 refeições, na vida de 30 famílias, de 24 países. O perfil de cada família inclui uma descrição detalhada das suas compras alimentares e fotografias tiradas em casa, nos mercados e nas respectivas comunidades.
Como exemplo citarei três famílias.
Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares

México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares

Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.
A fome produz imagens das quais não vemos muito em nosso meio, mas que são comuns para uma em cada seis pessoas no mundo.
Nessa rápida pesquisa descobri também quanto se gasta com comida em uma semana. No livro intitulado "Hungry Planet - What the World Eats" ("Planeta com Fome - O que o Mundo Come"), Peter Menzel and Faith D'Aluisio, dão um extraordinário exemplo comparativo de 600 refeições, na vida de 30 famílias, de 24 países. O perfil de cada família inclui uma descrição detalhada das suas compras alimentares e fotografias tiradas em casa, nos mercados e nas respectivas comunidades.
Como exemplo citarei três famílias.
Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares

México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares

Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares
Algumas pessoas podem dizer que não há como alimentar a todos, porém o mundo produz diariamente comida em quantidade suficiente para alimentar toda a população do planeta, no entanto, muitas pessoas morrem por dia. Mas se produzimos comida suficiente onde esta o problema?
Eu lhe digo que está dinheiro aplicado de maneira errada e no desperdício.
Se fizermos uma conta básica dividindo o que somente o EUA gastaram em guerras nos últimos 10 anos - 1,3 trilão de dolares - e dividindo pelo que é necessário para alimentar uma família mexicana por semana - 189,00 dolares - temos o seguinte resultado: O mundo alimentado durante 4 anos e meio dentro dos padrões mexicanos.
Já em relação ao desperdício, falando apenas do Brasil, perto de 44% do que é plantado se perde na produção, distribuição e comercialização: sendo 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento e 1% no varejo. Com mais 20% de perdas no processamento culinário e hábitos alimentares, as perdas totalizam 64% em toda cadeia, conforme dados da revista Veja número 1749.
Fica a reflexão, para que gastar tanto dinheiro com guerra quando poderíamos desenvolver mecanismos para diminuir o desperdício e investir na distribuição de alimentos a toda a população mundial. Alimentar quem passa fome não irá deixar nenhum país pobre.
Leia também; Frente à cegueira da comunidade internacional, a Somália faminta alerta: 'Precisamos de ajuda'
Eu lhe digo que está dinheiro aplicado de maneira errada e no desperdício.
Se fizermos uma conta básica dividindo o que somente o EUA gastaram em guerras nos últimos 10 anos - 1,3 trilão de dolares - e dividindo pelo que é necessário para alimentar uma família mexicana por semana - 189,00 dolares - temos o seguinte resultado: O mundo alimentado durante 4 anos e meio dentro dos padrões mexicanos.
Já em relação ao desperdício, falando apenas do Brasil, perto de 44% do que é plantado se perde na produção, distribuição e comercialização: sendo 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento e 1% no varejo. Com mais 20% de perdas no processamento culinário e hábitos alimentares, as perdas totalizam 64% em toda cadeia, conforme dados da revista Veja número 1749.
Leia também; Frente à cegueira da comunidade internacional, a Somália faminta alerta: 'Precisamos de ajuda'
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Aumento da atividade Solar.
A comparação lado a lado do Sol, precisamente há dois anos (à esquerda, de SOHO) até ao presente (à direita, a partir Solar Dynamics Observatory) que ilustra dramaticamente o quão ativa o Sol tornou-se (27-28 março de 2011) .
Vistos em dois comprimentos de onda semelhante de luz ultravioleta, o Sol agora possui inúmeras regiões ativas que aparecem como áreas mais claras, que são capazes de produzir tempestades solares. Dois anos atrás, o Sol estava em um período quieto (mínimo solar).
O prazo máximo de atividade solar está previsto para ser em torno de 2013, então ainda temos um grande caminho a percorrer.
Veja também: Tempestades Solares, Atividade Solares podem interferir em Telecomunicação
fonte: http://sohowww.nascom.nasa.gov/pickoftheweek/
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terça-feira, 17 de maio de 2011
E começa a disputa pelo Ártico.
Durante anos, as forças militares das nações do Ártico como a Rússia, EUA, Canadá, Noruega e Dinamarca, tem assistindo o derretimento do gelo no extremo norte e se preparando para afirmar as suas aspirações para a exploração do petróleo e gás que estão cobertas pelo gelo.
O que acho estranho é que estamos segundo os signatários do protocolo de Kyoto, estamos lutando contra o aquecimento global. E o norte americano Al Gore insiste em dizer para o mundo que o gás carbônico é o responsável pelo aquecimento do planeta, e se não estou enganado este é o produto da queima do petróleo.
Agora fica a dúvida: Se estamos todos engajados na diminuição das emissões de gases com o intuito de diminuir o aquecimento global, e assim salvar as geleiras e seu ecossistema, bem como a vida na terra. Por que estes países estão iniciando uma disputa por aquele território inóspito em busca de petróleo, que segundo Al Gore é o vilão da vida na terra? Será que eles sabem mais do que dizem ao povo?
Eu não acredito em aquecimento global gerado pelo homem, pois como todos sabem toda a terra já foi coberta de gelo e ao que parece não está mais. Nosso planeta passou e passará por diversos ciclos e esta lógica é propositalmente suprimida por estes países que desejam apenas frear o desenvolvimento de países como o Brasil. Prova disso é esta disputa pelos recursos naturais do Ártico, que poderá ser um bom motivo para as nações bélicas iniciarem uma demonstração de poderio militar.
Não deixe de ler:
http://www.greenpeace.org/usa/en/news-and-blogs/campaign-blog/wikileaks-hillary-clinton-fighting-secret-arc/blog/34741
http://gas2.org/2011/05/16/do-we-risk-armed-conflict-over-arctic-oil-drilling/
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terça-feira, 29 de março de 2011
EUA despejam Urânio empobrecido na Líbia.
Reproduzo reportagem de David Wilson, publicado no sítio Diário Liberdade:
"Os mísseis que levam pontas dotadas de urânio empobrecido se ajustam com perfeição à descrição de bomba suja... Eu diria que é a arma perfeita para assassinar montões de pessoas". Marion Falk, especialista em física química (aposentada), Laboratório Lawrence Livermore, Califórnia, EUA.
Nas primeiras 24 horas do ataque contra a Líbia, os B-2 dos EUA despejaram 45 bombas de 2000 libras de peso cada uma [algo menos que 1000 quilos]. Estas enormes bombas, junto com os mísseis Cruise lançados desde aviões e barcos britânicos e franceses, continham ogivas de urânio empobrecido.
O urânio empobrecido é o produto de resíduos do processo de enriquecimento de urânio. Utiliza-se nas armas e reatores nucleares. Devido ser uma substância muito pesada, 1,7 mais densa que o chumbo, é muito valorizado no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios.
Quando uma arma que leva uma ponta de urânio empobrecido golpeia um objeto sólido, como uma parte de um tanque, penetra através dele e depois explode formando uma nuvem candente de vapor. O vapor se assenta como poeira, uma poeira que não só é venenosa, mas também radioativa.
Um míssil com urânio empobrecido quando impacta queima a 10.000ºC. Quando alcança um objetivo, os 30% se fragmenta em estilhaços. Os 70% restantes se evaporam em três óxidos altamente tóxicos, inclusive o óxido de urânio. Esta poeira negra permanece suspensa no ar, e dependendo do vento e do clima, pode viajar sobre grandes distâncias.
Se vocês pensam que o Iraque e a Líbia estão muito longe, lembrem-se que a radiação de Chernobyl chegou até o País de Gales no Reino Unido. É muito fácil inalar partículas de menos de 5 mícrons de diâmetro, que podem permanecer nos pulmões ou em outros órgãos durante anos.
![]() |
| Filho de iraquiano exposto ao Urânio empobrecido |
No ataque da operação "comoção e pavor" contra o Iraque, foram despejadas, só em Bagdá, 1.500 bombas e mísseis. Seymour Hersh afirmou que só a Terceira Frota de Aviação dos Fuzileiros dos EUA despejou mais de "500 mil toneladas de munição". E tudo isso levava pontas de urânio empobrecido.
Al-Jazeera informou que as forças invasoras estadunidenses dispararam 200 toneladas de material radioativo contra edifícios, casas, ruas e jardins de Bagdá. Um jornalista do Christian Sciente Monitor levou um contador Geiger até zonas da cidade que haviam sofrido uma dura chuva de artilharia das tropas estadunidenses. Encontrou níveis de radiação entre 1.000 a 1.900 vezes acima do normal em zonas residenciais. Com uma população de 26 milhões de habitantes, isso significa que os EUA despejaram uma bomba de uma tonelada para cada 52 cidadãos iraquianos, o que significa dizer, cerca de 20 quilos de explosivo por pessoa.
William Hague [Secretário de Estado de Assuntos Externos britânico] disse que iríamos à Líbia "para proteger os civis e as zonas habitadas por civis". Vocês não tem que olhar muito longe para ver a quem e o quê está se "protegendo".
Nas primeiras 24 horas, os "aliados gastaram" 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Um informe sobre controle de armamento realizado na União Europeia afirmava que seus Estados membros concederam em 2009 licenças para a venda de armas e sistemas de armamento à Líbia pelo valor de 333.657 milhões de euro. Grã-Bretanha concedeu licenças às empresas de armamento para a venda de armas à Líbia no valor de 24.700 milhões de euro e o Coronel Kadafi pagou também para que se enviasse às SAS [sigla em inglês para Serviço Especial Aéreo] para treinar sua 32ª Brigada.
Aposto que nos próximos 4 bilhões e 500 milhões de anos William Hague não vai ir de férias ao Norte da África.
* Tradução de Lucas Morais.
___________________________________________________________
Façam uma breve pesquisa na internet sobre Urânio empobrecido e irão ficar surpreendidos com o potencial devastador deste metal.
http://ceticismo.wordpress.com/ciencia-tecnologia/a-polemica-sobre-o-uranio-empobrecido/
http://resistir.info/eua/du_moret.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ur%C3%A2nio_empobrecido
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domingo, 20 de março de 2011
Guerra na Líbia, uma vitrine para a venda de armas.
Hoje começaram os ataques a Líbia, ataques estes que tiveram o apoio do ultimo homem a receber o prêmio Nobel da Paz, o presidente Norte Americano Barack Obama.
Essa invasão hipócrita esta sendo apoiada por países que até antes das revoltas populares, mantinham relações com Muammar Khadafi. A França, que hoje liderou os ataques a Líbia, firmou em 2007 acordos de cooperação bilateral, esses acordos incluiram as áreas de segurança, energia e pesquisa científica. Já os Estados Unidos destinaram US$ 300 mil em 2010 ao treinamento de soldados líbios dentro do programa Capacitação e Educação Militar Internacional. Para 2011, estavam previstos US$ 350 mil.
Hoje vejo aviões da França atacando as forças de Khadafi, os mesmos aviões que a frança tenta sem sucesso vender ao mundo. Enquanto as França mostra seus aviões ao mundo na tentativa de vende-los, os EUA disparam centenas de mísseis Tomahawk, que custam cada um US$ 569.000,00. Somente hoje foram jogados em solo Líbio US$ 56.900.000,00, ou seja, R$ 94.454.000,00.
Fico pensando quantas pessoas seriam alimentadas com os dólares que foram queimados somente hoje pelo grande "Nobel da Paz". Com todo o dinheiro que será usado nesta "batalha para a defesa do povo libio", acredito que seria possível ajudar no desenvolvimento agrícola de países da África. Isso sim seria atitude de um Nobel da Paz.
Assim como quase todo o mundo, eu não conheço quase nada da vida do povo libio. O que sei sobre os desmandos de Muammar Khadafi é o que a grande mídia divulgou recentemente, mas todos sabemos não podemos confiar muito nela. Se o líder libio é o mostro que a mídia diz, me pergunto por que esses países que hoje o estão atacando, até recentemente mantinham relações com ele. Espero que isso não tenha a ver com o petróleo!
A desculpa de ajudar é velha, com essa mesma desculpa a guerra no Afeganistão já dura quase 10 anos e somente o ano passado morreram 2,4 mil civis em, uma média de seis por dia, um recorde em nove anos de guerra, anunciou a organização não governamental ARM (Afghan Rights Monitor). E o que essa falsa guerra contra o terrorismo levou de benefícios aquele país?
Essa guerra na Líbia somente servirá para tomarem conta do petróleo, destruirem aquele país e cobrarem milhões para reconstruí-lo. E não podemos esquecer das possíveis bases militares que serão construídas lá para uma possível ataque ao Irã.
É meus amigos o mundo precisa da gente, não podemos mais assistir ações como essa e simplesmente pensar: "É a coisa está feia na Líbia!"
Hoje a louvável revolução do povo libio, está sendo usada por grandes potências que possuem apenas o desejo de vender aviões, apropriar-se das reservas de petróleo e fazer com que suas empreiteiras faturem bilhões com a reconstrução daquilo que destruíram. Amanhã faltará água e boa terra para plantações. E quando essa hora chegar, prepare-se, pois em outros países estarão falando: "É a coisa esta feia no Brasil!"
fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110319_franca_libia_ataque_cc.shtml
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sarkozy-visita-kadafi-e-pode-reviver-relacao-entre-libia-e-ue,24425,0.htm
http://www.ips.org/ipsbrasil.net/nota.php?idnews=6858
Não deixem de assistir ao documentário 'Obama Decepcion' .
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sexta-feira, 18 de março de 2011
Mensalão do DEM bancou até campanhas do PSDB, diz Arruda
O ex-governador José Roberto Arruda, afastado do cargo durante o escândalo do mensalão no governo do Distrito Federal, denunciou o envolvimento de vários políticos de seu partido, o DEM, e também do PSDB, no esquema de captação ilegal de recursos junto a empresários para financiar campanhas. Em entrevista à Veja Online, Arruda afirmou que nomeou afilhados políticos, conseguiu avião para viagens, pagou por programas de TV e pediu ajuda a empresários.
A entrevista, segundo advogados de Arruda, foi feita em setembro, antes do primeiro turno da eleição de 2010, à revista Veja, da Editora Abril, responsável pelo site. Procurada, a direção de Veja não quis responder à afirmação dos advogados.
Em 2009, o ex-governador foi filmado recebendo R$ 50 mil do delator do caso, Durval Barbosa. De acordo com Arruda, pessoas que se beneficiaram “largamente” durante seu mandato foram “desleais” com ele após a divulgação da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal (PF), que desmontou o esquema de corrupção. Arruda renunciou ao cargo para não ter o mandato cassado e depois passou dois meses preso na PF em Brasília
“As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso”, afirmou Arruda, numa confissão de culpa.
“Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido”, agregou. “Pedia ajuda a esses empresários. Dizia: 'Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’. Eles sempre ajudaram”, diz Arruda, ressaltando que um dos beneficiados foi o novo presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN).
Tucanos na mira
O PSDB igualmente recebeu doações do mensalão do DEM. “A ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções”, afirmou o ex-governador. Na eleição presidencial de 2010, quando o tucano José Serra formou chapa com o ex-deputado Índio da Costa (DEM-RJ).
O presidente nacional do PSDB nega qualquer ajuda. “Estive com Arruda algumas vezes, sempre tivemos relações cordiais, mas nunca recebi qualquer forma de ajuda financeira dele para campanhas do PSDB”, disse Guerra (PE). Já o secretário-geral tucano, Eduardo Jorge, confirmou que pediu ajuda de Arruda no início de seu governo no Distrito Federal para saldar dívidas do partido.
Segundo Jorge, a ajuda teria sido feita por "um empresário amigo" a partir da interferência de Arruda e que a doação foi oficialmente declarada à Justiça eleitoral. O tucano, porém, se negou a informar qual o valor nem identificou o doador. “Mesmo se soubesse, não diria.”
Arruda – que renunciou ao cargo para não ter o mandato cassado e depois passou dois meses preso na Polícia Federal em Brasília – disse na entrevista que fez todos os repasses para o DEM, com o aval do então presidente Rodrigo Maia (RJ). Ele citou dez políticos que lhe pediram recursos, como o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), os ex-senadores Marco Maciel (DEM-PE) e Sergio Guerra (PSDB-PE) e os deputados Ronaldo Caiado (DEM-GO) e ACM Neto (DEM-BA).
“Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. E atendi os pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos”, enfatiza o ex-governador. Os acusados negaram que a origem dos recursos era ilegal e ameaçam processar Arruda. Segundo o ex-governador, somente o presidente do DEM pode responder se esse dinheiro foi declarado.
Os bastidores
Na entrevista, Arruda cita reunião na casa de Marco Maciel, na presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e do ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause. O objetivo era discutir ajuda à reeleição do ex-senador. “Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso R$ 150 mil por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, R$ 75 mil por mês”, revelou Arruda. Maciel não se elegeu.
Arruda deu detalhes da outras ajudas: “Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir R$ 150 mil para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas”. A mágoa do ex-governador é explícita: “Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar”.
Agripino negou que tenha pedido ajuda de Arruda nas últimas eleições municipais. “Ele cita Micarla e diz que ela, inclusive foi à casa dele agradecer. Que ela seja ouvida. É uma coisa checável. Micarla não tem mais ligações políticas comigo, não faz parte da minha aliança. Ouça-se a prefeita”, diz Agripino.
Demóstenes reagiu com virulência. “É um bandido, um delinquente, um vagabundo”. O senador afirmou que vai processar Arruda. “Nunca tive um encontro reservado com esse vagabundo. Ele vai ter que provar o que disse. É um jogo de porco que ele quer para levar todo mundo para o chiqueiro.”
Da bajulação à deslealdade
Lideranças dos “demos” na Câmara também foram denunciadas por Arruda. “O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília”, afirmou Arruda. Caiado agora ameaça: “Se Arruda continuar a criar factóides e a mentir, não apresentar provas, vai receber mais processos. O lugar de Arruda é na Papuda”.
O deputado, no entanto, admitiu ter se encontrado com Arruda e cerca de 20 empresários do setor de transportes, mas negou que a reunião tenha sido realizada a seu benefício. “Ele queria se apoderar dessas linhas para fazer um projeto político-eleitoral e invadir as áreas do estado de Goiás”, defendeu-se.
Rodrigo Maia é mais um alvejado. “Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador”, diz o ex-governador.
“Nunca estive com Arruda para tratar da campanha de Salvador. Não recebi, nem diretamente, nem indiretamente, por meio do partido, qualquer recurso”, afirma ACM Neto. Maia admite que Arruda era influente e ajudou o DEM, mas negou que os recursos eram ilegais e que o ex-governador tenha ajudado na campanha do Rio. “Está tudo registrado na contabilidade do partido”, diz.
O ex-governador dispara contra os citados: “Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo”.
fonte:
http://www.vermelho.org.br
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domingo, 13 de março de 2011
Terremoto no Japão, pura manifestação da natureza?
No ultimo dia 11 o Japão foi atingido por um terremoto de 8.8 graus na escala Richter, o maior em sua história. Este terremoto seguido de Tsunami causou e está causando milhares de mortes e gerou uma crise que é considerada a pior pela qual o Japão passa desde a Segunda Guerra Mundial, de acordo com o primeiro-ministro Naoto Kan.
Ao menos 1,4 milhão de residências está sem água, e outros 2,5 milhões estão sem energia elétrica. Centenas de milhares de sobreviventes estão em centros de emegência que sofrem com a escassez de eletricidade e alimentos. As temperaturas também caíram significativamente, principalmente no norte do país, justamente a região mais afetada.
Esta é uma tragédia natural com grande impacto sobre a vida dos habitantes daquele país, um evento que foi previsto com um minuto de antecedência. Um minuto, esse foi o tempo que as autoridades japonesas tiveram para alertar a população sobre o terremoto, segundo o portal G1. Eventos como esse são normais na natureza e não deveriam deixar duvidas de sua origem, mas infelizmente temos de lembrar de um dispositivo chamado HAARP.
Esse dispositivo e capaz de disparar milhões de volts na Ionosfera do planeta, podendo causar de alterações climáticas a terremotos. Esse dispositivo pode também provocar alterações no comportamento humano, uma vez que nosso cérebro e sensível a ondas eletromagnéticas.
Não estou dizendo que o que causou o terremoto no Japão foi o HAARP, mas creio que não devemos descarta-lo, pois a nação que detém esta tecnologia jogou aviões contra prédios de sua própria nação para obter o apoio de seu povo em uma guerra inútil que já dura quase 10 anos. Com isso surgem suspeitas de que os EUA teriam usado a tecnologia HAARP para provocar terremotos.
Um relatório lançado dia 09/03/2011 pelo Institute of Physics of the Earth (Instituto de Física da Terra) está advertindo que as Américas estão em perigo de sofrer um mega-terremoto de proporções catastróficas durante as próximas duas semanas, especificamente nos Estados Unidos, México, América Central e América do Sul da costa Oeste. Prevendo que um mega-terremoto ocorra, o relatório diz que são os aumentos sutis dos sinais eletromagnéticos (O HAARP pode causar esse aumento) que estão sendo detectados na atmosfera superior da Terra ao longo de muitas regiões do Mundo, as mais intensas estão sobre o litoral oeste dos EUA e Centro-Oeste.
Concordo com aqueles que pensam: "Mas porque os EUA iriam causar um terremoto de grandes proporções em seu próprio território?" Realmente é difícil de imaginar, mas não se esqueçam as torres gêmeas. Eu particularmente acredito que não só os EUA, mas outras potências estão buscando uma terceira guerra mundial.
E como sempre peço a todos que busquem informação, pensem e reflitam antes de aceitar tudo como verdade absoluta, a vida é um jogo para aqueles que tem o poder, e nós somos apenas peças descartáveis em um tabuleiro.
Para terminar o post deixo os videos abaixo para ajudar na reflexão. O primeiro é um video da FEMA 'Federal Emergency Management Agency' que esta sendo vinculado nos EUA. O segundo é de Benjamin Fulford que já foi de 1998 até 2005 chefe do escritório da Ásia para a revista Forbes.
Tradução do vídeo acima.
E se um desastre atingi-lo sem aviso algum?
E se a vida como você conhece virar ao avesso?
E se tudo que lhe for familiar deixar de sê-lo completamente?
Antes que um desastre vire a vida da sua família de cabeça para baixo, é sua responsabilidade estar preparado.
Faça um kit. Tenha um plano. Fique informado.
Ao menos 1,4 milhão de residências está sem água, e outros 2,5 milhões estão sem energia elétrica. Centenas de milhares de sobreviventes estão em centros de emegência que sofrem com a escassez de eletricidade e alimentos. As temperaturas também caíram significativamente, principalmente no norte do país, justamente a região mais afetada.
Esta é uma tragédia natural com grande impacto sobre a vida dos habitantes daquele país, um evento que foi previsto com um minuto de antecedência. Um minuto, esse foi o tempo que as autoridades japonesas tiveram para alertar a população sobre o terremoto, segundo o portal G1. Eventos como esse são normais na natureza e não deveriam deixar duvidas de sua origem, mas infelizmente temos de lembrar de um dispositivo chamado HAARP.
Esse dispositivo e capaz de disparar milhões de volts na Ionosfera do planeta, podendo causar de alterações climáticas a terremotos. Esse dispositivo pode também provocar alterações no comportamento humano, uma vez que nosso cérebro e sensível a ondas eletromagnéticas.
Não estou dizendo que o que causou o terremoto no Japão foi o HAARP, mas creio que não devemos descarta-lo, pois a nação que detém esta tecnologia jogou aviões contra prédios de sua própria nação para obter o apoio de seu povo em uma guerra inútil que já dura quase 10 anos. Com isso surgem suspeitas de que os EUA teriam usado a tecnologia HAARP para provocar terremotos.
Um relatório lançado dia 09/03/2011 pelo Institute of Physics of the Earth (Instituto de Física da Terra) está advertindo que as Américas estão em perigo de sofrer um mega-terremoto de proporções catastróficas durante as próximas duas semanas, especificamente nos Estados Unidos, México, América Central e América do Sul da costa Oeste. Prevendo que um mega-terremoto ocorra, o relatório diz que são os aumentos sutis dos sinais eletromagnéticos (O HAARP pode causar esse aumento) que estão sendo detectados na atmosfera superior da Terra ao longo de muitas regiões do Mundo, as mais intensas estão sobre o litoral oeste dos EUA e Centro-Oeste.
Concordo com aqueles que pensam: "Mas porque os EUA iriam causar um terremoto de grandes proporções em seu próprio território?" Realmente é difícil de imaginar, mas não se esqueçam as torres gêmeas. Eu particularmente acredito que não só os EUA, mas outras potências estão buscando uma terceira guerra mundial.
E como sempre peço a todos que busquem informação, pensem e reflitam antes de aceitar tudo como verdade absoluta, a vida é um jogo para aqueles que tem o poder, e nós somos apenas peças descartáveis em um tabuleiro.
Para terminar o post deixo os videos abaixo para ajudar na reflexão. O primeiro é um video da FEMA 'Federal Emergency Management Agency' que esta sendo vinculado nos EUA. O segundo é de Benjamin Fulford que já foi de 1998 até 2005 chefe do escritório da Ásia para a revista Forbes.
Tradução do vídeo acima.
E se um desastre atingi-lo sem aviso algum?
E se a vida como você conhece virar ao avesso?
E se tudo que lhe for familiar deixar de sê-lo completamente?
Antes que um desastre vire a vida da sua família de cabeça para baixo, é sua responsabilidade estar preparado.
Faça um kit. Tenha um plano. Fique informado.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
BIG BROTHER BRASIL
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana, de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Luiz Fernando Veríssimo
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Reflexão de Fidel Castro: Dança macabra de cinismo
A política de saque imposta pelos Estados Unidos e seus aliados da Otan no Oriente Médio entrou em crise. Esta se desencadeou inevitavelmente com o alto custo dos cereais, cujos efeitos se fazem sentir com mais força que nos países árabes onde apesar de seus enormes recursos petrolíferos, a escassez de água, as áreas desérticas e a pobreza generalizada do povo contrastam com os enormes recursos derivados do petróleo que possuem os setores privilegiados.
Enquanto os preços dos alimentos triplicam, as fortunas imobiliárias e os tesouros da minoria aristocrática se elevam a trilhões de dólares.
O mundo arábico, de cultura e crença muçulmana, viu-se adicionalmente humilhado pela imposição a sangue e fogo de um Estado que não foi capaz de cumprir as obrigações elementares que lhe deram origem, a partir da ordem colonial existente até finais da Segunda Guerra Mundial, em virtude da qual as potências vitoriosas criaram a ONU e impuseram o comércio e a economia mundiais.
Graças à traição de Mubarak em Camp David o Estado árabe palestino no tem podido existir, apesar dos acordos da ONU de novembro de 1947, e Israel se converteu em uma forte potência nuclear aliada aos Estados Unidos e à Otan.
O Complexo Militar Industrial dos Estados Unidos forneceu dezenas de bilhões de dólares por ano a Israel e aos próprios estados árabes submetidos e humilhados por este.
O gênio tinha saído da garrafa e a Otan não sabe como controlá-lo.
Vão tratar de tirar o máximo de proveito dos lamentáveis acontecimentos da Líbia. Ninguém seria capaz de saber neste momento o que está ocorrendo ali. Todas as cifras e versões, até as mais inverossímeis, têm sido divulgadas pelo império através dos meios de comunicação de massa, semeando o caos e a desinformação.
É evidente que dentro da Líbia se desenvolve uma guerra civil. Por que e como a mesma foi desencadeada? Quem pagará as consequências? A agência Reuters, fazendo eco ao critério de um conhecido banco do Japão, o Nomura, expressou que o preço do petróleo poderia ultrapassar qualquer limite: “Se a Líbia e a Argélia suspenderem a produção petrolífera, os preços poderiam chegar a um máximo acima de 220 dólares por barril e a capacidade ociosa da Opep seria reduzida a 2,1 milhões de barris por dia, similar aos níveis vistos durante a guerra do Golfo e quando os valores atingiram os 147 dólares por barril em 2008”, afirmou o banco em uma nota.”
Quem poderia pagar hoje esse preço? Quais seriam as consequências em meio à crise alimentar?
Os líderes principais da Otan estão exaltados. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, informou a agência Ansa, “…admitiu em um discurso no Kuwait que os países ocidentais se equivocaram em apoiar governos não democráticos no mundo árabe.” Deve-se felicitá-lo pela franqueza.
Seu colega francês Nicolás Sarkozy declarou: “A prolongada repressão brutal e sangrenta da população civil líbia é repugnante”.
O chanceler italiano Franco Frattini declarou “crível”a cifra de mil mortos em Trípoli [...] “a cifra trágica será um banho de sangue”.
Hillary Clinton declarou: “…o banho de sangue é completamente inaceitável e tem que parar…”
Ban Ki-moon falou: “É absolutamente inaceitável o uso da violência que há no país’.”
“…O Conselho de Segurança atuará de acordo com o que decida a comunidade internacional’.”
“Estamos considerando uma série de opções”.
O que Ban Ki-moon espera realmente é que Obama dê a última palavra.
O presidente dos Estados Unidos falou na tarde desta quarta-feira (23) e expressou que a secretária de Estado sairia para a Europa a fim de acordar com seus aliados da Otan as medidas a tomar. Em seu rosto se apreciava a oportunidade de lidar com o senador da extrema direita dos republicanos, John McCain; o senador pró- israelense de Connecticut, Joseph Lieberman e os líderes do Tea Party, para garantir sua postulação pelo partido democrata.
Os meios de comunicação de massa do império prepararam o terreno para atuar. Nada haveria de estranho numa intervenção militar na Líbia, com o que, ademais, garantir-se-ia à Europa os quase dois milhões de barris diários de petróleo leve, se não ocorrerem antes acontecimentos que ponham fim à chefia ou à vida de Kadafi.
De qualquer forma, o papel de Obama é bastante complicado. Qual será a reação do mundo árabe e muçulmano se o sangue nesse país for derramado em abundância com essa aventura? Uma intervenção da Otan na Líbia deterá a onda revolucionária desencadeada no Egito?
No Iraque se derramou o sangue inocente de mais de um milhão de cidadãos árabes, quando o país foi invadido com falsos pretextos. Missão cumprida! - proclamou George W. Bush.
Ninguém no mundo nunca estará de acordo com a morte de civis indefesos na Líbia ou qualquer outro lugar. E me pergunto: os Estados Unidos e a Otan aplicarão esse princípio aos civis indefesos que os aviões sem piloto ianques e os soldados dessa organização matam todos os dias no Afeganistão e no Paquistão?
É uma dança macabra de cinismo.
Fidel Castro Ruz
23 de fevereiro de 2011, às 19 h 42
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Descoberta a formula da Coca-Cola.
A receita da Coca-Cola, guardada sob sete chaves pelos proprietários da empresa durante 125 anos, deixou de ser um mistério, segundo um site que afirma ter descoberto os ingredientes em uma página esquecida de jornal.
Como publicada em 15/02 em seu site pelos produtores do programa de rádio "This American Life", a fórmula original do refrigerante mais popular do mundo estava na fotografia que ilustrava um artigo sobre a história da Coca-Cola, publicado no jornal "Atlanta Journal Constitution" de 1979.
A imagem mostra uma lista de ingredientes escritos de próprio punho em 1886 por um amigo do criador da bebida, John Pemberton, em um livro de boticário passado de geração em geração que atualmente estava com uma mulher em Griffin (Geórgia), conforme "Thisamericanlife.com".
A Coca-Cola, que mantém a versão oficial de sua receita em um cofre em Atlanta que só dois funcionários têm a chave, não confirmou se a composição publicada é a correta.
Da lista publicada, a parte mais reveladora é a que explica como misturar o 7X, uma substância que só representa 1% da bebida, mas que é crucial para dar o sabor característico.
Para a mistura do famoso ingrediente secreto são necessárias oito onças (cerca de 30 ml) de álcool, 20 gotas de óleo de laranja, 30 gotas de óleo de limão, dez de óleo de noz moscada, cinco de óleo de coentro, 10 de óleo de neroli - das flores da laranjeira amarga - e 10 de óleo de canela.
O restante da bebida é elaborado com três onças de ácido cítrico, duas onças e meia de água, uma de cafeína, uma de baunilha, duas pitadas de suco de lima, uma onça e meia de bala para dar cor e uma quantia de açúcar que é ilegível na lista.
A receita original inclui três copos de extrato de fluído de coca, um ingrediente que a companhia retirou do composto no início do século 20 após uma série de críticas.
Resta saber se, além da eliminação desta substância, os proprietários da Coca-Cola aplicaram modificações substanciais na fórmula desde que Pemberton a projetasse.
Para tentar comprová-lo, a equipe do programa radiofônico reuniu um grupo de analistas e amantes da bebida em uma degustação da mistura obtida pela receita.
Segundo o site, a maioria dos que provaram não encontravam diferenças da Coca-Cola comercializada. "Acho que esta é de verdade uma versão da fórmula", disse ao programa o historiador Mark Pendergrast, autor de uma história da bebida.
Aos caros amigos de faculdade resta dizer que: alguém com muitos "dados" na mão acabou por fazer "m...da"
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Nestlé está acabando com uma fonte de água em São Lourenço.
Há um tempo postei aqui no 'Disponível' um texto que abordou a falta de valor que damos a água, um bem finito e indispensável a vida. Hoje ao fazer minha "viajem" de rotina aos blogs que gosto, me deparei com um post muito interessante no blog Filosofia Imortal. Este post discorre sobre o que a Nestlé vem fazendo com a fonte de água em São Lourenço.
Isso ocorre em todo o mundo, onde grandes empresas por trás de uma fachada de sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente, mas que não passam de exploradoras impiedosas das riquezas naturais, tomam o bem público para si e lucram milhões com o que é de propriedade de todo o mundo. Além disso não possuem a menor preocupação com as consequências a longo prazo de suas atividades.
Abaixo o texto copiado do blog Filosofia Imortal.
_________________________________________________________
As águas turvas da Nestlé.
Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.
Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente.
A desmineralização de água é proibida pela Constituição.
Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação.
Em outras palavras, a PureLife é uma água química.
A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido.
Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação.
Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.
Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004.
Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ong verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.
Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço.
No dia seguinte, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria que regulamentava a atividade da Nestlé. Ao invés de multas, uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso. Se a
grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão.
Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca.
Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apoia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.
Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro.
A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero.
E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.
Sim, a famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores para a substituição de leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.
A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação. Mais
preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas. O que é isso? Como será regulamentado?
Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez como irão fiscalizar a tal desmineralização "parcial"? Além do que, parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo.
E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé?
O que nós cidadãos ganhamos com isso?
É simples, Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água. É para essas empresas que o governo governa?
Mais informações sobre o caso Nestlé em www.circuitodasaguas.org/
__________________________________________________________
Aconselho a todos que se interessam pelo tema a assistirem o documentário 'Ouro Azul: A guerra mundial pela água'. Um filme que ajudará vocês a perceberem como esse bem e precioso a todos.
Isso ocorre em todo o mundo, onde grandes empresas por trás de uma fachada de sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente, mas que não passam de exploradoras impiedosas das riquezas naturais, tomam o bem público para si e lucram milhões com o que é de propriedade de todo o mundo. Além disso não possuem a menor preocupação com as consequências a longo prazo de suas atividades.
Abaixo o texto copiado do blog Filosofia Imortal.
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As águas turvas da Nestlé.
Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.
Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente.
A desmineralização de água é proibida pela Constituição.
Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação.
Em outras palavras, a PureLife é uma água química.
A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido.
Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação.
Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.
Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004.
Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ong verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.
Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço.
No dia seguinte, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria que regulamentava a atividade da Nestlé. Ao invés de multas, uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso. Se a
grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão.
Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca.
Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apoia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.
Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro.
A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero.
E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.
Sim, a famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores para a substituição de leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.
A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação. Mais
preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas. O que é isso? Como será regulamentado?
Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez como irão fiscalizar a tal desmineralização "parcial"? Além do que, parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo.
E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé?
O que nós cidadãos ganhamos com isso?
É simples, Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água. É para essas empresas que o governo governa?
Mais informações sobre o caso Nestlé em www.circuitodasaguas.org/
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Aconselho a todos que se interessam pelo tema a assistirem o documentário 'Ouro Azul: A guerra mundial pela água'. Um filme que ajudará vocês a perceberem como esse bem e precioso a todos.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
As explosões solares.
Nosso sol possui um ciclo de 11 anos. Durante este ciclo ele passa por um período de baixa atividade e de alta atividade. Neste momento nosso sol esta entrando em um período de maior atividade e com isso seremos bombardeados com radiação ultravioleta.
Nesta segunda feira, a mais forte explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos foi registrada por satélites da NASA. A erupção emitiu um intenso feixe luminoso em direção à Terra. O fenômeno é do tipo mais forte e já afeta as comunicações do nosso planeta, segundo o portal terra.com, as explosões causaram problemas nas comunicações da China.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de diversos anos de pouca atividade. Ele deveria alcançar o ponto máximo de um novo ciclo de 11 anos em 2012, mas só recentemente suas atividades reiniciaram.
Em 1972, uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois. E, em 1989, a rede elétrica de Québec, no Canadá, foi prejudicada pela atividade solar.
Estamos entrando em um momento de mudanças em diversos sentidos no nosso planeta e em nossa sociedade. O aumento da atividade solar apenas fará parte dos eventos que promoverão as mudanças.
Abaixo um documentário que explicará a vocês o que são as explosões solares. Clique aqui e veja em série.
Nesta segunda feira, a mais forte explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos foi registrada por satélites da NASA. A erupção emitiu um intenso feixe luminoso em direção à Terra. O fenômeno é do tipo mais forte e já afeta as comunicações do nosso planeta, segundo o portal terra.com, as explosões causaram problemas nas comunicações da China.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de diversos anos de pouca atividade. Ele deveria alcançar o ponto máximo de um novo ciclo de 11 anos em 2012, mas só recentemente suas atividades reiniciaram.
Em 1972, uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois. E, em 1989, a rede elétrica de Québec, no Canadá, foi prejudicada pela atividade solar.
Estamos entrando em um momento de mudanças em diversos sentidos no nosso planeta e em nossa sociedade. O aumento da atividade solar apenas fará parte dos eventos que promoverão as mudanças.
Abaixo um documentário que explicará a vocês o que são as explosões solares. Clique aqui e veja em série.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A crise de alimentos.
Nesta terça-feira (15/02), o Banco Mundial divulgou a conclusão de um levantamento onde: O aumento constante dos preços internacionais dos alimentos foi um dos fatores responsáveis por levar cerca de 44 milhões de pessoas à situação de pobreza nos países em desenvolvimento desde junho. (http://operamundi.uol.com.br)
Há também outro dado importante a respeito do desperdício de alimentos no Brasil. Aproximadamente 64% do que se planta aqui é perdido ao longo da cadeia produtiva: 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento, 1% no varejo e 20% no processamento culinário e hábitos alimentares. Tudo isso representa 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o que ultrapassa a quantia de R$ 17,25 bilhões de reais.
Há algum tempo, varias pessoas ao redor do mundo vêem alertando a população sobre o plano de redução populacional. Este plano que está sendo posto em prática pelos mesmos idealizadores da chamada Nova Ordem Mundial, tem por objetivo reduzir a população do planeta em cerca de 80%. Sei que muitos não crêem nisso e pensam ser apenas uma teoria maluca de mentes malucas, porém quando se começa a juntar os fatos que ocorrem no mundo, pode-se ver um pouco de verdade nisso.
Se olharmos para o quadro da fome no mundo e o quanto é perdido de alimento, fica visível muito mais do que ingerência por partes dos governos. Vemos um ato deliberado de assassinato coletivo, uma vez que, são problemas de desperdício como este, somados a desinteresse governamental, que somente aqui no Brasil uma criança morre de problemas relacionados a fome a cada 5 minutos. Segundo a FAO, em 2004 morreram 5 milhões de crianças devido a fome em todo o mundo somente naquele ano. Se isso não é um genocídio, então não sei que nome dar.
Estamos em um momento onde o preço do alimento sobe na contra mão da capacidade financeira das pessoas, o povo além de ter de trabalhar mais come menos.
A partir de 1/1/2010 entrou em vigor o tratado internacional chamado Codex Alimentarius que tem por objetivo cuidar da qualidade do alimento produzido no mundo. Mas se tiver a paciência de ler o post já colocado aqui no 'Disponível' verá que ele este tratado fará muito mais do que cuidar da qualidade do alimento.
Ainda estamos sob uma crise mundial, que não é obra do acaso e nem da má sorte, mas algo previsto e preparado que cada vez mais está dando sinais de que causará mudanças significativas no mundo. Essas mudanças com certeza causarão desemprego e aumentará a pobreza mundial, com o preço do alimento subindo cada vez mais, o numero de 850 milhões de pessoas que passam fome (segundo os dados relativos aos anos 2000-2002 da FAO), irão aumentar exponencialmente.
Para aqueles que olham além do que é mostrado, buscam e filtram informações, fica difícil negar a existência de uma condução consciente a um quadro de fome e miséria mundial que consequentemente levará a morte de milhares de milhões de pessoas ano após ano.
fonte:
http://hypescience.com
http://www.ecodesenvolvimento.org.br
http://www.pime.org.br
http://www.bancodealimentos.org.br
Ao ler isso hoje resolvi fazer uma breve pesquisa sobre a produção mundial de alimentos. Não encontrei dados sobre a produção mundial, mas encontrei alguns dados interessantes a respeito do Brasil.
Descobri que em nosso país mais de 20 milhões de pessoas passam pelo estado de insegurança alimentar. A fome e o desperdício de alimentos são dois dos mais relevantes problemas mundiais, e no Brasil o desperdício constituindo-se em um dos maiores paradoxos de nosso país, já que se produz 25,7 % a mais de alimentos do que é necessário para alimentar a nossa população.
Há também outro dado importante a respeito do desperdício de alimentos no Brasil. Aproximadamente 64% do que se planta aqui é perdido ao longo da cadeia produtiva: 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento, 1% no varejo e 20% no processamento culinário e hábitos alimentares. Tudo isso representa 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o que ultrapassa a quantia de R$ 17,25 bilhões de reais.
Há algum tempo, varias pessoas ao redor do mundo vêem alertando a população sobre o plano de redução populacional. Este plano que está sendo posto em prática pelos mesmos idealizadores da chamada Nova Ordem Mundial, tem por objetivo reduzir a população do planeta em cerca de 80%. Sei que muitos não crêem nisso e pensam ser apenas uma teoria maluca de mentes malucas, porém quando se começa a juntar os fatos que ocorrem no mundo, pode-se ver um pouco de verdade nisso.
Se olharmos para o quadro da fome no mundo e o quanto é perdido de alimento, fica visível muito mais do que ingerência por partes dos governos. Vemos um ato deliberado de assassinato coletivo, uma vez que, são problemas de desperdício como este, somados a desinteresse governamental, que somente aqui no Brasil uma criança morre de problemas relacionados a fome a cada 5 minutos. Segundo a FAO, em 2004 morreram 5 milhões de crianças devido a fome em todo o mundo somente naquele ano. Se isso não é um genocídio, então não sei que nome dar.
Estamos em um momento onde o preço do alimento sobe na contra mão da capacidade financeira das pessoas, o povo além de ter de trabalhar mais come menos.
A partir de 1/1/2010 entrou em vigor o tratado internacional chamado Codex Alimentarius que tem por objetivo cuidar da qualidade do alimento produzido no mundo. Mas se tiver a paciência de ler o post já colocado aqui no 'Disponível' verá que ele este tratado fará muito mais do que cuidar da qualidade do alimento.
Ainda estamos sob uma crise mundial, que não é obra do acaso e nem da má sorte, mas algo previsto e preparado que cada vez mais está dando sinais de que causará mudanças significativas no mundo. Essas mudanças com certeza causarão desemprego e aumentará a pobreza mundial, com o preço do alimento subindo cada vez mais, o numero de 850 milhões de pessoas que passam fome (segundo os dados relativos aos anos 2000-2002 da FAO), irão aumentar exponencialmente.
Para aqueles que olham além do que é mostrado, buscam e filtram informações, fica difícil negar a existência de uma condução consciente a um quadro de fome e miséria mundial que consequentemente levará a morte de milhares de milhões de pessoas ano após ano.
fonte:
http://hypescience.com
http://www.ecodesenvolvimento.org.br
http://www.pime.org.br
http://www.bancodealimentos.org.br
Secretaria de Abastecimento e Agricultura do Estado de São Paulo
Central de Abastecimento para o Estado de São Paulo
Postado por
Alexandre Lebrão
às
12:42
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