Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.

Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.

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domingo, 30 de janeiro de 2011

A revolução é agora!


Acabei de assistir ao filme Zeitgeist: Moving Forward, um filme de aproximadamente 160 minutos que continua a colocar a ciência e tecnologia como solução absoluta para uma renovação socieconômica. Confesso que concordo com o potencial beneficio a ser proporcionado pelo uso da tecnologia a nosso favor, isso é facilmente observável, no entando, mais uma vez não abordam a questão da evolução espiritual da vida, mesmo sendo isto um fator preponderante para a evolução social.

Ao meu ver, enquanto o homem não desenvolver o seu lado espiritual a tecnologia disponível no mundo não será utilizada da maneira proposta pelo filme. Digo isso, pois haverá aqueles que a usarão em beneficio próprio ou para uma minoria elitista. Precisamos sim iniciar uma revolução mundial, mas primeiramente é necessário uma revolução interna, sem a qual não teremos condições de criar algo como proposto no filme.

Pensem comigo: Se não deixarmos de ser egoístas, como é que vamos nos preocupar com o que acontecerá ao mundo daqui a 50 anos? Os jovens de hoje que assim como o velho industrial ganancioso e egoísta  de ontem, e que ainda possui um conceito de vida linear e finito, onde nossa vida começa com o nascimento e cessa com a morte, não se importam com os males que suas ações causam e causarão para o planeta. Essas pessoas representaram, representam e representarão barreiras para nossa evolução como sociedade.

Não conseguiremos cidades completamente planejadas sem que os idealizadores pensem no bem maior, e para isso precisam estar em harmonia com o povo, caso contrário veremos obras como a ampliação da marginal tiête em São Paulo, onde foram investido 1 bilhão e 300 milhões de reais em uma obra que nem ao menos tem faixa para motociclista, mesmo sabendo que pessoas morrem todos os dias nesta via.

Zeitgeist 3, passa um modelo muito bom de sustentabilidade que poderemos sim implantar quando evoluirmos espiritualmente, sairmos da Matrix e nos rebelarmos contra este sistema escravo o qual nos é imposto como única forma de organização.

Aproveitem o filme, busquem extrair dele as informações mais relevantes para você e não deixem de assistir por não concordarem com todo o conceito. Lembrem-se, não existe certo e errado, mas pontos de vista diferentes.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Será Zeitgeist uma criação Iluminati?


Para encerrar a “semana Zeitgeist”, posto hoje o documentário Zeitgeist Refutado.

Este filme é uma resposta as informações contidas na primeira parte de Zeitgeist, o filme. Nesta primeira parte os produtores apresentam informações que comprovariam como Jesus Cristo é apenas uma lenda, e que sua história é um plágio de outras religiões mais antigas. Esta parte do filme causou revolta em alguns cristãos e esses passaram a refutar toda o conceito do filme.

Concordo que tanto o primeiro filme quanto o segundo, Zeitgeist Addendum, possuem elementos que causem contradições em seu conceito para a reformulação da sociedade moderna. Mas acredito que podemos retirar algo de bom do que nos foi apresentado nos dois filmes e do terceiro que terá sua estréia neste mês.

Voltando ao filme resposta, apesar de ter o nome de Zeitgeist Refutado: Espirito do Tempo, o filme refuta apenas as idéias da primeira parte do filme, mas não cita uma vez se quer as outras duas partes , All the World’s A Stage e Don’t Mind the Men Behind The Curtain. Para aqueles que não assistiram ao filme, estas partes do filme falam da possibilidade dos ataques de 11 de setembro terem o aval do governo EUA e a segunda demonstra o domínio de algumas famílias sobre o sistema bancário.

O fato das criticas serem apenas contra uma das três partes do filme, penso que seu nome deveria ser: Zeitgeist parte 1 Refutado. Confesso também não ter concordado, no entanto, concordo com outros pontos do filme, mas muitos cristãos não conseguem ignorar esta parte do projeto e analisar as outras com imparcialidade. O segundo filme também tem seus problemas, na postagem deste filme aqui no blog, coloquei uma critica excelente feita por Luiz do blog livrenet.net.

Assim como Luiz, também tenho meus problemas com o conceito apresentado pelos dois filmes, mas como não sou um cristão com a mente repleta de dogmas religiosos, busco sempre colocar Deus acima de tudo. Vejo que o fato dos irmãos produtores terem uma visão que não aceita a vida de Cristo, não condena todo o seu trabalho e muito menos me fará perder fé naquele que nos mostrou o caminho para o futuro. Quanto ao que fato de algumas pessoas afirmarem que o Movimento Zeitgeist é uma criação dos Iluminati, eu sinceramente não sei, apenas procuro extrair algo de bom do conceito seguindo a premissa do yig-yang. 

Paz e Luz.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Zeitgeist Addendum

Quando assisti ao filme Zeitgeist Addendum, pensei que o Diretor havia encontrado a formula para iniciarmos uma sociedade nova,  livre dos velhos problemas. E ele realmente soluciona problemas, porém os de ordem material, sua proposta não resolve o problema interno do ser humano, que é um reflexo de sua pequena evolução espiritual. Estes conflitos a tecnologia que é a base para o desenvolvimento social proposto pelo diretor, infelizmente não é capaz de resolver sozinha.
O filme no geral é muito bom, pois contribui para formar nova visão de mundo, ele obviamente não é a solução definitiva, mas com certeza é um primeiro passo rumo a transformação que devemos realizar em nossa sociedade.
Sai então vasculhando a internet em busca de comentários de outras pessoas que também viram falhas no filme, foi então que encontrei o blog http://www.livrenet.net, que inaugurou seu espaço com um excelente post sobre o filme. Realmente gostei muito do artigo,  Luiz o autor do blog, conseguiu sintetizar tudo o que eu estava pensando neste post.  Então decidi colocar todo o seu post aqui no Disponível.
Abaixo texto retirado de http://www.livrenet.net.
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Idéias e considerações preliminares…

Antes que você imagine que esse é o post proveniente de algum tipo de extremista nas possíveis áreas do socialismo, comunismo, capitalismo, espere um pouco e deixe-me dizer algo: socialismo, comunismo e similares também possuem como base e força motriz trabalho, dinheiro, controle baseado em uma elite voraz que se alimenta do trabalho e das vidas de milhares para manter o próprio “sistema” funcionando. A diferença para o “capitalismo” é o modo como esse sistema se apresenta para a população participante. Em minha opinião, qualquer sistema governado por uma elite auto-proclamada e dita sabedora das necessidades de todos é nocivo.
Sou apartidário e não possuo uma religião. Acredito existir “algo maior”, porém não acredito nos deuses “personificados” apresentados como instrumento de controle moral e político.  Sou adepto da ponderação: dependendo da perspectiva, a maioria das coisas têm seu lado favorável e igualmente seu lado desfavorável. Acredito justamente que as convicções irredutíveis e não construídas com base na experiência, ponderação, interação, são a principal fonte da maioria dos problemas enfrentados no mundo hoje. As convicções e fanatismos irredutíveis presentes nas pessoas, nada mais são do que a tentativa desesperada de realizar-se como ser humano através de “algo”, um sintoma da falta de horizontes, perspectiva e esperança, caso aquelas idéias venham a falir, como se todo o sentido para a vida de tal individuo dependesse da veracidade absoluta de suas convicções.
Tenho alguma experiência e sei o quanto é difícil expressar idéias que propõem mudanças no pensamento, principalmente nestes tempos tão fervorosos em que as pessoas procuram desesperadamente dar um sentido e classificar sua vida em meio a um mundo tão massivo e estressante. Um mundo em que todos são de “extrema direita” ou de “extrema esquerda”, um mundo onde o “meio termo” fica cada vez mais distante: ou “você ama ou você odeia”.
Por favor, tente entender o que foi dito acima, vou apresentar um exemplo hipotético de para tentar driblar os prováveis preconceitos do leitor.
–Vamos supor que você, uma pessoa de atitude, seja contra o tão falado “império americano” e resolve constituir um país. Você decide que seu país será baseado no “amor fraternal” e terá uma base comunista, sem desigualdades sociais. Você então estabelece uma série de leis para manter a ordem de seu país e cria dispositivos para assegurar que nada interfira no “paraíso” recém criado. Para que um sistema funcione de maneira estável, além das regras internas, precisamos prevenir a interferência externa. Então são criados dispositivos para que as pessoas que residem no país não tenham qualquer tipo de contato externo e recebam educação especifica e direcionada apenas aos interesses da nação.  A principal justificativa é que essa privação é necessária para manter a estabilidade do sistema e proteger o interesse e o bem estar das pessoas (manter todos longe da terrível realidade do mundo exterior). Você começa a impor a população um modo de vida, decide o que é bom e o que é ruim.  Agora vem o detalhe interessante: você é da elite governante, está acima do bem e do mal. Você faz o que quiser, tem acesso ao que bem entender, enxerga além da muralha e experimenta além da muralha. Mas as pessoas em baixo das suas asas não. Você é a elite dominante, executa lavagem cerebral nos seus compatriotas através da propaganda, manipula idéias, situações e fatos, com o intuito de manter o sistema funcionando. E quando todo seu sistema estiver consolidado, você pode ser classificado como um hipócrita egoísta que não vive realmente ao lado de seu povo e também não experimenta todos os sintomas e efeitos colaterais gerados pelos seus métodos de controle. –
Provavelmente, se você chegou até aqui, deve pensar que estou demonstrando meu ódio contra o comunismo e que estou dizendo que somente o comunismo é assim. Vamos então revisar nosso mundo ocidental guiado pelo capitalismo e o grande império americano:
Muitos americanos não tem idéia do motivo pelo qual existe um sentimento anti america no mundo todo. Você pode então se perguntar: como é possível com tudo que acontece no mundo, com as guerras, com as políticas do ex-presidente Bush nocivas ao seu próprio povo e ao planeta, com as injustiças das guerras travadas atualmente, como é possível existir sequer um cidadão americano que não ENTENDA o porquê do antiamericanismo (alguns entendem)? Ao mesmo tempo, você automaticamente classifica todo aquele povo, seres humanos iguais a você, como malignos.
A resposta para a pergunta acima é simples e pode ser respondida usando um exemplo similar ao citado no parágrafo sobre o comunismo. O cidadão americano está ha muitos anos imerso em um tipo de “bolha”, vivendo em uma grande “Disneylandia”, crescendo com uma falsa percepção de liberdade, sendo amamentado pela mídia e pelo governo com idéias de que na américa a liberdade é real, que a américa está no mundo para lutar contra todo o mal e contra todos aqueles que se opuserem ao estilo de vida da liberdade. O americano “comum”, muitas vezes, não sabe indicar no mapa nem mesmo as suas próprias cidades, quanto mais os países do mundo. A maioria dos americanos possuem uma imagem distorcida sobre os outros países, enxergando apenas estereótipos, lugares do “bem ou lugares do mal”. Quem você acha que os deixou dessa maneira? Você realmente acha que aquelas pessoas são assim sem motivo? São porque são, nasceram assim? Talvez você pense assim, pois assume que os americano  têm acesso á ”informação ilimitada”, afinal, é o país da liberdade recheado de tecnologia e telecomunicação livre (será mesmo?). A dura verdade é que eles são bastante privados da realidade do mundo, privados de cultura geral, alimentados com medo e com idéias radicais. Supostamente eles possuem livre acesso a cultura, mas não são incentivados a buscar cultura geral, aprendem somente a classificar e estereotipar. Muitos crescem com a educação necessária para manter a máquina e o modo de vida que os EUA representam e só. Exatamente como um cidadão da falecida União Soviética que crescia sabendo somente o que era necessário, conhecendo somente aquele estilo de vida.
No cerne, a idéia sobre controle da população com o intuito de manter o sistema funcionado é similar ao exemplo do comunismo, a diferença é o modo como é implantando na população. A informação é recebida através do governo, jornais, suposta liberdade de expressão, filmes, séries de TV, voto facultativo, exército facultativo.  Imagine: como um país que não me obriga você a votar poderia estar errado? “Veja a que grau chega a sua liberdade…”
No fundo, somos todos iguais, e todo e qualquer controle aplicado, seja ele qual for, possui o intuito de manter um sistema funcionando, seja esse controle explícito ou velado.

Entra o filme documentário Zeitgeist…
No inicio do filme, Zeitgeist Addendum me empolgou bastante, pois trata justamente desses assuntos: a atual situação da sociedade mundial como um todo perante ao sistema no qual a mesma está imersa e a força motriz dessa realidade: o sistema monetário, não IMPORTANDO EM QUE PAÍS VOCÊ ESTÁ. Com um início marcante incluindo o trecho de um discurso de Jiddu Krishnamurti, o documentário parece objetivo, bem centrado e com forte embasamento teórico.
De uma maneira bastante objetiva, a primeira parte do documentário explica como o dinheiro é “criado”, qual é o papel do Federal Reserve (banco central dos EUA) e como todo o processo acaba armando um cenário de escravidão monetária em todos nós. É explicado também como os Estados Unidos expandiram seu império pelo mundo usando a força econômica, se aproveitando da falta de regulamentação em países menos desenvolvidos, usando a violência da concorrência desigual e ferramentas como empréstimos promovidos pelo banco mundial e FMI fantasiados de ajuda altruísta aos países em necessidade.
O documentário também explica o que é corporatocracia e mostra que a real elite governante não é o “governo” e sim os bancos e as corporações que os apóiam. É bastante interessante ver que várias ações promovidas pelo governo dos EUA nada têm a ver com a população e sim com os interesses das grandes corporações.
O documentário deveria ser aclamado por incentivar o pensamento crítico e expor de maneira fácil de entender os tantos sistemas de controle de massas, literalmente expor como a “máquina” funciona. Realmente, estava impressionado com o filme, pois parecia que alguém finalmente tinha produzido um documentário que retratava tantas idéias que há anos estavam em minha mente…
“Projeto Venus”: quando o documentário “apodrece”…
Em tópicos, apresento algumas idéias do “Projeto Venus”  já em contraste com meu entendimento e opinião.
 1 – Não tenho nada contra a percepção de que a humanidade se afasta cada vez mais da idéia de que tudo está relacionado e interligado, de que precisamos uns dos outros e que a própria natureza nos mostra isso. Não tenho nada contra a idéia de utilizar a tecnologia e automação realmente ao serviço do ser humano para livrá-lo de trabalhos desnecessários e permitir que todos se concentrem em atividades produtivas.
 2 – Concordo que precisamos viver mais como um planeta, raça humana, sem fronteiras. Precisamos pensar mais no bem comum, entender que precisamos nos unir. Entendo que para isso se tornar uma realidade, uma profunda transformação pessoal é necessária, uma “revolução radical interna”, deixar as religiões para trás, preconceitos e outras muletas.

3 – Posso concordar, até certo ponto, que temos recursos e poderíamos viver em uma sociedade não baseada em um sistema monetário, utilizando o avanço tecnológico e a pesquisa em diversas áreas em prol do bem comum. Usar fontes renováveis de energia e criar diversas soluções para que a sociedade possa gerenciar melhor seu meio ambiente, viver com mais igualdade e recursos para todos. Para isso precisamos reforçar a idéia do tópico 2: precisamos de uma profunda transformação pessoal, uma “revolução radical pessoal interna”, deixar as religiões para trás, preconceitos e outras muletas.  A mudança deve acontecer no seu íntimo, deixando de lado em primeiro lugar o medo.
 4 – O PROBLEMA: Quero MARCAR o início desse ultimo tópico UTILIZANDO COMO EXEMPLO A SEGUINTE IDÉIA RETIRDADA DO FILME SOBRE O FUTURO PROJETO VÊNUS: “TECNOLOGIA QUE AGE COMO UM PÊNDULO EM CARROS PARA PREVENIR QUE UM MOTORISTA BÊBADO CAUSE ACIDENTES”.
PRESTE MUITA ATENÇÃO AGORA: se você está achando que a minha crítica é a tal tecnologia citada, infelizmente, você não entendeu… Vamos lá: 
O problema é quando começamos a notar uma tendência nas idéias do projeto que levam à anomia (ausência de leis). Senti-me bastante incomodado com o fato de que o idealizador do projeto, mesmo em seu site e em materiais educativos, falha em explicar claramente como a sua sociedade seria regida, falando apenas sobre como as máquinas e a tecnologia poderiam ajudar.

A principal afirmação do organizador é que praticamente não precisaríamos de leis e legisladores, pois em uma sociedade sem desigualdades sociais e sem dinheiro, problemas como o roubo, desapareceriam. Em uma sociedade sem as pressões para “conseguir” dinheiro e adequar-se à “maquina”, as “paranóias e psicoses” do estressante mundo moderno desapareceriam, com isso, vários outros problemas de relacionamento interpessoal e infrações desapareceriam.
O argumento exposto acima não passa de uma falácia ridícula! Mas vamos seguir adiante…
Se prestarmos bastante atenção nas afirmações delirantes do organizador do projeto, que se chama Jacque Fresco notamos que ele tem uma forte tendência em jogar tudo “para cima” da tecnologia. Ele está longe de acreditar na raça humana em termos da índole do ser humano e isso destrói completamente o documentário, pois PISA na idéia da revolução radical interna proposta pelo sábio Krishnamurti e usada como BASE para o inicio do próprio filme.
Vamos deixar isso bem simples para aqueles que AINDA NÃO ENTENDERAM: se você não precisa de leis, pois quando alguém estiver dirigindo bêbado o carro terá uma tecnologia que evitará um acidente, então o bêbado autodestrutivo continua lá, não mudou!
Veja que isso só demonstra a falta de fé do organizador do projeto e do documentário no próprio ser humano. O que virá depois? Uma arma de caça que não dispara quando alguém tiver vontade de matar alguém? Ahhh, eu havia esquecido, em uma sociedade “querida” existem bêbados, mas você não tem vontade de matar ninguém, pois não precisa de dinheiro! Sim estou sendo bastante irônico. Você também não tem sentimento de inveja e anseios inalcançáveis, a máquina ajudara todos a ficarem iguais, inteligentes e bonitos! Mais ironia…
O mais interessante é notar que no “final das contas”, toda a natureza é baseada em leis, todo o sistema possui leis. Tudo é um sistema: no momento que uma criança está montando um castelinho de areia na beira da praia, está determinando um sistema e regras de delimitação.
“Para entender relações, precisamos estar livres de toda ideologia, de todos os preconceitos, não somente do preconceito daqueles não educados e ignorantes, mas também dos preconceitos da sabedoria.”
  ”A atual desordem social e miséria deve se resolver sozinha. Mas você e eu podemos e devemos ver a verdade sobre as relações e começar uma nova ação que não é baseada em necessidades mútuas e gratificação. Mera reforma da presente estrutura da sociedade sem alterar fundamentalmente nossas relações é um retrocesso. Uma revolução que mantém a utilização do homem como o meio para atingir objetivos, apesar de promissora, está fadada a mais guerras e lamentações. O final é sempre uma projeção do nosso condicionamento. O importante não é entender os novos padrões, as novas mudanças superficiais, mas entender o total processo do homem, que é você mesmo”.
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Quero acrescentar que uma mudança naquilo que chamamos de humanidade é essencial para que possamos alcançar a mudança sonhada por alguns. Muito se fala em apocalipse, mas para mim o fim do mundo nada mais é do que o fim daquilo que conhecemos por humanidade e o inicio da Irmandade. 

Para aqueles que terminaram a leitura de todo o post, convido a assistirem ao filme logo abaixo. Ele está completo e com legendas em português.

Zeitgeist, O filme.


Esse é o nome dado ao documentário de Peter Joseph produzido em 2007, e é dividido em três partes: 

·        
Em "The Greatest Story Ever Told" somos bombardeados por teorias envolvendo o cristianismo e sua equivalência a outras culturas religiosas mais antigas.
·   "All The World's A Stage" apresenta a possibilidade de os ataques em 11 de setembro, terem como arquiteto o governo Norte Americano.
·          A terceira parte,"Don't Mind The Men Behind The Curtain” aborda o sistema bancário,  nos mostrando como um pequeno numero de famílias consegue deter quase toda riqueza física disponível no mundo.

O filme recebeu muitas criticas devido seu conteúdo repleto de elementos conspiratórios, alguns acham o filme muito teórico e superficial. Também pudéra, pessoas que nunca pensaram fora da sua “casinha”, reagem negativamente a qualquer conceito contrário ao apresentado pela mídia de massa. É compreensível está reação, afinal até mesmo eu que estou acostumado a ouvir coisas novas, ao assistir o filme fiquei um pouco incomodado com a primeira parte, mas depois de refletir pude encaixar parte do que ouvi em meu quebra-cabeça. Já quanto a segunda e terceira parte, eu particularmente acredito que o governo dos EUA é uma marionete dos desejos egoístas daqueles que estão por traz da falsa democracia em que vivemos.

Apesar das críticas acredito que o tempo investido para assistir ao filme será válido a todos. Ouvir novos conceitos faz bem, pode reforçar ou enfraquecer sua confiança no sistema em que acredita.

Assista, questione as idéias apresentadas e discuta com outras pessoas. Escolha entre a pílula Azul e Vermelha.




domingo, 9 de janeiro de 2011

Movimento Zeitgeist

Faço aqui apenas a referência ao movimento independentemente das criticas direcionadas ao movimento. Acredito que a infeliz critica feita ao cristianismo na primeira parte em Zeitgeist, o filme, fez com que muitas pessoas bloqueassem todo o conteúdo que restou do filme e conseqüentemente o considerem um braço da N.O.M.


Também não concordo com a primeira parte e em breve colocarei aqui no blog um filme que diz contestar Zeitgeist. No entanto, analisar o movimento de maneira mais abrangente não irá fazer de ninguém um conspirador da N.O.M.

Abaixo texto retirado do site oficial do movimento

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Objetivo

Os Meios são o Fim:

Pretendemos restaurar as necessidades fundamentais e a consciência ambiental da espécie revogando a maioria das idéias que temos de quem e o que realmente somos, juntamente como com a ciência, a natureza e a tecnologia (em vez de religião, política e dinheiro) são a chave para nosso crescimento pessoal, não só como indivíduos, mas como civilização, estrutural e espiritualmente. As percepções centrais dessa consciência são o reconhecimento dos elementos Emergentes e Simbióticos das leis naturais e de como o alinhamento dessa compreensão como base para nossas instituições pessoais e sociais, a vida na Terra transformar-se-á num sistema que crescerá continuamente, onde consequências negativas sociais como camadas sociais, guerras, preconceitos, elitismo e atividades criminosas serão constantemente reduzidos e, esperamos, venham a deixar de existir no comportamento humano.

Claro que, para muitos humanos, é uma possibilidade muito difícil de se considerar, uma vez que fomos condicionados pela sociedade a pensar que crime, corrupção e desonestidade são “como as coisas são”, que sempre haverá pessoas que querem abusar, ferir e tirar vantagem dos outros. A religião reforça fortemente essa propaganda, já que a mentalidade “nós e eles”, “bem e mal” promove essa falsa suposição.

A verdade é que vivemos numa sociedade que produz escassez. A consequência dessa escassez é que os humanos devem comportar-se de modo a se preservar, mesmo que isso signifique enganar e roubar para conseguirem o que querem. A nossa pesquisa concluiu que a escassez é uma das causas mais fundamentais de desvios de comportamento humano, além de levar a formas complexas de neurose. Uma análise estatística do vício em drogas, da criminalidade e da população carcerária demonstra que a pobreza e condições sociais não saudáveis são parte da experiência de vida das pessoas que adotam tais comportamentos.

Seres humanos não são bons ou maus... São o resultado da experiência de vida que os influenciam e estão sempre a mudar, sempre em movimento. A “qualidade” de um ser humano (se existisse algo assim) está diretamente relacionada a como foi criado e aos sistemas de crença aos quais ele foi condicionado.

Esse simples fato vem sendo gravemente ignorado e atualmente as pessoas pensam primitivamente que competição, ganância e corrupção são elementos “embutidos” no comportamento humano e, portanto, precisamos ter prisões, polícia e consequentemente uma hierarquia de controlo diferenciado para que a sociedade possa lidar com essas “tendências”. Isso é totalmente ilógico e falso.

x da questão é que para melhorar as coisas, você fundamentalmente precisa trabalhar nas raízes do problema. O atual sistema de “punição” usado pelas sociedades é ultrapassado, desumano e improdutivo. Quando um assassino em série é preso, a maioria das pessoas faz manifestações exigindo a morte dessa pessoa. Isso está errado. Uma sociedade realmente sã, que entende o que somos e como sistemas de valores são criados, pegaria esse indivíduo e aprenderia sobre os motivos por trás do seu comportamento violento. Essas informações passariam então por um departamento de pesquisa, que consideraria modos de evitar que factos como esse ocorressem através da educação.

É hora de pararmos de remediar. É hora de começarmos uma nova abordagem social que utilize os conhecimentos atuais. Tristemente, a nossa sociedade é amplamente baseada em determinações e resoluções ultrapassadas e supersticiosas. É importante ressaltar que não há utopias ou conclusões. Todas as evidências indicam infinitas atualizações em todos os níveis. Por sua vez, são as nossas ações pessoais quotidianas que moldam e perpetuam os sistemas sociais que adotamos. No entanto, paradoxalmente, são as influências do ambiente que criam as nossas perspectivas e, portanto, as nossas visões de mundo. Logo, a verdadeira mudança nascerá não só do ajuste das nossas decisões e compreensões pessoais, mas também da mudança das estruturas sociais que as influenciam.

Os sistemas elitistas de poder são pouco afetados por protestos tradicionais e movimentos políticos. Devemos dar um passo além dessas “rebeliões do sistema” e trabalhar com uma ferramenta muito mais poderosa: parar de apoiar o sistema, ao mesmo tempo em que propagamos o conhecimento, a paz, a união e a compaixão. Não podemos “lutar contra o sistema”. Ódio, ira e a mentalidade de “guerra” são um modo ineficaz de obter mudança, pois eles perpetuam a mesma ferramenta que os sistemas de poder corruptos estabelecidos utilizam para manter o controlo.

Distorção e Paralisia:

Precisamos entender que todos os sistemas são Emergentes e estão constantemente em evolução, juntamente com a realidade de que todos nós estamos Simbioticamente conectados à natureza e uns aos outros de modo simples, porém muito profundo, levando à percepção de que a nossa integridade pessoal é equivalente à do resto da sociedade. Então, perceberemos o quão distorcida e invertida é a nossa sociedade atual e como sua perpetuação é a causa maior da sua instabilidade. Por exemplo, o Sistema Monetário é há muito tempo considerado uma força positiva na nossa sociedade graças à sua alegação de que produz incentivos e progresso. Na verdade, o sistema monetário tornou-se um veículo para a divisão e controlo totalitário.

Ele é a expressão máxima do lema “Dividir e conquistar”, pois no seu núcleo estão as suposições de que (1) Devemos lutar uns com os outros para sobreviver e (2) Seres humanos precisam de um “estímulo” recompensador para fazer coisas significativas.

Quanto ao Número 1 (Devemos lutar uns com os outros para sobreviver), essa característica da competição no sistema é o que produz corrupção em todos os níveis da sociedade, pois parte do “nós contra eles”. Muitos argumentam que o sistema de “livre comércio” é bom... Mas ele é corrupto nos dias de hoje, graças às más políticas, favorecimento, auxílios financeiros, etc. Eles supõem que se um mercado livre “puro” fosse instituído, as coisas seriam melhores. Isso é falso, pois o que você está vendo hoje é o livre mercado em funcionamento com todas as suas desigualdades e corrupção. Não há lei que vá impedir vendas privilegiadas, conspirações, monopólios, abuso de mão-de-obra, poluição, obsolescência calculada e coisas do tipo... Isso é o que o sistema baseado em competição cria com eficiência, pois é baseado na premissa de tirar vantagem dos outros para obter lucro. Ponto final.

Precisamos começar a abandonar esses ideais opressivos e caminhar na direção de um sistema projectado para cuidar das pessoas... Não para forçá-las a lutar por sua sobrevivência. Quanto ao Número 2(“Seres humanos precisam de um ‘estímulo’ recompensador para fazer coisas significativas), essa é uma perspectiva triste e incrivelmente negativa do ser humano. Supor que uma pessoa precise ser “motivada estruturalmente” ou “forçada” a fazer algo é simplesmente absurdo. Lembre-se de quando você era criança e não tinha a menor ideia do que fosse o dinheiro. Você brincava, era curioso e fazia muitas coisas... Por quê? Simplesmente porque queria. No entanto, conforme o tempo passa no nosso sistema, a curiosidade e auto-motivação naturais são extirpadas das pessoas, pois elas são forçadas a ajustar-se a um sistema de trabalho especializado, fragmentado, quase predefinido para poderem sobreviver. Por sua vez, isso costuma criar uma revolta interior natural nas pessoas devido à obrigação e foi assim que separamos os momentos de “lazer” e de “trabalho”. A preguiça daqueles que defendem o sistema monetário (por alegar que ele cria estímulo) faz com que não reconheçam este fato. Numa sociedade verdadeira, as pessoas seguem as suas inclinações naturais e trabalham para contribuir para a sociedade – não porque são “pagas” para isso, mas porque têm uma consciência maior de que colaborar com a sociedade ajuda tanto a si próprias quanto a todas as outras pessoas. Esse é o estado elevado de consciência que esperamos transmitir. A recompensa por sua contribuição para a sociedade e o bem-estar daquela sociedade... o que, por consequência, é também o seu bem-estar.

Agora, colocando as coisas em perspectiva, é importante entendermos que nosso mundo é atual e inegavelmente conduzido por um pequeno grupo dominador em altos cargos nas instituições dominantes na nossa sociedade – Negócios e Finanças. O funcionamento do governo é regido pela influência e poder das corporações e dos bancos. O elemento vital é o dinheiro, que na verdade é uma ilusão e hoje tem pouca relevância para a sociedade, servindo como meio de manipulação e desunião num tipo de organização social que gera elitismo, crime, guerras e camadas sociais.

Ao mesmo tempo, as pessoas aprendem que ser “correto” é o que lhes atribui valor como seres humanos. Este conceito de “correto” está diretamente ligado aos valores vigentes na sociedade. Logo, aqueles que aceitam ou apóiam as visões do sistema social são considerados “normais”, enquanto aqueles que discordam são “anormais” ou “subversivos”. Seja isso o dogma de uma tradição social ou o alinhamento com uma religião mundialmente estabelecida, a base é a mesma: o Materialismo Intelectual. Quando percebemos que o conhecimento e, consequentemente, as instituições estão em constante evolução, vemos que qualquer sistema de crença que declare “saber” tudo, sem espaço para o debate, é uma perspectiva errônea. A religião, baseada na fé, é a grande agente de distorção, já que alega ter respostas definitivas sobre as origens mais complexas da humanidade, e isso simplesmente não é possível num universo emergente.

Compreendendo isso, percebemos então que as pessoas que foram condicionadas a aceitar completamente esses ensinamentos estáticos são tão perigosas quanto as Estruturas de Poder Estabelecidas, pois tornam-se “guardiãs voluntárias do status quo”. Isso aplica-se a todos os sistemas, principalmente ao político, ao financeiro e ao religioso. Uma vez que a identidade das pessoas associa-se às doutrinas da ética de um PaísReligião ou Empresa, torna-se muito difícil mudá-la, já que sua identidade está mesclada às das ideologias que lhe foram impostas. Assim, os ensinamentos estáticos continuam a perpetuar a doutrina da instituição, simplesmente para manter a sua integridade pessoal como eles a percebem. Precisamos quebrar esse ciclo, pois ele paralisa o nosso crescimento não só como indivíduos, mas como sociedade.

Verdade e Transição

Uma vez que nós compreendamos que a integridade de nossa existência como pessoas está diretamente relacionada à integridade do Planeta Terra, da vida e de todos os outros seres humanos, teremos então um caminho predefinido. Além disso, quando percebermos que são a ciência, a tecnologia e, portanto, a criatividade humana que trazem progresso para as nossas vidas, seremos capazes de reconhecer as nossas verdadeiras prioridades para o crescimento pessoal e social e para o progresso. Posto isso, podemos ver que a Religião, a Política e o Sistema de Trabalho baseado em Dinheiro/Competição são modos desatualizados de operação social que agora precisam ser abordados e transcendidos. A nossa meta é um sistema social que funciona sem dinheiro ou política, ao mesmo tempo que permite que as superstições percam terreno à medida que a educação avançar. Ninguém tem o direito de dizer ao outro em que acreditar, pois nenhum ser humano tem a compreensão completa de nenhum assunto. Entretanto, se prestarmos atenção aos processos naturais da vida, podemos ver como eles se alinham à natureza e assim o nosso caminho fica mais claro. Por exemplo, muitas pessoas estão preocupadas com o crescimento populacional, enquanto comentários assustadores de pessoas como Henry Kissinger sugerem que seja necessário algum tipo de “redução”. Porém, a pergunta principal continua a ser: o crescimento populacional é tão mau assim? A resposta é: em uma perspectiva científica, o planeta pode suportar muito mais pessoas se necessário, desde que haja investimentos em alta tecnologia. 70% do nosso planeta é coberto de água e podem ser construídas cidades sobre o mar (um dos muitos projetos de Jacque Fresco, que são o próximo passo). Por sua vez, a educação sobre o funcionamento da vida informará às pessoas sobre as consequências dos seus interesses reprodutivos e o crescimento populacional será reduzido naturalmente à medida que as pessoas percebam como elas estão ligadas ao planeta à capacidade de sustentação.

Na verdade, o único verdadeiro “governo” que pode haver é o gerenciamento da Terra e dos seus recursos. A partir daí, todas as possibilidades podem ser consideradas. Por isso, é necessária uma unificação intelectual entre os países, pois as informações mais valiosas que podemos ter como espécie são uma avaliação detalhada e completa do que temos neste planeta. Assim como você avalia o solo e os recursos antes de plantar algo, precisamos fazer o mesmo com o planeta para otimizar aquilo que podemos fazer enquanto espécie, em termos de recursos.

Naturalmente, muitos dos que analisarem as idéias apresentadas acima vão perguntar: “Como podemos fazer isso, considerando o sistema de valores distorcidos em vigência? Como faremos essa transição? Essa é a pergunta mais difícil. A resposta: temos de começar por algum lado. Há muitas coisas que podem ser feitas por uma única pessoa ou comunidade que podem começar a moldar essa visão. O passo mais importante é a educação.

Em 15 de Março de 2009 (o Dia Z, como foi chamado em 2008) houve uma série de ações mundiais para aumentar a consciência sobre esse caminho sociológico. A nossa esperança é termos encontros regionais em tantas cidades, estados e países quanto for possível. Nós aqui do Zeitgeistmovement.com vamos trabalhar para oferecer material em todas as línguas que pudermos e faremos o possível para ajudar cada subgrupo. Nós nunca pediremos dinheiro. Estamos aqui para ajudar, pois entendemos uma verdade central que está esquecida há muito tempo: quanto mais você dá, mais você recebe.

Obrigado pela sua ajuda.

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Fonte: 

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