Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.

Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Aliens do Passado - History Channel

                                    

Alienígenas do Passado exploram 75 milhões de anos de provas contundentes sobre a vida dos extraterrestres no planeta Terra - desde a era dos dinossauros ao Antigo Egito, até os céus azuis de hoje do oeste do Arizona, nos Estados Unidos. Algumas teorias asseguram que os extraterrestres vêm interagindo com os habitantes da Terra no decorrer dos séculos, e que mudaram o curso da história humana.

Erich von Däniken teórico alienígena e outros como ele acreditam que, há milhares de anos, extraterrestres pousaram na Terra, onde foram recebidos como deuses e ajudaram a moldar a civilização humana. Mas quais provas poderiam existim de tal encontro? Os defensores da teoria oferecem dois tipos de provas: textos religiosos antigos e amostras físicas, tais como desenhos rupestres, esculturas em pedra e pirâmides. Esta curioso? Aqui está uma breve introdução de alguns dos exemplos mais famosos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A DOUTRINA DO CHOQUE. A ascensão do capitalismo de desastre.

Em A Doutrina do Choque, Naomi Klein derruba o mito de que o mercado livre global triunfou democraticamente. Expor o pensamento, o rastro do dinheiro e as cordas de marionete por trás das crises e as guerras dos últimos quatro décadas que mudaram o mundo. The Shock Doctrine uma emocionante história de como o "mercado livre" e a política Americana passaram a dominar o mundo - através da exploração de desastres que chocam as pessoas e países.

Na conjuntura mais caótica na guerra civil do Iraque, uma nova lei é criada para permitir Shell e BP  reivindicar as reservas em petróleo do país .... Imediatamente após o 11 de setembro, a Administração Bush silencia fontes externas, o funcionamento da "Guerra ao Terror" para Halliburton e a Blackwater .... Depois de um tsunami varrer a costa sudeste da Ásia, as praias imaculadas foram leiloadas para estâncias turísticas .... Moradores de Nova Orleans, espalhados pelo furacão Katrina, descobriram que suas casas, hospitais e escolas publicas nunca mais seriam reconstruidas.... Estes eventos são exemplos da "doutrina do choque": usando desorientação do público,  seguido de choques coletivos - guerras, ataques terroristas ou catástrofes naturais - para conseguir o controle através da imposição de terapia de choque econômico. Às vezes, quando os dois primeiros choques não conseguem aniquilar a resistência, um terceiro choque é empregado: o eletrodo na cela de prisão ou a arma Taser nas ruas.

Para mais informações acesse o site oficial da autora aqui.

Jonathan Chait, editor sênior da New Republic, faz duras criticas a obra de Naomi Klein. Ele se espanta com a falta de conhecimento de Naomi Klein a respeito da direita americana.

Para ler mais a respeito da critica ao livro clique aqui.

Assista ao documentário abaixo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

The birth of Israel.

(Reino unido, 2008, 58min – Procução: BBC)

"A conquista da aldeia foi conduzida com grande brutalidade. Famílias inteiras - mulheres, pessoas idosas, crianças - foram mortas e pilhas de corpos se acumularam. Alguns dos prisioneiros levados aos lugares de detenção, incluindo mulheres e crianças, foram brutalmente assassinados pelos guardas. Entre os prisioneiros estava uma jovem mãe e o bebê. Os guardas mataram o bebê na frente da mãe e depois que ela desmaiou, também a mataram." (relatório de militar israelense sobre a invasão israelita em uma aldeia palestina, 12 de abril de 1948).

Israel se estabeleceu no território palestino graças à vários fatores, dentre eles a ocupação inglesa na Palestina, o Holocausto, a pressão norte-americana sobre a ONU. As incursões israelenses de enorme violência ainda perduram, graças ao poder econômico que se aliou ao poder das armas. Para os palestinos, expulsos de suas casas e aldeias até os dias atuais, a Guerra de Independência de Israel ainda é conhecida como "A Catástrofe". As raízes desse conflito são determinantes para entendermos que nunca haverá paz na região, enquanto não forem resolvidas as atrocidades e injustiças cometidas há 60 anos atrás.

Acesse http://news.bbc.co.uk/2/hi/78601.stm e entenda mais sobre a formação do Estado de Israel.

Assista aqui ao documentário The Birth of Israel



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Inside Job - A verdade sobre a crise.


O tema de Inside Job é a crise financeira global de 2008. Possui pesquisas e entrevistas extensas com financistas, políticos, jornalistas e acadêmicos. O filme segue uma narrativa que é dividido em cinco partes.

Ele centra-se sobre as mudanças no setor financeiro na década que levou à crise, o movimento político na direção da desregulamentação, e como o desenvolvimento do comércio complexos, tais como o mercado de derivativos permitiu um grande aumento no risco de ter que contornar os regulamentos mais velhos, que eram destinados para controlar o risco sistêmico . Ao descrever a crise que se manifestava, o filme também aborda os conflitos de interesses no sector financeiro, muitos dos quais ele sugere não são devidamente divulgados. O filme sugere que estes conflitos de interesses afetou agências de notação de crédito, bem como acadêmicos que recebem financiamento como consultores, mas não divulgar essas informações em sua escrita acadêmica, e que esses conflitos tiveram contribuíram para agravar ainda mais a crise.

Um tema importante é a pressão do setor financeiro sobre o processo político para evitar a regulamentação e as formas que ela é exercida. Um conflito em discussão é a prevalência da porta giratória, em que os reguladores financeiros podem ser contratados dentro do setor financeiro após o abandono do governo e fazer milhões.

Dentro do mercado de derivativos, o filme alega que os altos riscos que começaram com empréstimos subprime foram transferidos de investidores para outros investidores que, devido a práticas questionáveis ​​de classificação, falsamente acreditaram que os investimentos eram seguros. Assim, os credores foram levados a realizar hipotecas sem considerar o risco, aceitando maior taxa de juros nos empréstimos, já que, uma vez que essas hipotecas eram embalados em conjunto, o risco estava disfarçado. Segundo o filme, os produtos resultantes, muitas vezes têm classificação AAA , o equivalente a títulos do governo norte americano. Os produtos podem ser usados ​​até mesmo por investidores como fundos de pensão que são obrigados a limitar-se aos investimentos mais seguros.

Outro ponto é o alto salário na indústria financeira, e como ela tem crescido nas últimas décadas fora de proporção com o resto da economia. Mesmo com os bancos que falharam, o filme mostra como executivos de bancos estavam fazendo centenas de milhões de dólares no período imediatamente anterior à crise, que foi mantido, novamente sugerindo que o risco/benefício é positivo.

O diretor Ferguson  apresenta outro tema pouco abordado, que é o papel da academia na crise. Por exemplo, na Universidade de Harvard trabalha o economista e ex-chefe do Conselho de Assessores Econômicos do presidente Ronald Reagan, Martin Feldstein. Ele era diretor da companhia de seguros AIG e antigo membro do conselho do banco de investimentos JP Morgan & Co.

Ferguson também observa que muitos dos professores líderes e membros da faculdade de liderança da economia e estabelecimentos de ensino de negócios, muitas vezes tem grande parte dos seus rendimentos a partir de qualquer envolvimento como consultores ou palestras. Por exemplo, o reitor atual da Columbia Business School , Glenn Hubbard recebeu um grande percentual de sua renda anual atuando como um consultor ou por meio de palestras. Hubbard também foi associada com a KKR e financeira BlackRock . Hubbard, bem como atual presidente do departamento de economia de Harvard, John Y. Campbell, negam a existência de qualquer conflito de interesses entre a academia eo setor bancário.

O filme acaba afirmando que apesar das recentes regulamentações financeiras, o sistema subjacente não mudou, os bancos estão crescendo e os incentivos permanecem os mesmos, e nenhum executivo top foi processado pelo seu papel no colapso financeira mundial .

fonte: Wikipedia

Abaixo segue o a introdução do documentário. Para aqueles que desejam assistir o filme poderem encontrá-lo na internet para download, - talvez não tão fácil agora devido a SOPA - eu até havia postado ele no youtube, mas devido a isso perdi minha conta.

sábado, 2 de abril de 2011

A revolução não será televisionada.

(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.


O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.

É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.

A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.

Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.

As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.

Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.

O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.

Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.

Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.

Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.

A preparação e organização dos trabalhadores e das massas populares para fazer frente ao antagonismo das classes dominantes e do imperialismo norte-americano, que a luta de classes coloca na ordem do dia, não pode depender da iniciativa “espontânea” das massas exploradas. O fato de, neste episódio, elas terem se levantado e vencido o golpe não poderia justificar a manutenção desse nível de organização política. Debilidade que se evidenciaria perigosa para a defesa dos interesses do povo venezuelano.
Estes pontos estimulam todos os revolucionários e verdadeiros democratas a refletirem sobre a luta antiimperialista. A experiência recente da América Latina é rica neste sentido. Cabe aprender com os erros e não se contentar com as insuficiências que batalhas vitoriosas possam ocultar, desviando o povo do caminho da luta pela libertação nacional.

Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.

fonte: http://www.cecac.org.br/

Assista aqui ao documentário.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ouro Azul. A guerra mundial pela água.

Apesar de ser chamado de planeta Terra, nosso pequeno planeta azul tem 70% de sua superfície coberta por água. Ela pode apresentar-se de diferentes formas: salgada ou doce, pura ou mineralizada, à superfície ou subterrânea, em gelo, neve, granizo, chuva, vapor e ainda como o principal constituinte dos seres vivos.

De toda água existente no planeta, pouco mais de 97% estão nos Oceanos e Mares e menos de 3% é água doce. Destes pouco menos de 1% esta facilmente disponível para consumo, pois quase 2% está sob a forma de gelo nos polos.

A sua distribuição no planeta é variável, uma vez que a água encontra-se em permanente ciclo  natural da água ou ciclo hidrológico. As grandes civilizações sempre se desenvolveram próximo a uma fonte de água potável, porém, a civilização moderna está acabando com o pouco de água doce disponível para consumo. Esse alerta já é dado há anos, e os únicos a se preocuparem com isso são as grandes corporações da água que a cada ano compram mais territórios ricos em potencial hídrico, tornando-se cada vez mais poderosas.

A população ignorante e hipnotizada pelo consumo desenfreado imposto por este sistema capitalista ainda não se preocupa com isso. Uma vez que em sua maioria nunca viveu sem água e só descobrimos o valor de algo quando o perdemos. Muitos lugares no planeta sofrem com a falta de água potável e muitos outros ainda irão sofrer, e quem irá lucrar com isso serão estas corporações que tomaram para si um bem que é inerente a todos os seres vivos deste planeta.

Ouço muitas pessoas dizendo que não há como faltar água para o povo, elas depositam suas expectativas no processo de dessalinização. E eu lhes pergunto: Quem irá fazer este processo gratuitamente? Pois, a não ser que se tenha a tecnologia e os meios necessários para realizar o processo, teremos que pagar para alguém fazer. E se existe uma coisa da qual não vivemos sem é a água.

Aqui em São Paulo pagamos mais caro em um litro de gasolina do que em mil litros de água distribuida pela SABESP. E por ser tão barata é tratada com total desrespeito pela população. Nossos rios quando não estão assoreados estão poluídos em menor ou maior grau. Como produzimos muito lixo e não damos um destino ecológico a ele, estamos também poluindo as água subterrâneas através do chorume. Estamos criando nosso próprio destino e ele será muito seco.

O documentário abaixo discorre sobre um dos maiores bens que possuímos em nosso planeta: a água! Convido a todos a assistirem e pensarem um pouco mais sobre este bem tão valioso e desprezado atualmente pelo homem. Devo lembrar a todos os brasileiros que estamos sobre o maior reservatório de água potável do planeta, e que em uma eventual disputa por este liquido tão valioso, nós seremos o alvo mundial!

Clique aqui e veja a todos os vídeos em sequência

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cimática. A influências das ondas em nossa vida.

Cimática é o estudo das ondas. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras em um meio.

Um experimento simples demonstrando a visualização da cimática pode ser feito espalhando areia sobre um disco de metal e fazendo-o vibrar. Podemos fazer isso passando um arco de violino na borda do disco, com isso a areia se organizará em padrões de onda estacionária como simples círculos concêntricos. Quanto mais alta a freqüência, mais complexas as formas produzidas, sendo certas formas similares às mandalas tradicionais.

Mas afinal o que isso tem a ver conosco?
Bom se o som é capaz de organizar a matéria nas mais variadas formas, isso é equivalente a dizer  que os átomos se organizam de acordo com a freqüência vibratória que recebem, sendo nosso corpo formados por moléculas que por sua vez são formadas por átomos, podemos concluir que somos fisicamente reflexo do nosso ambiente.  Isso pode levar a conclusão de que não temos o domínio sobre nosso corpo, porém isso é um ledo engano.

Todo o nosso organismo e composto de células. Uma célula é um pequeno compartimento de membrana que contém todas as substâncias químicas e moléculas que ajudam e dão apoio à vida de um organismo. Elas são criadas com base em um código genético, o nosso DNA.  Se o DNA é responsável pela formação celular, quem o programou? Uma vez que uma estrutura tão poderosa não pode ser obra do acaso.

Para responder isso, pense em um violão. Este instrumento pode emitir um som maravilhoso, porém, se suas cordas estiverem frouxas ele não produzira nada bonito, mas basta ajustar a corda até o ponto certo e ela vibra de maneira harmônica, produzindo assim um belo som. Nosso corpo assim como esta corda também precisa vibrar na freqüência certa para funcionar corretamente, e o nosso ambiente tem um fator determinante nisso, pois ele esta carregado com nossas energias que consciente ou inconscientemente emitimos a todo o instante. Esta energia é captada pelo nosso DNA que por sua vez produzira células harmônicas ou não. Isso demonstra como somos os únicos responsáveis pelo funcionamento de nosso corpo.

O Dr. Masaru Emoto, realizou estudos com moléculas de água e demonstrou como o ambiente pode interferir na estrutura desta molécula. Veja o vídeo clicando aqui.

Voltando a Cimática e ao fato de que quanto mais alta for à freqüência das vibrações, mais complexos são os arranjos celulares produzidos por ela, podemos perceber que nossa estrutura física é fruto de alta vibração, devido a complexidade que podemos observar.
Sabendo que nossos sentimentos ao mesmo tempo em que sofrem influência do meio, também o influenciam e toda esta carga que jogamos no meio seja ela positiva ou negativa irá se atrair através do fenômeno da atração, onde opostos se distraem e dispostos se atraem.    Será essa confluência de energia que irá ditar o padrão vibracional do nosso ambiente, que por sua vez influenciará nossa estrutura física.

As vibrações que nos influenciam não param por ai, não podemos esquecer que nosso planeta que além de vivo também vibra, todos os planetas e estrelas de nosso sistema solar também vibram, assim como nosso sol. Não podemos negar que recebemos influência deles como também os influenciamos, e poderemos elevar isso cada vez mais longe dentro de nossa galáxia e posteriormente no universo.

O que podemos fazer com essa informação?
Quando se compreende que somos nossa própria barreira contra uma vida de saúde e felicidade, podemos começar a mudar nossos padrões de pensamento e com isso acabar com quase todos os problemas existentes hoje em nossa sociedade. Pois uma vez que podemos através de nosso DNA capitar vibrações mais altas e com isso produzir estruturas mais complexas, podemos então ter corpos mais sutis. Portadores de corpos menos densos, nosso espírito gozará de uma liberdade maior, mesmo em estado de vigília e isso é determinante para nossa evolução como seres.

Esse assunto poderia se estender mais e mais, por isso peço aqueles que se interessem pelo assunto queiram trocar idéias e conceitos, participem do blog deixando sua mensagem.

Abaixo  você poderá assistir ao filme Kymatica, aconselho aqueles que queiram ver o filme que o façam sem pressa ou preconceitos religiosos. Para assistir em sequência clique aqui.

domingo, 30 de janeiro de 2011

A revolução é agora!


Acabei de assistir ao filme Zeitgeist: Moving Forward, um filme de aproximadamente 160 minutos que continua a colocar a ciência e tecnologia como solução absoluta para uma renovação socieconômica. Confesso que concordo com o potencial beneficio a ser proporcionado pelo uso da tecnologia a nosso favor, isso é facilmente observável, no entando, mais uma vez não abordam a questão da evolução espiritual da vida, mesmo sendo isto um fator preponderante para a evolução social.

Ao meu ver, enquanto o homem não desenvolver o seu lado espiritual a tecnologia disponível no mundo não será utilizada da maneira proposta pelo filme. Digo isso, pois haverá aqueles que a usarão em beneficio próprio ou para uma minoria elitista. Precisamos sim iniciar uma revolução mundial, mas primeiramente é necessário uma revolução interna, sem a qual não teremos condições de criar algo como proposto no filme.

Pensem comigo: Se não deixarmos de ser egoístas, como é que vamos nos preocupar com o que acontecerá ao mundo daqui a 50 anos? Os jovens de hoje que assim como o velho industrial ganancioso e egoísta  de ontem, e que ainda possui um conceito de vida linear e finito, onde nossa vida começa com o nascimento e cessa com a morte, não se importam com os males que suas ações causam e causarão para o planeta. Essas pessoas representaram, representam e representarão barreiras para nossa evolução como sociedade.

Não conseguiremos cidades completamente planejadas sem que os idealizadores pensem no bem maior, e para isso precisam estar em harmonia com o povo, caso contrário veremos obras como a ampliação da marginal tiête em São Paulo, onde foram investido 1 bilhão e 300 milhões de reais em uma obra que nem ao menos tem faixa para motociclista, mesmo sabendo que pessoas morrem todos os dias nesta via.

Zeitgeist 3, passa um modelo muito bom de sustentabilidade que poderemos sim implantar quando evoluirmos espiritualmente, sairmos da Matrix e nos rebelarmos contra este sistema escravo o qual nos é imposto como única forma de organização.

Aproveitem o filme, busquem extrair dele as informações mais relevantes para você e não deixem de assistir por não concordarem com todo o conceito. Lembrem-se, não existe certo e errado, mas pontos de vista diferentes.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Será Zeitgeist uma criação Iluminati?


Para encerrar a “semana Zeitgeist”, posto hoje o documentário Zeitgeist Refutado.

Este filme é uma resposta as informações contidas na primeira parte de Zeitgeist, o filme. Nesta primeira parte os produtores apresentam informações que comprovariam como Jesus Cristo é apenas uma lenda, e que sua história é um plágio de outras religiões mais antigas. Esta parte do filme causou revolta em alguns cristãos e esses passaram a refutar toda o conceito do filme.

Concordo que tanto o primeiro filme quanto o segundo, Zeitgeist Addendum, possuem elementos que causem contradições em seu conceito para a reformulação da sociedade moderna. Mas acredito que podemos retirar algo de bom do que nos foi apresentado nos dois filmes e do terceiro que terá sua estréia neste mês.

Voltando ao filme resposta, apesar de ter o nome de Zeitgeist Refutado: Espirito do Tempo, o filme refuta apenas as idéias da primeira parte do filme, mas não cita uma vez se quer as outras duas partes , All the World’s A Stage e Don’t Mind the Men Behind The Curtain. Para aqueles que não assistiram ao filme, estas partes do filme falam da possibilidade dos ataques de 11 de setembro terem o aval do governo EUA e a segunda demonstra o domínio de algumas famílias sobre o sistema bancário.

O fato das criticas serem apenas contra uma das três partes do filme, penso que seu nome deveria ser: Zeitgeist parte 1 Refutado. Confesso também não ter concordado, no entanto, concordo com outros pontos do filme, mas muitos cristãos não conseguem ignorar esta parte do projeto e analisar as outras com imparcialidade. O segundo filme também tem seus problemas, na postagem deste filme aqui no blog, coloquei uma critica excelente feita por Luiz do blog livrenet.net.

Assim como Luiz, também tenho meus problemas com o conceito apresentado pelos dois filmes, mas como não sou um cristão com a mente repleta de dogmas religiosos, busco sempre colocar Deus acima de tudo. Vejo que o fato dos irmãos produtores terem uma visão que não aceita a vida de Cristo, não condena todo o seu trabalho e muito menos me fará perder fé naquele que nos mostrou o caminho para o futuro. Quanto ao que fato de algumas pessoas afirmarem que o Movimento Zeitgeist é uma criação dos Iluminati, eu sinceramente não sei, apenas procuro extrair algo de bom do conceito seguindo a premissa do yig-yang. 

Paz e Luz.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Zeitgeist Addendum

Quando assisti ao filme Zeitgeist Addendum, pensei que o Diretor havia encontrado a formula para iniciarmos uma sociedade nova,  livre dos velhos problemas. E ele realmente soluciona problemas, porém os de ordem material, sua proposta não resolve o problema interno do ser humano, que é um reflexo de sua pequena evolução espiritual. Estes conflitos a tecnologia que é a base para o desenvolvimento social proposto pelo diretor, infelizmente não é capaz de resolver sozinha.
O filme no geral é muito bom, pois contribui para formar nova visão de mundo, ele obviamente não é a solução definitiva, mas com certeza é um primeiro passo rumo a transformação que devemos realizar em nossa sociedade.
Sai então vasculhando a internet em busca de comentários de outras pessoas que também viram falhas no filme, foi então que encontrei o blog http://www.livrenet.net, que inaugurou seu espaço com um excelente post sobre o filme. Realmente gostei muito do artigo,  Luiz o autor do blog, conseguiu sintetizar tudo o que eu estava pensando neste post.  Então decidi colocar todo o seu post aqui no Disponível.
Abaixo texto retirado de http://www.livrenet.net.
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Idéias e considerações preliminares…

Antes que você imagine que esse é o post proveniente de algum tipo de extremista nas possíveis áreas do socialismo, comunismo, capitalismo, espere um pouco e deixe-me dizer algo: socialismo, comunismo e similares também possuem como base e força motriz trabalho, dinheiro, controle baseado em uma elite voraz que se alimenta do trabalho e das vidas de milhares para manter o próprio “sistema” funcionando. A diferença para o “capitalismo” é o modo como esse sistema se apresenta para a população participante. Em minha opinião, qualquer sistema governado por uma elite auto-proclamada e dita sabedora das necessidades de todos é nocivo.
Sou apartidário e não possuo uma religião. Acredito existir “algo maior”, porém não acredito nos deuses “personificados” apresentados como instrumento de controle moral e político.  Sou adepto da ponderação: dependendo da perspectiva, a maioria das coisas têm seu lado favorável e igualmente seu lado desfavorável. Acredito justamente que as convicções irredutíveis e não construídas com base na experiência, ponderação, interação, são a principal fonte da maioria dos problemas enfrentados no mundo hoje. As convicções e fanatismos irredutíveis presentes nas pessoas, nada mais são do que a tentativa desesperada de realizar-se como ser humano através de “algo”, um sintoma da falta de horizontes, perspectiva e esperança, caso aquelas idéias venham a falir, como se todo o sentido para a vida de tal individuo dependesse da veracidade absoluta de suas convicções.
Tenho alguma experiência e sei o quanto é difícil expressar idéias que propõem mudanças no pensamento, principalmente nestes tempos tão fervorosos em que as pessoas procuram desesperadamente dar um sentido e classificar sua vida em meio a um mundo tão massivo e estressante. Um mundo em que todos são de “extrema direita” ou de “extrema esquerda”, um mundo onde o “meio termo” fica cada vez mais distante: ou “você ama ou você odeia”.
Por favor, tente entender o que foi dito acima, vou apresentar um exemplo hipotético de para tentar driblar os prováveis preconceitos do leitor.
–Vamos supor que você, uma pessoa de atitude, seja contra o tão falado “império americano” e resolve constituir um país. Você decide que seu país será baseado no “amor fraternal” e terá uma base comunista, sem desigualdades sociais. Você então estabelece uma série de leis para manter a ordem de seu país e cria dispositivos para assegurar que nada interfira no “paraíso” recém criado. Para que um sistema funcione de maneira estável, além das regras internas, precisamos prevenir a interferência externa. Então são criados dispositivos para que as pessoas que residem no país não tenham qualquer tipo de contato externo e recebam educação especifica e direcionada apenas aos interesses da nação.  A principal justificativa é que essa privação é necessária para manter a estabilidade do sistema e proteger o interesse e o bem estar das pessoas (manter todos longe da terrível realidade do mundo exterior). Você começa a impor a população um modo de vida, decide o que é bom e o que é ruim.  Agora vem o detalhe interessante: você é da elite governante, está acima do bem e do mal. Você faz o que quiser, tem acesso ao que bem entender, enxerga além da muralha e experimenta além da muralha. Mas as pessoas em baixo das suas asas não. Você é a elite dominante, executa lavagem cerebral nos seus compatriotas através da propaganda, manipula idéias, situações e fatos, com o intuito de manter o sistema funcionando. E quando todo seu sistema estiver consolidado, você pode ser classificado como um hipócrita egoísta que não vive realmente ao lado de seu povo e também não experimenta todos os sintomas e efeitos colaterais gerados pelos seus métodos de controle. –
Provavelmente, se você chegou até aqui, deve pensar que estou demonstrando meu ódio contra o comunismo e que estou dizendo que somente o comunismo é assim. Vamos então revisar nosso mundo ocidental guiado pelo capitalismo e o grande império americano:
Muitos americanos não tem idéia do motivo pelo qual existe um sentimento anti america no mundo todo. Você pode então se perguntar: como é possível com tudo que acontece no mundo, com as guerras, com as políticas do ex-presidente Bush nocivas ao seu próprio povo e ao planeta, com as injustiças das guerras travadas atualmente, como é possível existir sequer um cidadão americano que não ENTENDA o porquê do antiamericanismo (alguns entendem)? Ao mesmo tempo, você automaticamente classifica todo aquele povo, seres humanos iguais a você, como malignos.
A resposta para a pergunta acima é simples e pode ser respondida usando um exemplo similar ao citado no parágrafo sobre o comunismo. O cidadão americano está ha muitos anos imerso em um tipo de “bolha”, vivendo em uma grande “Disneylandia”, crescendo com uma falsa percepção de liberdade, sendo amamentado pela mídia e pelo governo com idéias de que na américa a liberdade é real, que a américa está no mundo para lutar contra todo o mal e contra todos aqueles que se opuserem ao estilo de vida da liberdade. O americano “comum”, muitas vezes, não sabe indicar no mapa nem mesmo as suas próprias cidades, quanto mais os países do mundo. A maioria dos americanos possuem uma imagem distorcida sobre os outros países, enxergando apenas estereótipos, lugares do “bem ou lugares do mal”. Quem você acha que os deixou dessa maneira? Você realmente acha que aquelas pessoas são assim sem motivo? São porque são, nasceram assim? Talvez você pense assim, pois assume que os americano  têm acesso á ”informação ilimitada”, afinal, é o país da liberdade recheado de tecnologia e telecomunicação livre (será mesmo?). A dura verdade é que eles são bastante privados da realidade do mundo, privados de cultura geral, alimentados com medo e com idéias radicais. Supostamente eles possuem livre acesso a cultura, mas não são incentivados a buscar cultura geral, aprendem somente a classificar e estereotipar. Muitos crescem com a educação necessária para manter a máquina e o modo de vida que os EUA representam e só. Exatamente como um cidadão da falecida União Soviética que crescia sabendo somente o que era necessário, conhecendo somente aquele estilo de vida.
No cerne, a idéia sobre controle da população com o intuito de manter o sistema funcionado é similar ao exemplo do comunismo, a diferença é o modo como é implantando na população. A informação é recebida através do governo, jornais, suposta liberdade de expressão, filmes, séries de TV, voto facultativo, exército facultativo.  Imagine: como um país que não me obriga você a votar poderia estar errado? “Veja a que grau chega a sua liberdade…”
No fundo, somos todos iguais, e todo e qualquer controle aplicado, seja ele qual for, possui o intuito de manter um sistema funcionando, seja esse controle explícito ou velado.

Entra o filme documentário Zeitgeist…
No inicio do filme, Zeitgeist Addendum me empolgou bastante, pois trata justamente desses assuntos: a atual situação da sociedade mundial como um todo perante ao sistema no qual a mesma está imersa e a força motriz dessa realidade: o sistema monetário, não IMPORTANDO EM QUE PAÍS VOCÊ ESTÁ. Com um início marcante incluindo o trecho de um discurso de Jiddu Krishnamurti, o documentário parece objetivo, bem centrado e com forte embasamento teórico.
De uma maneira bastante objetiva, a primeira parte do documentário explica como o dinheiro é “criado”, qual é o papel do Federal Reserve (banco central dos EUA) e como todo o processo acaba armando um cenário de escravidão monetária em todos nós. É explicado também como os Estados Unidos expandiram seu império pelo mundo usando a força econômica, se aproveitando da falta de regulamentação em países menos desenvolvidos, usando a violência da concorrência desigual e ferramentas como empréstimos promovidos pelo banco mundial e FMI fantasiados de ajuda altruísta aos países em necessidade.
O documentário também explica o que é corporatocracia e mostra que a real elite governante não é o “governo” e sim os bancos e as corporações que os apóiam. É bastante interessante ver que várias ações promovidas pelo governo dos EUA nada têm a ver com a população e sim com os interesses das grandes corporações.
O documentário deveria ser aclamado por incentivar o pensamento crítico e expor de maneira fácil de entender os tantos sistemas de controle de massas, literalmente expor como a “máquina” funciona. Realmente, estava impressionado com o filme, pois parecia que alguém finalmente tinha produzido um documentário que retratava tantas idéias que há anos estavam em minha mente…
“Projeto Venus”: quando o documentário “apodrece”…
Em tópicos, apresento algumas idéias do “Projeto Venus”  já em contraste com meu entendimento e opinião.
 1 – Não tenho nada contra a percepção de que a humanidade se afasta cada vez mais da idéia de que tudo está relacionado e interligado, de que precisamos uns dos outros e que a própria natureza nos mostra isso. Não tenho nada contra a idéia de utilizar a tecnologia e automação realmente ao serviço do ser humano para livrá-lo de trabalhos desnecessários e permitir que todos se concentrem em atividades produtivas.
 2 – Concordo que precisamos viver mais como um planeta, raça humana, sem fronteiras. Precisamos pensar mais no bem comum, entender que precisamos nos unir. Entendo que para isso se tornar uma realidade, uma profunda transformação pessoal é necessária, uma “revolução radical interna”, deixar as religiões para trás, preconceitos e outras muletas.

3 – Posso concordar, até certo ponto, que temos recursos e poderíamos viver em uma sociedade não baseada em um sistema monetário, utilizando o avanço tecnológico e a pesquisa em diversas áreas em prol do bem comum. Usar fontes renováveis de energia e criar diversas soluções para que a sociedade possa gerenciar melhor seu meio ambiente, viver com mais igualdade e recursos para todos. Para isso precisamos reforçar a idéia do tópico 2: precisamos de uma profunda transformação pessoal, uma “revolução radical pessoal interna”, deixar as religiões para trás, preconceitos e outras muletas.  A mudança deve acontecer no seu íntimo, deixando de lado em primeiro lugar o medo.
 4 – O PROBLEMA: Quero MARCAR o início desse ultimo tópico UTILIZANDO COMO EXEMPLO A SEGUINTE IDÉIA RETIRDADA DO FILME SOBRE O FUTURO PROJETO VÊNUS: “TECNOLOGIA QUE AGE COMO UM PÊNDULO EM CARROS PARA PREVENIR QUE UM MOTORISTA BÊBADO CAUSE ACIDENTES”.
PRESTE MUITA ATENÇÃO AGORA: se você está achando que a minha crítica é a tal tecnologia citada, infelizmente, você não entendeu… Vamos lá: 
O problema é quando começamos a notar uma tendência nas idéias do projeto que levam à anomia (ausência de leis). Senti-me bastante incomodado com o fato de que o idealizador do projeto, mesmo em seu site e em materiais educativos, falha em explicar claramente como a sua sociedade seria regida, falando apenas sobre como as máquinas e a tecnologia poderiam ajudar.

A principal afirmação do organizador é que praticamente não precisaríamos de leis e legisladores, pois em uma sociedade sem desigualdades sociais e sem dinheiro, problemas como o roubo, desapareceriam. Em uma sociedade sem as pressões para “conseguir” dinheiro e adequar-se à “maquina”, as “paranóias e psicoses” do estressante mundo moderno desapareceriam, com isso, vários outros problemas de relacionamento interpessoal e infrações desapareceriam.
O argumento exposto acima não passa de uma falácia ridícula! Mas vamos seguir adiante…
Se prestarmos bastante atenção nas afirmações delirantes do organizador do projeto, que se chama Jacque Fresco notamos que ele tem uma forte tendência em jogar tudo “para cima” da tecnologia. Ele está longe de acreditar na raça humana em termos da índole do ser humano e isso destrói completamente o documentário, pois PISA na idéia da revolução radical interna proposta pelo sábio Krishnamurti e usada como BASE para o inicio do próprio filme.
Vamos deixar isso bem simples para aqueles que AINDA NÃO ENTENDERAM: se você não precisa de leis, pois quando alguém estiver dirigindo bêbado o carro terá uma tecnologia que evitará um acidente, então o bêbado autodestrutivo continua lá, não mudou!
Veja que isso só demonstra a falta de fé do organizador do projeto e do documentário no próprio ser humano. O que virá depois? Uma arma de caça que não dispara quando alguém tiver vontade de matar alguém? Ahhh, eu havia esquecido, em uma sociedade “querida” existem bêbados, mas você não tem vontade de matar ninguém, pois não precisa de dinheiro! Sim estou sendo bastante irônico. Você também não tem sentimento de inveja e anseios inalcançáveis, a máquina ajudara todos a ficarem iguais, inteligentes e bonitos! Mais ironia…
O mais interessante é notar que no “final das contas”, toda a natureza é baseada em leis, todo o sistema possui leis. Tudo é um sistema: no momento que uma criança está montando um castelinho de areia na beira da praia, está determinando um sistema e regras de delimitação.
“Para entender relações, precisamos estar livres de toda ideologia, de todos os preconceitos, não somente do preconceito daqueles não educados e ignorantes, mas também dos preconceitos da sabedoria.”
  ”A atual desordem social e miséria deve se resolver sozinha. Mas você e eu podemos e devemos ver a verdade sobre as relações e começar uma nova ação que não é baseada em necessidades mútuas e gratificação. Mera reforma da presente estrutura da sociedade sem alterar fundamentalmente nossas relações é um retrocesso. Uma revolução que mantém a utilização do homem como o meio para atingir objetivos, apesar de promissora, está fadada a mais guerras e lamentações. O final é sempre uma projeção do nosso condicionamento. O importante não é entender os novos padrões, as novas mudanças superficiais, mas entender o total processo do homem, que é você mesmo”.
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Quero acrescentar que uma mudança naquilo que chamamos de humanidade é essencial para que possamos alcançar a mudança sonhada por alguns. Muito se fala em apocalipse, mas para mim o fim do mundo nada mais é do que o fim daquilo que conhecemos por humanidade e o inicio da Irmandade. 

Para aqueles que terminaram a leitura de todo o post, convido a assistirem ao filme logo abaixo. Ele está completo e com legendas em português.

Zeitgeist, O filme.


Esse é o nome dado ao documentário de Peter Joseph produzido em 2007, e é dividido em três partes: 

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Em "The Greatest Story Ever Told" somos bombardeados por teorias envolvendo o cristianismo e sua equivalência a outras culturas religiosas mais antigas.
·   "All The World's A Stage" apresenta a possibilidade de os ataques em 11 de setembro, terem como arquiteto o governo Norte Americano.
·          A terceira parte,"Don't Mind The Men Behind The Curtain” aborda o sistema bancário,  nos mostrando como um pequeno numero de famílias consegue deter quase toda riqueza física disponível no mundo.

O filme recebeu muitas criticas devido seu conteúdo repleto de elementos conspiratórios, alguns acham o filme muito teórico e superficial. Também pudéra, pessoas que nunca pensaram fora da sua “casinha”, reagem negativamente a qualquer conceito contrário ao apresentado pela mídia de massa. É compreensível está reação, afinal até mesmo eu que estou acostumado a ouvir coisas novas, ao assistir o filme fiquei um pouco incomodado com a primeira parte, mas depois de refletir pude encaixar parte do que ouvi em meu quebra-cabeça. Já quanto a segunda e terceira parte, eu particularmente acredito que o governo dos EUA é uma marionete dos desejos egoístas daqueles que estão por traz da falsa democracia em que vivemos.

Apesar das críticas acredito que o tempo investido para assistir ao filme será válido a todos. Ouvir novos conceitos faz bem, pode reforçar ou enfraquecer sua confiança no sistema em que acredita.

Assista, questione as idéias apresentadas e discuta com outras pessoas. Escolha entre a pílula Azul e Vermelha.