Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.
Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.
terça-feira, 17 de maio de 2011
E começa a disputa pelo Ártico.
Durante anos, as forças militares das nações do Ártico como a Rússia, EUA, Canadá, Noruega e Dinamarca, tem assistindo o derretimento do gelo no extremo norte e se preparando para afirmar as suas aspirações para a exploração do petróleo e gás que estão cobertas pelo gelo.
O que acho estranho é que estamos segundo os signatários do protocolo de Kyoto, estamos lutando contra o aquecimento global. E o norte americano Al Gore insiste em dizer para o mundo que o gás carbônico é o responsável pelo aquecimento do planeta, e se não estou enganado este é o produto da queima do petróleo.
Agora fica a dúvida: Se estamos todos engajados na diminuição das emissões de gases com o intuito de diminuir o aquecimento global, e assim salvar as geleiras e seu ecossistema, bem como a vida na terra. Por que estes países estão iniciando uma disputa por aquele território inóspito em busca de petróleo, que segundo Al Gore é o vilão da vida na terra? Será que eles sabem mais do que dizem ao povo?
Eu não acredito em aquecimento global gerado pelo homem, pois como todos sabem toda a terra já foi coberta de gelo e ao que parece não está mais. Nosso planeta passou e passará por diversos ciclos e esta lógica é propositalmente suprimida por estes países que desejam apenas frear o desenvolvimento de países como o Brasil. Prova disso é esta disputa pelos recursos naturais do Ártico, que poderá ser um bom motivo para as nações bélicas iniciarem uma demonstração de poderio militar.
Não deixe de ler:
http://www.greenpeace.org/usa/en/news-and-blogs/campaign-blog/wikileaks-hillary-clinton-fighting-secret-arc/blog/34741
http://gas2.org/2011/05/16/do-we-risk-armed-conflict-over-arctic-oil-drilling/
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sábado, 2 de abril de 2011
A revolução não será televisionada.
(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.
A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.
Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.
As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.
Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.
O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.
Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.
Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.
Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.
A preparação e organização dos trabalhadores e das massas populares para fazer frente ao antagonismo das classes dominantes e do imperialismo norte-americano, que a luta de classes coloca na ordem do dia, não pode depender da iniciativa “espontânea” das massas exploradas. O fato de, neste episódio, elas terem se levantado e vencido o golpe não poderia justificar a manutenção desse nível de organização política. Debilidade que se evidenciaria perigosa para a defesa dos interesses do povo venezuelano.
Estes pontos estimulam todos os revolucionários e verdadeiros democratas a refletirem sobre a luta antiimperialista. A experiência recente da América Latina é rica neste sentido. Cabe aprender com os erros e não se contentar com as insuficiências que batalhas vitoriosas possam ocultar, desviando o povo do caminho da luta pela libertação nacional.
Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.
fonte: http://www.cecac.org.br/
Assista aqui ao documentário.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Enfim termina a maior porcaria midiática do Brasil, o BBB.
Artigo originalmente criado por Brizola Neto, publicado no blog Tijoçalo:
Mais cedo postei artigo (insuspeito, de um dirigente de bancomultinacional) falando do peso da educação no desenvolvimento chinês.
Agora, antes de almoçar, leio uma matéria que seria irônica, se não fosse trágica.
E, também, no insuspeitíssimo O Globo.
É que o blog do Big Brother, certamente por distração de seus mentores, publica a seguinte informação:
“Na quarta-feira, 30 de março, existirão 169 ex-integrantes do “Big Brother Brasil”. Um número que chama atenção ao ser posto, lado a lado, ao de profissionais com carteira assinada em algumas atividades regulamentadas pelo Ministério do Trabalho: hoje, no Brasil, existem 18 geoquímicos, 34 oceanógrafos, 77 médicos homeopatas e 147 arqueólogos, entre outros ofícios. No entanto, na mesma quarta, alguém estará R$ 1,5 milhão mais rico (ou menos pobre, dependendo do ponto de vista), e não será um desses trabalhadores.”
Pois é. Mas o que o “brother” vai ganhar é nada, perto do que a Globo fatura. Ano passado foram R$ 300 milhões; em 2011, estima-se, R$ 400 milhões. E fatura porque as grandes empresas pagam para patrocinar.
Não tenho notícia de uma grande empresa patrocinando uma universidade. Não tenho notícia de uma multinacional investindo na formação de oceanógrafos, ou de arqueólogos, ou de homeopatas, ou geoquímicos.
Nem vejo os nossos gloriosos colunistas dizendo que as empresas devem ter uma função social, como prevê, desde 1946, a nossa Constituição.
Nada contra as moças e rapazes que estão ali tentando um lugar ao sol que, em nosso país, durante décadas, nos acostumamos a não merecer pelo estudo, pelo trabalho, pela austeridade. “Faz parte”, como dizia o bordão de um ex-”brother”.
Mas tudo contra o império do interesse comercial moldando, a seu bel-prazer, um comportamento social marcado pela competição a qualquer preço, pelo exibicionismo, pelo vazio, para embolsar milhões.
Sempre é bom repetir o que diz o artigo 221 de nossa Constituição:
A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;
II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;
III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;
IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.
É por isso que quando a Globo fala em princípios, em educação, em trabalho honesto, em respeito ao ser humano, o cheiro da hipocrisia se espalha no ar.
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EUA despejam Urânio empobrecido na Líbia.
Reproduzo reportagem de David Wilson, publicado no sítio Diário Liberdade:
"Os mísseis que levam pontas dotadas de urânio empobrecido se ajustam com perfeição à descrição de bomba suja... Eu diria que é a arma perfeita para assassinar montões de pessoas". Marion Falk, especialista em física química (aposentada), Laboratório Lawrence Livermore, Califórnia, EUA.
Nas primeiras 24 horas do ataque contra a Líbia, os B-2 dos EUA despejaram 45 bombas de 2000 libras de peso cada uma [algo menos que 1000 quilos]. Estas enormes bombas, junto com os mísseis Cruise lançados desde aviões e barcos britânicos e franceses, continham ogivas de urânio empobrecido.
O urânio empobrecido é o produto de resíduos do processo de enriquecimento de urânio. Utiliza-se nas armas e reatores nucleares. Devido ser uma substância muito pesada, 1,7 mais densa que o chumbo, é muito valorizado no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios.
Quando uma arma que leva uma ponta de urânio empobrecido golpeia um objeto sólido, como uma parte de um tanque, penetra através dele e depois explode formando uma nuvem candente de vapor. O vapor se assenta como poeira, uma poeira que não só é venenosa, mas também radioativa.
Um míssil com urânio empobrecido quando impacta queima a 10.000ºC. Quando alcança um objetivo, os 30% se fragmenta em estilhaços. Os 70% restantes se evaporam em três óxidos altamente tóxicos, inclusive o óxido de urânio. Esta poeira negra permanece suspensa no ar, e dependendo do vento e do clima, pode viajar sobre grandes distâncias.
Se vocês pensam que o Iraque e a Líbia estão muito longe, lembrem-se que a radiação de Chernobyl chegou até o País de Gales no Reino Unido. É muito fácil inalar partículas de menos de 5 mícrons de diâmetro, que podem permanecer nos pulmões ou em outros órgãos durante anos.
![]() |
| Filho de iraquiano exposto ao Urânio empobrecido |
No ataque da operação "comoção e pavor" contra o Iraque, foram despejadas, só em Bagdá, 1.500 bombas e mísseis. Seymour Hersh afirmou que só a Terceira Frota de Aviação dos Fuzileiros dos EUA despejou mais de "500 mil toneladas de munição". E tudo isso levava pontas de urânio empobrecido.
Al-Jazeera informou que as forças invasoras estadunidenses dispararam 200 toneladas de material radioativo contra edifícios, casas, ruas e jardins de Bagdá. Um jornalista do Christian Sciente Monitor levou um contador Geiger até zonas da cidade que haviam sofrido uma dura chuva de artilharia das tropas estadunidenses. Encontrou níveis de radiação entre 1.000 a 1.900 vezes acima do normal em zonas residenciais. Com uma população de 26 milhões de habitantes, isso significa que os EUA despejaram uma bomba de uma tonelada para cada 52 cidadãos iraquianos, o que significa dizer, cerca de 20 quilos de explosivo por pessoa.
William Hague [Secretário de Estado de Assuntos Externos britânico] disse que iríamos à Líbia "para proteger os civis e as zonas habitadas por civis". Vocês não tem que olhar muito longe para ver a quem e o quê está se "protegendo".
Nas primeiras 24 horas, os "aliados gastaram" 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Um informe sobre controle de armamento realizado na União Europeia afirmava que seus Estados membros concederam em 2009 licenças para a venda de armas e sistemas de armamento à Líbia pelo valor de 333.657 milhões de euro. Grã-Bretanha concedeu licenças às empresas de armamento para a venda de armas à Líbia no valor de 24.700 milhões de euro e o Coronel Kadafi pagou também para que se enviasse às SAS [sigla em inglês para Serviço Especial Aéreo] para treinar sua 32ª Brigada.
Aposto que nos próximos 4 bilhões e 500 milhões de anos William Hague não vai ir de férias ao Norte da África.
* Tradução de Lucas Morais.
___________________________________________________________
Façam uma breve pesquisa na internet sobre Urânio empobrecido e irão ficar surpreendidos com o potencial devastador deste metal.
http://ceticismo.wordpress.com/ciencia-tecnologia/a-polemica-sobre-o-uranio-empobrecido/
http://resistir.info/eua/du_moret.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ur%C3%A2nio_empobrecido
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Podem existir até 2 bilhões de "Terras", segundo a NASA.
Dois bilhões de planetas de tamanho semelhante ao da Terra, e esse numero representa somente as "Terras" em nossa galáxia, a Via Láctea. Agora, imaginem que cientistas estimam que existam mais de 50 bilhões de outras galáxias no Universo. Como disse um sábio Rabi há muito tempo: "há muitas moradas na casa de meu Pai"
Essas informações foram obtidas pela NASA através das explorações do telescópio Kepler (ler matéria da folha online).
Com um numero tão grande de possíveis planetas habitáveis como o nosso, fica quase impossível manter a infantil idéia de que estamos sozinhos no Universo. Percebam que aos poucos estão nos dizendo que a vida não é exclusividade do planeta Terra. Claro que isso não é novidade para muitas pessoas, porém ainda há muitas outras que não são capazes de compreender a grandeza do universo e suas infinitas possibilidades para o desenvolvimento da vida.
Com certeza há milhares de civilizações em diferentes níveis de evolução em nossa galáxia, não consigo imaginar que seja diferente. E se há bilhões de planetas com condições de abrigar vida sobre ele, assim como acontece no nosso planeta azul, o que lhes faz pensar que só aqui a vida se desenvolveu da maneira como a conhecemos?
Assim como estamos em constante evolução e em todas as áreas do conhecimento, em outros planetas a vida pode ser menos ou mais desenvolvida. Não a limite para a evolução.
Se hoje estamos no início da exploração espacial, com certeza há outras civilizações que a dominam há centenas de milhares de anos e outras que ainda usam outros seres para se locomover em terra. Enfim, possuímos vizinhos em toda a nossa galáxia e com certeza muitos deles nos visitam e nos tutelam desde o início de nossa civilização.
Estamos chegando ao tempo onde ninguém mais terá duvida sobre a existência dos chamados Extraterrestres, pois esses serão a nós apresentados, seja por nossos governantes ou por eles mesmo.
![]() |
Ilustração de Corot-7b, o primeiro planeta rochoso encontrado fora
do Sistema Solar, achado por sonda europeira.
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Com um numero tão grande de possíveis planetas habitáveis como o nosso, fica quase impossível manter a infantil idéia de que estamos sozinhos no Universo. Percebam que aos poucos estão nos dizendo que a vida não é exclusividade do planeta Terra. Claro que isso não é novidade para muitas pessoas, porém ainda há muitas outras que não são capazes de compreender a grandeza do universo e suas infinitas possibilidades para o desenvolvimento da vida.
Com certeza há milhares de civilizações em diferentes níveis de evolução em nossa galáxia, não consigo imaginar que seja diferente. E se há bilhões de planetas com condições de abrigar vida sobre ele, assim como acontece no nosso planeta azul, o que lhes faz pensar que só aqui a vida se desenvolveu da maneira como a conhecemos?
Assim como estamos em constante evolução e em todas as áreas do conhecimento, em outros planetas a vida pode ser menos ou mais desenvolvida. Não a limite para a evolução.
Se hoje estamos no início da exploração espacial, com certeza há outras civilizações que a dominam há centenas de milhares de anos e outras que ainda usam outros seres para se locomover em terra. Enfim, possuímos vizinhos em toda a nossa galáxia e com certeza muitos deles nos visitam e nos tutelam desde o início de nossa civilização.
Estamos chegando ao tempo onde ninguém mais terá duvida sobre a existência dos chamados Extraterrestres, pois esses serão a nós apresentados, seja por nossos governantes ou por eles mesmo.
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domingo, 20 de março de 2011
Guerra na Líbia, uma vitrine para a venda de armas.
Hoje começaram os ataques a Líbia, ataques estes que tiveram o apoio do ultimo homem a receber o prêmio Nobel da Paz, o presidente Norte Americano Barack Obama.
Essa invasão hipócrita esta sendo apoiada por países que até antes das revoltas populares, mantinham relações com Muammar Khadafi. A França, que hoje liderou os ataques a Líbia, firmou em 2007 acordos de cooperação bilateral, esses acordos incluiram as áreas de segurança, energia e pesquisa científica. Já os Estados Unidos destinaram US$ 300 mil em 2010 ao treinamento de soldados líbios dentro do programa Capacitação e Educação Militar Internacional. Para 2011, estavam previstos US$ 350 mil.
Hoje vejo aviões da França atacando as forças de Khadafi, os mesmos aviões que a frança tenta sem sucesso vender ao mundo. Enquanto as França mostra seus aviões ao mundo na tentativa de vende-los, os EUA disparam centenas de mísseis Tomahawk, que custam cada um US$ 569.000,00. Somente hoje foram jogados em solo Líbio US$ 56.900.000,00, ou seja, R$ 94.454.000,00.
Fico pensando quantas pessoas seriam alimentadas com os dólares que foram queimados somente hoje pelo grande "Nobel da Paz". Com todo o dinheiro que será usado nesta "batalha para a defesa do povo libio", acredito que seria possível ajudar no desenvolvimento agrícola de países da África. Isso sim seria atitude de um Nobel da Paz.
Assim como quase todo o mundo, eu não conheço quase nada da vida do povo libio. O que sei sobre os desmandos de Muammar Khadafi é o que a grande mídia divulgou recentemente, mas todos sabemos não podemos confiar muito nela. Se o líder libio é o mostro que a mídia diz, me pergunto por que esses países que hoje o estão atacando, até recentemente mantinham relações com ele. Espero que isso não tenha a ver com o petróleo!
A desculpa de ajudar é velha, com essa mesma desculpa a guerra no Afeganistão já dura quase 10 anos e somente o ano passado morreram 2,4 mil civis em, uma média de seis por dia, um recorde em nove anos de guerra, anunciou a organização não governamental ARM (Afghan Rights Monitor). E o que essa falsa guerra contra o terrorismo levou de benefícios aquele país?
Essa guerra na Líbia somente servirá para tomarem conta do petróleo, destruirem aquele país e cobrarem milhões para reconstruí-lo. E não podemos esquecer das possíveis bases militares que serão construídas lá para uma possível ataque ao Irã.
É meus amigos o mundo precisa da gente, não podemos mais assistir ações como essa e simplesmente pensar: "É a coisa está feia na Líbia!"
Hoje a louvável revolução do povo libio, está sendo usada por grandes potências que possuem apenas o desejo de vender aviões, apropriar-se das reservas de petróleo e fazer com que suas empreiteiras faturem bilhões com a reconstrução daquilo que destruíram. Amanhã faltará água e boa terra para plantações. E quando essa hora chegar, prepare-se, pois em outros países estarão falando: "É a coisa esta feia no Brasil!"
fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110319_franca_libia_ataque_cc.shtml
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sarkozy-visita-kadafi-e-pode-reviver-relacao-entre-libia-e-ue,24425,0.htm
http://www.ips.org/ipsbrasil.net/nota.php?idnews=6858
Não deixem de assistir ao documentário 'Obama Decepcion' .
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sexta-feira, 18 de março de 2011
Mensalão do DEM bancou até campanhas do PSDB, diz Arruda
O ex-governador José Roberto Arruda, afastado do cargo durante o escândalo do mensalão no governo do Distrito Federal, denunciou o envolvimento de vários políticos de seu partido, o DEM, e também do PSDB, no esquema de captação ilegal de recursos junto a empresários para financiar campanhas. Em entrevista à Veja Online, Arruda afirmou que nomeou afilhados políticos, conseguiu avião para viagens, pagou por programas de TV e pediu ajuda a empresários.
A entrevista, segundo advogados de Arruda, foi feita em setembro, antes do primeiro turno da eleição de 2010, à revista Veja, da Editora Abril, responsável pelo site. Procurada, a direção de Veja não quis responder à afirmação dos advogados.
Em 2009, o ex-governador foi filmado recebendo R$ 50 mil do delator do caso, Durval Barbosa. De acordo com Arruda, pessoas que se beneficiaram “largamente” durante seu mandato foram “desleais” com ele após a divulgação da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal (PF), que desmontou o esquema de corrupção. Arruda renunciou ao cargo para não ter o mandato cassado e depois passou dois meses preso na PF em Brasília
“As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso”, afirmou Arruda, numa confissão de culpa.
“Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido”, agregou. “Pedia ajuda a esses empresários. Dizia: 'Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’. Eles sempre ajudaram”, diz Arruda, ressaltando que um dos beneficiados foi o novo presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN).
Tucanos na mira
O PSDB igualmente recebeu doações do mensalão do DEM. “A ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções”, afirmou o ex-governador. Na eleição presidencial de 2010, quando o tucano José Serra formou chapa com o ex-deputado Índio da Costa (DEM-RJ).
O presidente nacional do PSDB nega qualquer ajuda. “Estive com Arruda algumas vezes, sempre tivemos relações cordiais, mas nunca recebi qualquer forma de ajuda financeira dele para campanhas do PSDB”, disse Guerra (PE). Já o secretário-geral tucano, Eduardo Jorge, confirmou que pediu ajuda de Arruda no início de seu governo no Distrito Federal para saldar dívidas do partido.
Segundo Jorge, a ajuda teria sido feita por "um empresário amigo" a partir da interferência de Arruda e que a doação foi oficialmente declarada à Justiça eleitoral. O tucano, porém, se negou a informar qual o valor nem identificou o doador. “Mesmo se soubesse, não diria.”
Arruda – que renunciou ao cargo para não ter o mandato cassado e depois passou dois meses preso na Polícia Federal em Brasília – disse na entrevista que fez todos os repasses para o DEM, com o aval do então presidente Rodrigo Maia (RJ). Ele citou dez políticos que lhe pediram recursos, como o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), os ex-senadores Marco Maciel (DEM-PE) e Sergio Guerra (PSDB-PE) e os deputados Ronaldo Caiado (DEM-GO) e ACM Neto (DEM-BA).
“Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. E atendi os pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos”, enfatiza o ex-governador. Os acusados negaram que a origem dos recursos era ilegal e ameaçam processar Arruda. Segundo o ex-governador, somente o presidente do DEM pode responder se esse dinheiro foi declarado.
Os bastidores
Na entrevista, Arruda cita reunião na casa de Marco Maciel, na presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e do ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause. O objetivo era discutir ajuda à reeleição do ex-senador. “Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso R$ 150 mil por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, R$ 75 mil por mês”, revelou Arruda. Maciel não se elegeu.
Arruda deu detalhes da outras ajudas: “Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir R$ 150 mil para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas”. A mágoa do ex-governador é explícita: “Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar”.
Agripino negou que tenha pedido ajuda de Arruda nas últimas eleições municipais. “Ele cita Micarla e diz que ela, inclusive foi à casa dele agradecer. Que ela seja ouvida. É uma coisa checável. Micarla não tem mais ligações políticas comigo, não faz parte da minha aliança. Ouça-se a prefeita”, diz Agripino.
Demóstenes reagiu com virulência. “É um bandido, um delinquente, um vagabundo”. O senador afirmou que vai processar Arruda. “Nunca tive um encontro reservado com esse vagabundo. Ele vai ter que provar o que disse. É um jogo de porco que ele quer para levar todo mundo para o chiqueiro.”
Da bajulação à deslealdade
Lideranças dos “demos” na Câmara também foram denunciadas por Arruda. “O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília”, afirmou Arruda. Caiado agora ameaça: “Se Arruda continuar a criar factóides e a mentir, não apresentar provas, vai receber mais processos. O lugar de Arruda é na Papuda”.
O deputado, no entanto, admitiu ter se encontrado com Arruda e cerca de 20 empresários do setor de transportes, mas negou que a reunião tenha sido realizada a seu benefício. “Ele queria se apoderar dessas linhas para fazer um projeto político-eleitoral e invadir as áreas do estado de Goiás”, defendeu-se.
Rodrigo Maia é mais um alvejado. “Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador”, diz o ex-governador.
“Nunca estive com Arruda para tratar da campanha de Salvador. Não recebi, nem diretamente, nem indiretamente, por meio do partido, qualquer recurso”, afirma ACM Neto. Maia admite que Arruda era influente e ajudou o DEM, mas negou que os recursos eram ilegais e que o ex-governador tenha ajudado na campanha do Rio. “Está tudo registrado na contabilidade do partido”, diz.
O ex-governador dispara contra os citados: “Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo”.
fonte:
http://www.vermelho.org.br
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