Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.

Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os Maias apontam 2012 como o fim de um ciclo.


Um dos mais antigos povos da América Central, os Maias destacam-se até hoje por sua organizada estrutura de ciência, história, arte e religião. Das várias profecias feitas por esse povo, há mais de 5 mil anos, a que mais chama a atenção de cientistas e filósofos de todo o mundo é a exatidão e o mistério contidos no calendário maia, que cita o ano 2012 como um ano-chave para mudanças em nosso planeta e o fim de um ciclo. No entanto, as sete profecias que marcam a civilização maia trazem, acima de tudo, esperança e conscientização.

Os maias acreditavam que a nossa Galáxia segue um ciclo imutável, o que pode e deve ser mudado é a consciência da humanidade rumo à evolução. Eles apontam que sua civilização era a quinta iluminada pelo Sol, ou seja, estavam no quinto grande ciclo solar e, por conseqüência, outras quatro já haviam passado pela Terra e foram destruídas por desastres naturais.

Os maias previram que o Sol mudará a sua polarização em 22 de dezembro de 2012, após receber um raio sincronizado com origem no centro da Galáxia, um raio que dará origem a explosões solares iniciando a transformação do planeta. Desse modo, uma nova era terá início: o sexto ciclo solar. Os maias relatavam que esse fenômeno acontece a cada 5.125 anos (de acordo com estudiosos e pesquisadores, o início deste ciclo solar se deu no ano 3113 a.C.) e que a Terra será afetada pelo Sol devido a uma mudança no seu eixo de rotação.

As Sete Profecias Maias dizem que a civilização baseada no medo será transformada através das vibrações de harmonia. Mas essa transformação só ocorrerá para quem assim o desejar, será algo pessoal. Os maias não falam em fim do mundo, mas em um processo de transformação em que o espírito ganhará em sua jornada de evolução a esferas mais altas.


As sete profecias


As Sete Profecias Maias, resumidas abaixo, aparecem para ajudar a humanidade a ter uma atitude de mudança individual, em que todos deverão almejar a compreensão de sua integração com tudo o que existe.

A primeira profecia: É o princípio do tempo não-tempo, que teve início em 1992. Nessa data, o homem começou a fazer mudanças em suas atitudes e consciência, abrindo sua mente a tudo o que existe. Este é um período de 20 anos de duração, no qual a humanidade entra em um período de grande aprendizado e transformação. Após sete anos (a partir de 1999) começa um período de escuridão, em que cada indivíduo se auto-analisará. O homem estará como em um grande salão de espelhos; o materialismo será deixado para trás e inicia-se um processo de libertação do sofrimento.

A segunda profecia: Afirma que a resposta a tudo está dentro de cada indivíduo e que seu comportamento determinará seu futuro. Confirma que, a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999, o comportamento da humanidade terá grande transformação. Os maias afirmam que os homens facilmente perderão o controle de suas emoções ou conhecerão sua paz interior. Também indicam que a energia que é recebida do centro da Galáxia causa um aumento na vibração do planeta e das ondas cerebrais, alterando pensamentos, comportamento e sentimentos. Esta profecia sugere dois caminhos: um de compreensão e tolerância e outro de medo e destruição. O caminho a seguir será escolhido por cada um.

A terceira profecia: Aponta uma grande mudança na temperatura, produzindo transformações climáticas, geológicas e sociais em uma magnitude nunca antes vista e em incrível rapidez. Uma delas será decorrente do próprio homem, devido à sua falta de consciência em cuidar e proteger os recursos naturais do planeta, e as outras geradas pelo próprio Sol, o qual intensificará sua atividade pelo aumento das vibrações.

A quarta profecia: Relata que a conduta antiecológica do ser humano e o aumento da atividade solar causarão o derretimento dos pólos. A Terra estará apta a se recompor, porém com mudanças na composição física dos continentes. Os maias ainda apontam que, de acordo com seus estudos, a cada 117 giros do planeta Vênus, o Sol sofre novas alterações com grandes explosões e ventos solares, o que coincide com o final deste ciclo.

A quinta profecia: Todos os sistemas que se baseiam no medo sofrerão uma drástica mudança junto com o planeta e o homem passará por uma transformação para dar caminho a uma nova e harmônica realidade. Os sistemas falharão e o homem terá de olhar para si a fim de encontrar uma resposta para reorganizar a sociedade e continuar o caminho à evolução, que o levará a entender a criação.

A sexta profecia: Mostra que nos anos finais aparecerá um cometa cuja trajetória pode pôr em perigo a existência do homem. Essa cultura de considerar o cometa como um agente de mudança vem pôr movimento ao existente equilíbrio, permitindo a evolução da consciência. Para os maias, Deus é a presença da vida, apresenta variadas formas e está em tudo.

A sétima profecia: Esta profecia aponta que, entre os anos 1999 e 2012, uma luz emitida do centro da Galáxia sincronizará todos os seres vivos e permitirá que voluntariamente iniciem uma transformação interna que produzirá novas realidades. Os maias mencionam que cada um terá a oportunidade de mudar e quebrar suas limitações, criando uma nova era, em que a comunicação será pelo pensamento. Os limites desaparecerão, uma nova era de luz e transparência terá início e as mentiras desaparecerão.

fonte: Folha Espirita



A DOUTRINA DO CHOQUE. A ascensão do capitalismo de desastre.

Em A Doutrina do Choque, Naomi Klein derruba o mito de que o mercado livre global triunfou democraticamente. Expor o pensamento, o rastro do dinheiro e as cordas de marionete por trás das crises e as guerras dos últimos quatro décadas que mudaram o mundo. The Shock Doctrine uma emocionante história de como o "mercado livre" e a política Americana passaram a dominar o mundo - através da exploração de desastres que chocam as pessoas e países.

Na conjuntura mais caótica na guerra civil do Iraque, uma nova lei é criada para permitir Shell e BP  reivindicar as reservas em petróleo do país .... Imediatamente após o 11 de setembro, a Administração Bush silencia fontes externas, o funcionamento da "Guerra ao Terror" para Halliburton e a Blackwater .... Depois de um tsunami varrer a costa sudeste da Ásia, as praias imaculadas foram leiloadas para estâncias turísticas .... Moradores de Nova Orleans, espalhados pelo furacão Katrina, descobriram que suas casas, hospitais e escolas publicas nunca mais seriam reconstruidas.... Estes eventos são exemplos da "doutrina do choque": usando desorientação do público,  seguido de choques coletivos - guerras, ataques terroristas ou catástrofes naturais - para conseguir o controle através da imposição de terapia de choque econômico. Às vezes, quando os dois primeiros choques não conseguem aniquilar a resistência, um terceiro choque é empregado: o eletrodo na cela de prisão ou a arma Taser nas ruas.

Para mais informações acesse o site oficial da autora aqui.

Jonathan Chait, editor sênior da New Republic, faz duras criticas a obra de Naomi Klein. Ele se espanta com a falta de conhecimento de Naomi Klein a respeito da direita americana.

Para ler mais a respeito da critica ao livro clique aqui.

Assista ao documentário abaixo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

The birth of Israel.

(Reino unido, 2008, 58min – Procução: BBC)

"A conquista da aldeia foi conduzida com grande brutalidade. Famílias inteiras - mulheres, pessoas idosas, crianças - foram mortas e pilhas de corpos se acumularam. Alguns dos prisioneiros levados aos lugares de detenção, incluindo mulheres e crianças, foram brutalmente assassinados pelos guardas. Entre os prisioneiros estava uma jovem mãe e o bebê. Os guardas mataram o bebê na frente da mãe e depois que ela desmaiou, também a mataram." (relatório de militar israelense sobre a invasão israelita em uma aldeia palestina, 12 de abril de 1948).

Israel se estabeleceu no território palestino graças à vários fatores, dentre eles a ocupação inglesa na Palestina, o Holocausto, a pressão norte-americana sobre a ONU. As incursões israelenses de enorme violência ainda perduram, graças ao poder econômico que se aliou ao poder das armas. Para os palestinos, expulsos de suas casas e aldeias até os dias atuais, a Guerra de Independência de Israel ainda é conhecida como "A Catástrofe". As raízes desse conflito são determinantes para entendermos que nunca haverá paz na região, enquanto não forem resolvidas as atrocidades e injustiças cometidas há 60 anos atrás.

Acesse http://news.bbc.co.uk/2/hi/78601.stm e entenda mais sobre a formação do Estado de Israel.

Assista aqui ao documentário The Birth of Israel



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Inside Job - A verdade sobre a crise.


O tema de Inside Job é a crise financeira global de 2008. Possui pesquisas e entrevistas extensas com financistas, políticos, jornalistas e acadêmicos. O filme segue uma narrativa que é dividido em cinco partes.

Ele centra-se sobre as mudanças no setor financeiro na década que levou à crise, o movimento político na direção da desregulamentação, e como o desenvolvimento do comércio complexos, tais como o mercado de derivativos permitiu um grande aumento no risco de ter que contornar os regulamentos mais velhos, que eram destinados para controlar o risco sistêmico . Ao descrever a crise que se manifestava, o filme também aborda os conflitos de interesses no sector financeiro, muitos dos quais ele sugere não são devidamente divulgados. O filme sugere que estes conflitos de interesses afetou agências de notação de crédito, bem como acadêmicos que recebem financiamento como consultores, mas não divulgar essas informações em sua escrita acadêmica, e que esses conflitos tiveram contribuíram para agravar ainda mais a crise.

Um tema importante é a pressão do setor financeiro sobre o processo político para evitar a regulamentação e as formas que ela é exercida. Um conflito em discussão é a prevalência da porta giratória, em que os reguladores financeiros podem ser contratados dentro do setor financeiro após o abandono do governo e fazer milhões.

Dentro do mercado de derivativos, o filme alega que os altos riscos que começaram com empréstimos subprime foram transferidos de investidores para outros investidores que, devido a práticas questionáveis ​​de classificação, falsamente acreditaram que os investimentos eram seguros. Assim, os credores foram levados a realizar hipotecas sem considerar o risco, aceitando maior taxa de juros nos empréstimos, já que, uma vez que essas hipotecas eram embalados em conjunto, o risco estava disfarçado. Segundo o filme, os produtos resultantes, muitas vezes têm classificação AAA , o equivalente a títulos do governo norte americano. Os produtos podem ser usados ​​até mesmo por investidores como fundos de pensão que são obrigados a limitar-se aos investimentos mais seguros.

Outro ponto é o alto salário na indústria financeira, e como ela tem crescido nas últimas décadas fora de proporção com o resto da economia. Mesmo com os bancos que falharam, o filme mostra como executivos de bancos estavam fazendo centenas de milhões de dólares no período imediatamente anterior à crise, que foi mantido, novamente sugerindo que o risco/benefício é positivo.

O diretor Ferguson  apresenta outro tema pouco abordado, que é o papel da academia na crise. Por exemplo, na Universidade de Harvard trabalha o economista e ex-chefe do Conselho de Assessores Econômicos do presidente Ronald Reagan, Martin Feldstein. Ele era diretor da companhia de seguros AIG e antigo membro do conselho do banco de investimentos JP Morgan & Co.

Ferguson também observa que muitos dos professores líderes e membros da faculdade de liderança da economia e estabelecimentos de ensino de negócios, muitas vezes tem grande parte dos seus rendimentos a partir de qualquer envolvimento como consultores ou palestras. Por exemplo, o reitor atual da Columbia Business School , Glenn Hubbard recebeu um grande percentual de sua renda anual atuando como um consultor ou por meio de palestras. Hubbard também foi associada com a KKR e financeira BlackRock . Hubbard, bem como atual presidente do departamento de economia de Harvard, John Y. Campbell, negam a existência de qualquer conflito de interesses entre a academia eo setor bancário.

O filme acaba afirmando que apesar das recentes regulamentações financeiras, o sistema subjacente não mudou, os bancos estão crescendo e os incentivos permanecem os mesmos, e nenhum executivo top foi processado pelo seu papel no colapso financeira mundial .

fonte: Wikipedia

Abaixo segue o a introdução do documentário. Para aqueles que desejam assistir o filme poderem encontrá-lo na internet para download, - talvez não tão fácil agora devido a SOPA - eu até havia postado ele no youtube, mas devido a isso perdi minha conta.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O "fim do mundo" segundo o hindu Ramatís.


Neste post exponho mensagens do espírito hindu Ramatís, bastante conhecido e conceituado no meio espírita brasileiro. São partes do livro Mensagens do Astral, psicografado por Hercílio Maes entre os anos de 1948 e 1949.


O QUE É E COMO OCORRERÁ O ‘FIM DOS TEMPOS’.

“O ‘fim do mundo’ profetizado refere-se tão somente ao fim da humanidade anti-cristã; será uma seleção em que se destaquem os da ‘direita’ e os da ‘esquerda’ do Cristo. Trata-se de promoção da Terra e de sua humanidade; lembra um severo exame que, para os alunos relapsos e ociosos, representa terrível calamidade! Mas de modo algum a vossa morada planetária sairá do rodopio em torno do Sol, onde também constitui importante âncora do sistema. Após a operação cósmica, que lhe será de excelente benefício para a estrutura geofísica, deverá possuir maior equilíbrio, melhor circulação vital-energética na distribuição harmônica das correntes magnéticas, além de oferecer um ambiente psíquico já higienizado.”  (pg. 22)
 
“As épocas de ‘juízo final’, têm também por função ajustar a substância planetária para se tornar melhor habitat e, consequentemente, requerem seleção de almas com melhor padrão, necessário para as sucessivas reencarnações em moradia aperfeiçoada.” (pg. 41)
 
“A eclosão desses acontecimentos dar-se-á pela presença de um planeta que se move em direção à Terra e cuja aproximação já foi prevista remotamente pelos Engenheiros Siderais. A sua órbita é oblíqua sobre o eixo imaginário do vosso orbe e o seu conteúdo magnético, poderosíssimo, atuará tão fortemente que obrigará, progressivamente, a elevação do eixo terráqueo.
... a influência magnética deste astro far-se-á sentir até que se complete a verticalização da posição Terra. Quando o eixo terráqueo estiver totalmente verticalizado, o planeta intruso já se terá distanciado do vosso orbe.” (pg. 35 e 36)

 EFEITOS FÍSICOS SOBRE A TERRA.

“... as principais modificações que sofrerão os oceanos Pacífico e Atlântico, com as emersões da Lemúria e da Atlântida, que formarão então extensa área de terra, do que resultará a existência de apenas três continentes, para melhores condições de existência da humanidade futura.” (pg. 132)
 
“É óbvio que, ao se elevar o eixo terráqueo, o que há de acontecer até o fim deste século, também se modificarão, aparentemente, os quadros do céu astronômico com que estão acostumadas as nações, os povos e tribos, ...” (pg. 122)
 
“Com a elevação gradativa do eixo terráqueo, os atuais pólos deverão ficar completamente libertos dos gelos e, até o ano 2000, aquelas regiões estarão recebendo satisfatoriamente o calor solar. O degelo já principiou; vós é que não o tendes notado. ...
O degelo descobrirá à luz do dia as vastas regiões que se encontram refrigeradas e que conservam em seu seio vegetação luxuriante e minerais preciosos, que servirão ao homem do terceiro milênio. Grandes reservas nutritivas, de muito antes da catástrofe da Atlântida, resguardam-se debaixo do gelo, desde quando os pólos não eram ainda regelados e que a Terra se situava noutras condições em relação ao seu eixo imaginário. ” (pg. 228)

O EXÍLIO NO ASTRO INTRUSO.

“Simbolizai esse astro num gigantesco aspirador magnético que deve efetuar a absorção dos detritos mentais que povoam e obscurecem a atmosfera etéreo-astral da Terra, detritos esses que servem de barreira às influências benéficas dos bons Espíritos sobre o vosso mundo, assim como a poeira nas vidraças dificulta a penetração dos raios solares. Refleti que a verdadeira profilaxia num porão cheio de detritos imundos exige primeiramente a retirada do monturo e não a saturação improdutiva do ambiente por meio de perfume. As substâncias deletérias aderidas às vidraças não serão removidas com água destilada, mas requerem a aplicação de ácidos corrosivos; ...” (pg. 185)
 
“O seu papel é o de atrair para o seu bojo etéreo-astral todos os desencarnados que se sintonizem com sua baixa vibração, pois, analogamente às limalhas de ferro quando atraídas por ferro magnético, esses espíritos terrícolas desregrados, ... ver-se-ão solicitados para a aura do orbe visitante. Essas entidades atraídas para o astro intruso serão os egoístas, os malvados, os hipócritas, os cruéis, os desonestos, os orgulhosos, tiranos, déspotas e avaros; ... encontrarão o cenário adequado aos seus despotismos e degradações, pois o habitante desse orbe encontra-se na fase rudimentar do homem das cavernas; mal consegue amarrar pedras com cipó, para fazer machados! A Terra será promovida à função de Escola do Mentalismo e os desregrados, ou os esquerdistas do Cristo, terão que abandoná-la, por lei natural de evolução.” (pg. 169)
 
“RAMATÍS: - O psiquismo do terrícola exilado, embora tenha sido considerado impróprio para que ele viva na Terra - motivo pelo qual terá de afastar-se dela - é considerado superior no planeta primitivo, ...  O psiquismo do orbe inferior renovar-se-á sucessivamente, em sua qualidade primária, sob o mecanismo psíquico mais evoluído do exilado terrícola.” (pg. 193)
“... , no futuro, em certas horas de nostalgia espiritual, sentir-se-ão como estranhos no planeta, recompondo outra lenda parecida com a de Adão e Eva enxotados do Paraíso, por haverem abusado da ‘árvore da ciência do Bem e do Mal’. E sob a mesma índole do que já se registrou na Terra, também surgirá no astro-exílio uma versão nova dos ‘Anjos Decaídos’, rebeldes à Luz Divina, formando a gênese daquele planeta inferior.” (pg. 211)
 
“RAMATÍS: - Segundo prevê a Psicologia Sideral, deverá atingir a dois terços da vossa humanidade o total dos espíritos a serem transferidos para o astro de que temos tratado.” (pg. 189)

NOVA CIVILIZAÇÃO E NOVA TERRA DE PAZ.

“A vida sempre se reorganiza novamente, após as grandes comoções do orbe, a fim de se apresentarem novas oportunidades, mais eficazes, para o adiantamento da almas, que também pressentem a proximidade dos eventos importantes.” (pg. 32 e 33)
 
“O fenômeno da sucção incessante e gradativa, por parte do astro, não elimina ex-abrupto o ensejo das renovações, as quais ainda pertencem à responsabilidade pessoal dos próprios escolhidos para a direita de Cristo. Os que reencarnarem na Terra, no terceiro milênio, como candidatos a planos celestiais, não ficarão metamorfoseados em ‘anjos imaculados’, apenas porque seja higienizada certa porcentagem magnética do ambiente em que terão que viver. Eles serão escolhidos e agrupados pelas tendências simpáticas ao Cristo, mas terão que buscar a sua completa purificação sob as disciplinas costumeiras das vicissitudes naturais do mundo físico e também de conformidade com o restante dos seus débitos cármicos.” (pg. 188)
 
“Apesar de apresentar a Terra satisfatórias condições de habitabilidade, a humanidade terrícola ainda não encontrará, no princípio do terceiro milênio, um panorama edênico e venturoso. Serão aplicados todos os esforços e conhecimentos artísticos, científicos e educativos, para a edificação de um cenário agradável à existência humana dos escolhidos. O êxito desejado não será obtido de modo ex-abrupto, mas sim no decorrer dos primeiros dois ou três séculos, como fruto do entendimento entre as criaturas bem intencionadas. ...  Ao começo, quase tudo estará por fazer e renovar. ...” (pg. 290)

AS ÁREAS MENOS AFETADAS.

“RAMATÍS: - As civilizações mais importantes, no próximo milênio, constituir-se-ão nas zonas menos atingidas pelas catástrofes profetizadas para o fim do mundo. Algumas florescerão exatamente nas regiões onde atualmente se encontram os pólos congelados, conforme já anunciamos, a fim de ser aproveitada a exuberância das reservas que surgirão à luz do dia e que se acham debaixo das camadas regeladas. Nem todos os países e agrupamentos serão atingidos catastroficamente pelas comoções geológicas, submersões de faixas litorâneas e pelas inundações inevitáveis, porquanto a elevação do eixo se processará gradativamente. No plano traçado pela engenharia sideral já foram assinaladas as coletividades que devem permanecer como sustentáculos das tradições morais, históricas e iniciáticas, a fim de servirem de base lógica e sensata para o desenvolvimento disciplinado da civilização futura.” (pg. 294)

A GUERRA.

“RAMATÍS: - Quando se fizer a conjunção dos efeitos do astro intruso com os efeitos da loucura humana, no mau emprego da desintegração atômica, a terra será abrasada.” (pg. 219)
 
“Até o final deste século, libertar-se-ão da matéria dois terços da humanidade, através de comoções sísmicas, inundações, maremotos, furacões, terremotos, catástrofes, hecatombes, guerras e epidemias estranhas. O conflito entre o continente asiático e o europeu, já mentalmente delineado entre os homens para a segunda metade do século, com a cogitação do emprego de raios incendiários e da arma atômica, comprovará a profecia de São João, quando vos adverte de que o mundo será destruído pelo fogo e não mais pela água.
Em virtude dos cientistas não poderem prever com absoluto êxito os efeitos de vários tipos de energias destrutivas, que serão experimentadas para serem empregadas na hecatombe final, mesmo no período de Paz e com o mundo exausto, surgirão estranhas epidemias, deformando, diluindo e perturbando os genes formativos de muitas criaturas, do que resultarão sofrimentos para as próprias gestantes!” (pg. 189 e 190).

MENSAGENS FINAIS.

“RAMATÍS: - ... , as almas trazem impressas em sua retina espiritual as recordações dos acontecimentos dolorosos que já viveram de modo catastrófico e, além disso, recebem instruções, no Espaço, sobre aquilo que está para acontecer. Todos vós estais devidamente avisados dos próximos eventos dos ‘tempos chegados’; conheceis, no subjetivismo de vossas almas, a sequência dos fatos que se desenrolarão sobre a crosta do vosso orbe. ...” (pg. 34 e 35)
 
“Não vos impressioneis, portanto, e aguardai, na rotina comum de vossas vidas, o dia em que o Alto vos pedirá provas de amor, de bondade e de perdão! ... Em qualquer ‘fim do mundo’ que ocorrer durante vossas existências espirituais, a vossa libertação só será encontrada na vossa absoluta integração nos postulados do Evangelho do Cristo!” (pg. 38)
 
“... , embora nos preocupemos com a sequência dos próximos eventos trágicos, procurando explicá-los de modo compreensível às vossas mentes, cogitamos mais seriamente do conteúdo crístico do que mesmo do fenômeno astronômico, pois só o primeiro é que poderá diplomar-vos para as academias superiores do Espírito.” (pg. 178)

terça-feira, 17 de maio de 2011

E começa a disputa pelo Ártico.


Durante anos, as forças militares das nações do Ártico como a Rússia, EUA, Canadá, Noruega e Dinamarca, tem assistindo o derretimento do gelo no extremo norte e se preparando para afirmar as suas aspirações para a exploração do petróleo e gás que estão cobertas pelo gelo.

O que acho estranho é que estamos segundo os signatários  do protocolo de Kyoto, estamos lutando contra o aquecimento global. E o norte americano Al Gore insiste em dizer para o mundo que o gás carbônico é o responsável pelo aquecimento do planeta, e se não estou enganado este é o produto da queima do petróleo.

Agora fica a dúvida: Se estamos todos engajados na diminuição das emissões de gases com o intuito de diminuir o aquecimento global, e assim salvar as geleiras e seu ecossistema, bem como a vida na terra. Por que estes países estão iniciando uma disputa por aquele território inóspito em busca de petróleo, que segundo Al Gore é o vilão da vida na terra? Será que eles sabem mais do que dizem ao povo?

Eu não acredito em aquecimento global gerado pelo homem, pois como todos sabem toda a terra já foi coberta de gelo e ao que parece não está mais. Nosso planeta passou e passará por diversos ciclos e esta lógica é propositalmente suprimida por estes países que desejam apenas frear o desenvolvimento de países como o Brasil. Prova disso é esta disputa pelos recursos naturais do Ártico, que poderá ser um bom motivo para as nações bélicas iniciarem uma demonstração de poderio militar.

Não deixe de ler:
http://www.greenpeace.org/usa/en/news-and-blogs/campaign-blog/wikileaks-hillary-clinton-fighting-secret-arc/blog/34741

http://gas2.org/2011/05/16/do-we-risk-armed-conflict-over-arctic-oil-drilling/

sábado, 2 de abril de 2011

A revolução não será televisionada.

(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.


O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.

É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.

A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.

Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.

As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.

Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.

O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.

Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.

Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.

Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.

A preparação e organização dos trabalhadores e das massas populares para fazer frente ao antagonismo das classes dominantes e do imperialismo norte-americano, que a luta de classes coloca na ordem do dia, não pode depender da iniciativa “espontânea” das massas exploradas. O fato de, neste episódio, elas terem se levantado e vencido o golpe não poderia justificar a manutenção desse nível de organização política. Debilidade que se evidenciaria perigosa para a defesa dos interesses do povo venezuelano.
Estes pontos estimulam todos os revolucionários e verdadeiros democratas a refletirem sobre a luta antiimperialista. A experiência recente da América Latina é rica neste sentido. Cabe aprender com os erros e não se contentar com as insuficiências que batalhas vitoriosas possam ocultar, desviando o povo do caminho da luta pela libertação nacional.

Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.

fonte: http://www.cecac.org.br/

Assista aqui ao documentário.