Realidade ou apenas um jogo como outro qualquer?
Muito bom este vídeo. É exatamente isso que o governo Norte Americano e seus comparsas fazen com o planeta.
Seja bem vindo! Você está diante de um ambiente virtual que se encontra em constante evolução! Aqui divido com os interessados assuntos que para muitos não irão passar de uma fantasiosa obra cientifica, ou até mesmo uma complexada obra hollywoodiana. Antes de qualquer pré julgamento, já lhe adianto que devemos analisar tudo com calma e principalmente com a mente aberta,pois este será o primeiro passo para a retirada do véu que nos mantém inseguros dentro dessa Matrix. Lembre-se que a verdadeira critica é aquela questionada por quem busca a verdade acima de qualquer preconceito.
Façamos bom proveito das novas informações aqui divididas e fiquem a vontade para exporem sua idéias e opiniões.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Império. Ajude o governo Yankee dominar o mundo.
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Alexandre Lebrão
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Especialista alerta para "ameaça dos algoritmos"
BBC 23/08/2011
Serviços inteligentes
Um especialista em algoritmos alertou para as consequências da influência cada vez maior dos sistemas de códigos operacionais em diversos aspectos da vida das pessoas.
Em uma palestra durante a conferência TED no mês de julho, na Escócia, o americano Kevin Slavin disse que "a matemática que os computadores usam para decidir as coisas" está se infiltrando em diferentes áreas as nossas vidas.
Slavin disse que os "serviços inteligentes" oferecidos por lojas de internet - que calculam livros e filmes nos quais o cliente pode estar interessado -, por sites como o Facebook e pelos mecanismos de busca como o Google comprovam que operações computacionais complexas e invisíveis controlam cada vez mais a relação das pessoas com o mundo eletrônico.
Como exemplos, ele citou um "robô-faxineiro" que mapeia a melhor maneira de realizar os afazeres domésticos e os algoritmos que estão gradualmente controlando os negócios em Wall Street e o mercado financeiro.
"Estamos escrevendo coisas que não podemos mais ler", alertou o especialista. "Nós criamos algo ilegível e perdemos a noção do que realmente está acontecendo no mundo que criamos", disse ele.
Livro milionário
De acordo com Slavin, o caso recente de erro nos algoritmos usados pela livraria online Amazon é um dos principais exemplos do caos que pode ser instalado quando um código se torna inteligente o suficiente para operar sem a intervenção humana.
No início do ano, o algoritmo que regula os preços da loja de livros pareceu entrar em guerra consigo mesmo.
Os valores dos produtos começaram a aumentar em competição uns com os outros e um dos livros, The Making of a Fly (A construção de uma mosca, em tradução livre) - um livro sobre a biologia molecular de uma mosca - chegou a custar US$ 23,6 milhões (R$ 37,7 milhões).
Slavin afirma que, na medida que os códigos matemáticos se tornam mais sofisticados, eles se infiltram até mesmo em nossas preferências e decidem que produtos culturais estarão disponíveis para nós.
Decidindo as vidas virtuais
A empresa britânica Epagogix está levando este conceito a sua conclusão lógica e usando algoritmos para prever o que faz com que um filme seja um sucesso de bilheteria.
O sistema usa uma série de medidas - o roteiro, a trama, os atores, as locações - e os cruza com as bilheterias de outros filmes similares para prever quanto dinheiro o novo produto irá ganhar.
De acordo com o diretor-executivo da empresa, Nick Meaney, o código "ajudou estúdios a tomarem decisões sobre fazer ou não fazer um filme".
No caso de um dos projetos - para o qual foi estipulado um custo de produção de 180 milhões de libras (R$ 473 bilhões) - o algoritmo estimou que o filme ganharia somente cerca de 30 milhões de libras nas bilheterias, o que significava que não valia a pena fazê-lo.
No entanto, Meaney diz que o papel dos algoritmos na indústria cinematográfica não é tão grande.
"Filmes são feitos por diversas razões e dizer que nós ditamos que filmes são feitos nos dá mais influência do que temos", disse.
Negócios automáticos
De acordo com Kevin Slavin, até 70% das transações de Wall Street hoje são conduzidas por algoritmos, no que é chamado de "caixa-preta" ou "algo-negócio".
Isso significa que, além de negociantes especializados, banqueiros e corretores agora empregam também milhares de matemáticos e físicos.
Mas Slavin diz que, mesmo com o auxílio de técnicos e especialistas, um algoritmo fora de controle foi o responsável pela chamada "quebra-relâmpago" do dia 6 de maio de 2010, em que uma queda de cinco minutos nas bolsas de valores causou um caos momentâneo.
Um negociador que agiu de má-fé foi considerado o culpado pela queda de 10% no índice Dow Jones mas, na realidade, a culpa era do programa de computador que ele estava usando.
O algoritmo vendeu 75 mil ações com um valor de 2,6 bilhões de libras em somente 20 minutos, fazendo com que outros sistemas de negociação rápida fizessem o mesmo.
A partir deste episódio, os reguladores foram forçados a introduzir mecanismos que interrompem as negociações se as máquinas começarem a se comportar de modo incorreto.
Para Slavin, na medida que os algoritmos expandem sua influência para além das máquinas, é chegada a hora de saber exatamente o que eles sabem e se ainda há tempo de domá-los.
Serviços inteligentes
Um especialista em algoritmos alertou para as consequências da influência cada vez maior dos sistemas de códigos operacionais em diversos aspectos da vida das pessoas.
Em uma palestra durante a conferência TED no mês de julho, na Escócia, o americano Kevin Slavin disse que "a matemática que os computadores usam para decidir as coisas" está se infiltrando em diferentes áreas as nossas vidas.
Slavin disse que os "serviços inteligentes" oferecidos por lojas de internet - que calculam livros e filmes nos quais o cliente pode estar interessado -, por sites como o Facebook e pelos mecanismos de busca como o Google comprovam que operações computacionais complexas e invisíveis controlam cada vez mais a relação das pessoas com o mundo eletrônico.
Como exemplos, ele citou um "robô-faxineiro" que mapeia a melhor maneira de realizar os afazeres domésticos e os algoritmos que estão gradualmente controlando os negócios em Wall Street e o mercado financeiro.
"Estamos escrevendo coisas que não podemos mais ler", alertou o especialista. "Nós criamos algo ilegível e perdemos a noção do que realmente está acontecendo no mundo que criamos", disse ele.
Livro milionário
De acordo com Slavin, o caso recente de erro nos algoritmos usados pela livraria online Amazon é um dos principais exemplos do caos que pode ser instalado quando um código se torna inteligente o suficiente para operar sem a intervenção humana.
No início do ano, o algoritmo que regula os preços da loja de livros pareceu entrar em guerra consigo mesmo.
Os valores dos produtos começaram a aumentar em competição uns com os outros e um dos livros, The Making of a Fly (A construção de uma mosca, em tradução livre) - um livro sobre a biologia molecular de uma mosca - chegou a custar US$ 23,6 milhões (R$ 37,7 milhões).
Slavin afirma que, na medida que os códigos matemáticos se tornam mais sofisticados, eles se infiltram até mesmo em nossas preferências e decidem que produtos culturais estarão disponíveis para nós.
Decidindo as vidas virtuais
A empresa britânica Epagogix está levando este conceito a sua conclusão lógica e usando algoritmos para prever o que faz com que um filme seja um sucesso de bilheteria.
O sistema usa uma série de medidas - o roteiro, a trama, os atores, as locações - e os cruza com as bilheterias de outros filmes similares para prever quanto dinheiro o novo produto irá ganhar.
De acordo com o diretor-executivo da empresa, Nick Meaney, o código "ajudou estúdios a tomarem decisões sobre fazer ou não fazer um filme".
No caso de um dos projetos - para o qual foi estipulado um custo de produção de 180 milhões de libras (R$ 473 bilhões) - o algoritmo estimou que o filme ganharia somente cerca de 30 milhões de libras nas bilheterias, o que significava que não valia a pena fazê-lo.
No entanto, Meaney diz que o papel dos algoritmos na indústria cinematográfica não é tão grande.
"Filmes são feitos por diversas razões e dizer que nós ditamos que filmes são feitos nos dá mais influência do que temos", disse.
Negócios automáticos
De acordo com Kevin Slavin, até 70% das transações de Wall Street hoje são conduzidas por algoritmos, no que é chamado de "caixa-preta" ou "algo-negócio".
Isso significa que, além de negociantes especializados, banqueiros e corretores agora empregam também milhares de matemáticos e físicos.
Mas Slavin diz que, mesmo com o auxílio de técnicos e especialistas, um algoritmo fora de controle foi o responsável pela chamada "quebra-relâmpago" do dia 6 de maio de 2010, em que uma queda de cinco minutos nas bolsas de valores causou um caos momentâneo.
Um negociador que agiu de má-fé foi considerado o culpado pela queda de 10% no índice Dow Jones mas, na realidade, a culpa era do programa de computador que ele estava usando.
O algoritmo vendeu 75 mil ações com um valor de 2,6 bilhões de libras em somente 20 minutos, fazendo com que outros sistemas de negociação rápida fizessem o mesmo.
A partir deste episódio, os reguladores foram forçados a introduzir mecanismos que interrompem as negociações se as máquinas começarem a se comportar de modo incorreto.
Para Slavin, na medida que os algoritmos expandem sua influência para além das máquinas, é chegada a hora de saber exatamente o que eles sabem e se ainda há tempo de domá-los.
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Otan e a cobiça pelo petróleo da Líbia
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| Cartunista e ativista Carlos Latuff |
Abaixo um excelente texto escrito por Altamiro Borges do "Blog do Miro". É realmente uma pena que a maioria das pessoas prefiram acreditar na mídia vendida/colonizada do que fazerem suas próprias pesquisas na internet. Está mais do que claro que esta guerra não tem como favorecido o povo líbio, a charge acima resume bem os interesse por detrás do apoio internacional/EUA.
Por Altamiro Borges
A mídia colonizada está em festa. A vinheta do Jornal das Dez, da Globo News, comemora “o fim da era Kadafi”. Merval Pereira, que mais parece um porta-voz do império, ataca o “ditador líbio” e, de quebra, a política externa do atual governo. O colunista da TV Globo preferia quando o chanceler de FHC tirava os sapatinhos nos aeroportos dos EUA e prometia apoio à invasão do Iraque.
Na imprensa mundial, a queda de Kadafi também parece próxima. Os “rebeldes” – a mídia evita realçar os bombardeios da Otan – já teriam ocupado parte de Trípoli. Barack Obama, o embusteiro que prometeu reduzir a ação belicista dos EUA, encurtou suas férias para comemorar o desfecho do ataque. “O regime de Kadafi está acabado e futuro da Líbia pertence ao povo”. Que povo?
Capitalistas estão excitados
Na Europa em frangalhos, o francês Nicolas Sarkozy e o britânico David Cameron anunciam uma reunião em Paris para discutir a agenda da “reconstrução” do país devastado. Cerca de 20 bilhões de euros do governo líbio, congelados em bancos da Inglaterra e Alemanha, seriam liberados para as obras, que teriam a participação das poderosas empreiteiras francesas e britânicas.
O mundo capitalista em crise está excitado. As bolsas de valores dos EUA e da Europa subiram, com seus pregões sendo puxados pelas ações das empresas de petróleo e gás. Segundo o Estadão, o clima de entusiasmo também atiça os rentistas brasileiros. “Os investidores estão otimistas quanto à possibilidade do fim dos conflitos da Líbia, que interromperam as exportações de petróleo”.
As reviravoltas de Kadafi
Com aponta Saul Leblon, da Carta Maior, o mundo capitalista pouco se importa com os 1.700 líbios mortos nas primeiras horas de combate em Trípoli. A tal “intervenção humanitária” da Otan, repetida milhões de vezes pela mídia, é conversa para enganar os trouxas. O que está em jogo na Líbia são suas riquezas, principalmente o petróleo. Kadafi virou um estorvo. Por isso, ele deve cair!
Kadafi já foi considerado vilão, aliado do bloco soviético e inimigo do “livre mercado” e da “democracia liberal” – principalmente quando estatizou o petróleo do país. Depois, acuado com o fim da URSS, ele renegou o seu passado nacionalista, virou amigo das potências imperialistas, tirou fotos com os “líderes ocidentais” e assinou estranhos contratos com as multinacionais.
“Rebeldes” sem povo
A recente revolta no mundo árabe, que derrubou vários carrascos aliados das nações imperialistas – que nunca foram rotulados de ditadores pela mídia colonizada – mudou a geopolítica da região e abalou os interesses das corporações. Era preciso derrubar, também, Kadafi. Afinal, ele nunca foi visto com bons olhos pela burguesia internacional.
Mas, diferentemente das outras nações árabes, onde multidões ocuparam as ruas na luta por democracia, na Líbia não ocorreram protestos massivos. A única forma de derrubar Kadafi, o vilão que virou amigo e, depois, virou novamente ditador, era fomentar os “rebeldes”, armá-los e, principalmente, ajudá-los com os bombardeios da Otan. Do contrário, os “rebeldes” seriam derrotados.
O petróleo é o “troféu” das guerras
Na tragédia da Líbia, não há santos. O que está em jogo, é bom enfatizar, é o petróleo. Como apontou Michel Chossudovsky, num excelente estudo sobre o país, “a Líbia está entre as maiores economias petrolíferas do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo, mais do dobro daquelas dos EUA... O petróleo é o ‘troféu’ das guerras conduzidas pelos EUA-Otan”.
“A ‘Operação Líbia’ faz parte de uma agenda militar mais vasta no Médio Oriente e Ásia Central, que consiste em ganhar controle sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas de oleodutos e gasodutos”. Com 46,5 mil milhões de barris de reservas provadas (dez vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera do continente africano.
Privatizar a indústria petrolífera
Para Chossudovsky, a “ação humanitária” da Otan na Líbia serve “aos mesmos interesses corporativos” da invasão do Iraque, em 2003. “O objetivo é tomar posse das reservas de petróleo, desestatizar a National Oil Corporation (NOC) e, finalmente, privatizar a indústria petrolífera do país, transferindo o controle e a propriedade da riqueza petrolífera para mãos estrangeiras”.
A estatal NOC está classificada entre as 25 maiores 100 companhias de petróleo do mundo. “O petróleo líbio é uma mina de ouro para os gigantes petrolíferos anglo-americanos. Embora o valor de mercado do petróleo bruto esteja atualmente pouco acima dos 100 dólares por barril, o custo do petróleo líbio é extremamente baixo”.
China e os objetivos geopolíticos
Além disto, a operação militar da Otan tem objetivos geopolíticos que pouco aparecem nos noticiários da mídia imperial. “Onze por cento das exportações de petróleo líbias são canalizadas para a China... A presença chinesa na África do Norte é considerada por Washington como uma intrusão... A campanha militar contra a Líbia pretende excluir a China desta região”.
Estas razões é que explicam a violência dos bombardeios da aliança militar dos países capitalistas – a Otan. Como alerta o escritor Michael Collon, o resto é pura manipulação midiática. “O problema é eles falam em ‘guerra humanitária’ e que gente de esquerda se deixa enganar. Seria melhor que lessem o que pensam os verdadeiros líderes dos EUA ao invés de olharem e assistirem a TV?”.
A “ingenuidade” dos cúmplices
“Escutem, a propósito dos bombardeios contra o Iraque, o célebre Alan Greenspan, durante muito tempo diretor da Reserva Federal dos EUA. Ele escreveu em suas memórias: ‘Sinto-me triste quando vejo que é politicamente incorreto reconhecer o que todo mundo sabe: a guerra no Iraque foi exclusivamente pelo petróleo’”. Collon critica a “ingenuidade” de certos setores da esquerda, que não aprenderam “nada sobre as falsidades humanitárias transmitidas pela mídia nas guerras precedentes”.
E cita o discurso de Obama para justificar os ataques à Líbia: “Conscientes dos riscos e das despesas da atividade militar, somos reticentes ao empregar a força para resolver os numerosos desafios do mundo. Mas quando os nossos interesses e valores estão em jogo, temos a responsabilidade de agir. Vistos os custos e riscos da intervenção, temos que calcular nossos interesses ante a necessidade de uma ação. A América tem um grande interesse estratégico em impedir que Kadafi derrote a oposição’”.
Texto original aqui.
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domingo, 21 de agosto de 2011
Sinto fome, preciso comer.
Na semana em parte final de um curso meus colegas e eu promovemos um debate sobre a educação. Neste pequeno debate foram expostas as opinião a favor e contra a educação grátis em todos os níveis, e para defender meu ponto de vista lembrei meus amigos de quanto dinheiro era usado para matar pessoas em guerras desnecessárias. São centenas de milhares de dolares usados para matar ao invés de educar. Alguns dias se passaram e hoje leio a seguinte notícia - Em 10 anos, EUA gastaram US$ 1,3 tri para alimentar guerras - nesse momento pensei: Mas que loucura é essa, gastasse tanto para matar e tão pouco com educação e manutenção da vida!! Comecei a pesquisar sobre o quanto se gasta com educação, mas os primeiro dados que encontrei foi sobre a fome e estes dados são alarmantes.
Descobri que um bilhão de pessoas - ou seja, uma em cada seis - passa fome no mundo e o número poderá aumentar frente à elevação dos preços dos alimentos. Este alerta foi feito pelo representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Helder Mutéia. E não estamos falando da fome que sentimos antes do almoço ou do jantar, mas de uma fome que dói e que mata. Isso é algo que eu nunca senti e não posso mensurar. E enquanto você lê este artigo aproximadamente 14 pessoas morreram de fome no mundo, isso por que a cada três segundos uma pessoas morre de fome. Esses são dados do Programa Mundial de Alimentos, eles afirmam que 25 mil pessoas morrem por dia em razão de má nutrição ou doenças associadas ao problema. Essa situação afeta de forma mais significativa países da África, da Ásia e parte da população da América Latina.
A fome produz imagens das quais não vemos muito em nosso meio, mas que são comuns para uma em cada seis pessoas no mundo.
Nessa rápida pesquisa descobri também quanto se gasta com comida em uma semana. No livro intitulado "Hungry Planet - What the World Eats" ("Planeta com Fome - O que o Mundo Come"), Peter Menzel and Faith D'Aluisio, dão um extraordinário exemplo comparativo de 600 refeições, na vida de 30 famílias, de 24 países. O perfil de cada família inclui uma descrição detalhada das suas compras alimentares e fotografias tiradas em casa, nos mercados e nas respectivas comunidades.
Como exemplo citarei três famílias.
Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares

México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares

Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.
A fome produz imagens das quais não vemos muito em nosso meio, mas que são comuns para uma em cada seis pessoas no mundo.
Nessa rápida pesquisa descobri também quanto se gasta com comida em uma semana. No livro intitulado "Hungry Planet - What the World Eats" ("Planeta com Fome - O que o Mundo Come"), Peter Menzel and Faith D'Aluisio, dão um extraordinário exemplo comparativo de 600 refeições, na vida de 30 famílias, de 24 países. O perfil de cada família inclui uma descrição detalhada das suas compras alimentares e fotografias tiradas em casa, nos mercados e nas respectivas comunidades.
Como exemplo citarei três famílias.
Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares

México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares

Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares
Algumas pessoas podem dizer que não há como alimentar a todos, porém o mundo produz diariamente comida em quantidade suficiente para alimentar toda a população do planeta, no entanto, muitas pessoas morrem por dia. Mas se produzimos comida suficiente onde esta o problema?
Eu lhe digo que está dinheiro aplicado de maneira errada e no desperdício.
Se fizermos uma conta básica dividindo o que somente o EUA gastaram em guerras nos últimos 10 anos - 1,3 trilão de dolares - e dividindo pelo que é necessário para alimentar uma família mexicana por semana - 189,00 dolares - temos o seguinte resultado: O mundo alimentado durante 4 anos e meio dentro dos padrões mexicanos.
Já em relação ao desperdício, falando apenas do Brasil, perto de 44% do que é plantado se perde na produção, distribuição e comercialização: sendo 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento e 1% no varejo. Com mais 20% de perdas no processamento culinário e hábitos alimentares, as perdas totalizam 64% em toda cadeia, conforme dados da revista Veja número 1749.
Fica a reflexão, para que gastar tanto dinheiro com guerra quando poderíamos desenvolver mecanismos para diminuir o desperdício e investir na distribuição de alimentos a toda a população mundial. Alimentar quem passa fome não irá deixar nenhum país pobre.
Leia também; Frente à cegueira da comunidade internacional, a Somália faminta alerta: 'Precisamos de ajuda'
Eu lhe digo que está dinheiro aplicado de maneira errada e no desperdício.
Se fizermos uma conta básica dividindo o que somente o EUA gastaram em guerras nos últimos 10 anos - 1,3 trilão de dolares - e dividindo pelo que é necessário para alimentar uma família mexicana por semana - 189,00 dolares - temos o seguinte resultado: O mundo alimentado durante 4 anos e meio dentro dos padrões mexicanos.
Já em relação ao desperdício, falando apenas do Brasil, perto de 44% do que é plantado se perde na produção, distribuição e comercialização: sendo 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento e 1% no varejo. Com mais 20% de perdas no processamento culinário e hábitos alimentares, as perdas totalizam 64% em toda cadeia, conforme dados da revista Veja número 1749.
Leia também; Frente à cegueira da comunidade internacional, a Somália faminta alerta: 'Precisamos de ajuda'
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sábado, 6 de agosto de 2011
Tremor que devastou o Japão em 11 de março foram sentidas na ionosfera
Após o terremoto no Japão em março deste ano, fiz um post sobre a possível causa do terremoto, o Haarp --clique aqui--. Muitos não acreditam no potencial desta tecnologia, mas acreditando ou não, ele existe e é capaz de criar terremotos.
Em 2010 o presidente venezuelano Hugo Chavez, afirmou que o terremoto no Haiti foi causado pelo Haarp, mas como era de se esperar ninguém deu ouvidos as suas afirmações. Já neste ano, após o terremoto no Japão o jornalista Benjamin Fulford, gravou um vídeo onde afirma ter ouvido de Heizo Takanaka, que foi ministro das finanças daquele país, que o Japão fora ameaçado com uma arma de fazer terremotos.
Apesar das vastas informações sobre o Haarp e seu potencial destrutivo, muitos relutam em acreditar que ele poderia ter sido a origem do terremoto em março. No entanto um estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, aponta que momentos antes do terremoto seguido de tsunami que devastou o Japão em 11 de março, vibrações foram sentidas na ionosfera. O curioso que o Haarp é um aquecedor ionosférico.
Na internet há muita informação sobre o Haarp e seu potencial, basta uma breve pesquisa para descobrir o que a grande mídia não conta. No blog Verdade Explícita há um post sobre o Haarp Russo, neste post você irá ler as afirmações de Vladimir Zhirinovsky, que afirma que a Russia tem potencial destrutiva em qualquer região do planeta.
Em 2010 o presidente venezuelano Hugo Chavez, afirmou que o terremoto no Haiti foi causado pelo Haarp, mas como era de se esperar ninguém deu ouvidos as suas afirmações. Já neste ano, após o terremoto no Japão o jornalista Benjamin Fulford, gravou um vídeo onde afirma ter ouvido de Heizo Takanaka, que foi ministro das finanças daquele país, que o Japão fora ameaçado com uma arma de fazer terremotos.
Apesar das vastas informações sobre o Haarp e seu potencial destrutivo, muitos relutam em acreditar que ele poderia ter sido a origem do terremoto em março. No entanto um estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, aponta que momentos antes do terremoto seguido de tsunami que devastou o Japão em 11 de março, vibrações foram sentidas na ionosfera. O curioso que o Haarp é um aquecedor ionosférico.
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| Imagem de computador mostra extensão das vibrações que anteciparam tsunami japonês |
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Para que serve o Flúor em nossa água?
Me lembro que na época do colégio primário logo após o intervalo, as professoras nos levavam para escovar os dentes e fazer a aplicação tópica de Flúor. Nesta época eu nem imaginava que aquele liquido meio azulado --- se eu não me engano --- já alimentava debates calorosos a cerca da sua adição na água distribuida à população.
O flúor é um gás amarelo, venenoso e altamente corrosivo. É utilizado industrialmente para matar micróbios, logo, também mata nossas células. O flúor é altamente reativo, por isso nunca se encontra puro na natureza, mas sempre combinado com outros elementos. Ele é tão reativo que pode corroer o vidro, aço, ferro e alumínio. Juntamente com o mercúrio, o flúor encontra-se na lista das substâncias mais venenosas do planeta.
O flúor é um elemento químico com ação anticariogênica, adicionado à água de abastecimento público, produtos dentais e alimentos, além de poder ser encontrado naturalmente na água. A variação dos níveis na água e a variedade de fontes de flúor podem proporcionar um consumo elevado, o que pode atingir nível tóxico. Em altas concentrações os sais ou soluções (compostos) de Fluoreto são tóxicos, e o contacto com a pele ou olhos é perigoso. O sal de flúor, Fluoreto de sódio (NaF), tem como dose letal estimada para a maioria dos seres humanos adultos de 1–10 gramas. A dose letal é de aproximadamente 28 mg por quilo de massa corporal. Como a maioria dos materiais solúveis, compostos de flúor são prontamente absorvidas pelo estômago, intestino e excretado pela urina. Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos. Acumulando-se na glândula pineal, reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.
O Flúor é um agente mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.
Estudos pré-clínicos observaram alterações comportamentais (prejuízos locomotor e memória), bioquímicas e histológicas (como diminuição da atividade enzimática da colinesterase plasmática, diminuição das células de Purkinje cerebelares e de receptores nicotínicos cerebrais) e redução na ingestão de comida e água, com prejuízo no ganho de peso. Considerando que o flúor sistêmico é um método de prevenção de cárie adequado que atinge um grande número de pessoas, a determinação da sua segurança é indispensável, pois mesmo eventos de baixa freqüência podem acarretar um número significativo de pessoas afetadas. Portanto existe a necessidade de mais estudos pré-clinicos e clínicos dos reais efeitos do flúor sobre o sistema nervoso central
Quando o Flúor começou a ser usado?
Foi no início do século 20, quando constatou-se que nos Estados Unidos crianças que habitavam certas regiões possuíam índices mais elevados de problema de manchas no esmalte dos dentes, que mais tarde passou a se chamar fluorose dentária. Estudos posteriores revelaram que a fluorose dentária era causada por altas concentrações de flúor que ocorriam naturalmente em alguns sistemas hídricos. Tais descobertas fizeram com que, em 1930, a Sociedade Odontológica Americana (American Dental Society) e o Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos, na pessoa do epidemiologista e dentista responsável, Dr. Trendley Dean, agissem em conjunto no sentido de retirar o flúor daquelas águas.
Naquela mesma década, um outro personagem, o químico Gerald Cox, que trabalhava no Instituto Mellon (a família Mellon era proprietária da Aluminum Company of America, ALCOA), empunhou a bandeira de que uma pequena dose de flúor poderia não apenas evitar a fluorose dentária, mas também as cáries. Ele fez essas afirmações sem o embasamento de nenhum estudo sério - nem sequer em animais - e sugeriu que o suplemento de flúor poderia ser seguro e eficaz.
Coincidentemente, um dos maiores dejetos da indústria de alumínio é o flúor. Devido à sua característica extremamente corrosiva e tóxica, a destinação do flúor era, na época, uma atividade perigosa e controversa, que custava milhões de dólares.
Coincidentemente - mais uma vez - o fundador da ALCOA, Andrew Mellon, era também o Secretário do Tesouro dos Estados Unidos no início da década de 1930.
E na época, o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos era controlado pela Secretaria do Tesouro.
Na segunda metade da mesma década de 1930, o Dr. Trendley Dean, aquele que retirou o flúor das águas contaminadas, acabou apoiando a adição de uma parte por milhão de flúor à água, como sendo um método eficaz de redução de cáries.
Em 1o. de outubro de 1944, o Journal of the American Dental Association também advertiu que "os potenciais danos pesavam mais que os potenciais benefícios". Naquele mesmo artigo, a Associação Odontológica Americana reconheceu que até mesmo concentrações de 1,2 a 3 ppm de flúor na água potável, poderiam estar associadas a "distúrbios do desenvolvimento dos ossos, como osteoesclerose, espondilose e osteoporose".
Mesmo havendo dúvidas sobre os reais benefícios do Flúor houve uma campanha gigantesca a favor da fluoretação, e para comandar a campanha foi escalado o maior mestre em relações públicas dos Estados Unidos: Edward L. Bernays. Ele é conhecido, até hoje, como o "Pai das Relações Públicas". Viveu 104 anos, de 1891 a 1995. Judeu austríaco de nascimento, ele era, entre outras coisas, sobrinho de Sigmund Freud, o pai da psicanálise. No seu mais importante livro, intitulado "Propaganda", Bernays afirma: "A manipulação consciente e inteligente da opinião e dos hábitos das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Seus manipuladores constituem um governo invisível dono do verdadeiro poder de comando sobre o país. Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos são formados, nossas idéias são sugeridas, na maioria das vezes, por pessoas que nunca ouvimos falar. (...) Em quase todos os momentos da nossa vida, quer na política, quer nos negócios, quer no nosso comportamento social ou pensamento ético, nós somos dominados pelo número relativamente pequeno de pessoas (...) que compreendem os processos mentais e padrões sociais das massas. São essas pessoas quem manipulam os botões que controlam a mente pública." Além de seu trabalho na campanha da fluoretação para o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos, ele trabalhou para um presidente dos Estados Unidos, para a Procter & Gamble, a CBS, a General Electric e a Companhia Americana de Tabaco, entre outros. A rota que ele visualizou para o sucesso da campanha de fluoretação envolvia, necessariamente, a aprovação da área médica e odontológica. Uma vez conquistada tal aprovação, a opinião pública se tornaria favorável.
Não deixe de ler: Flúor remédio ou veneno.
Sendo o Flúor um agente potencialmente perigoso, penso eu: Será que a prevenção de cárie é algo tão necessário que se sobrepõe aos efeitos colaterais ditos acima? Ou talvez a administração de pequenas doses deste veneno tenham um significado. Mas qual? Para isso há um post no blog Verdade Explícita falando sobre o emburrecimento da sociedade.
Pessoal, basta uma breve pesquisa na internet para encontrar prós e contras a fluoretação. Questionem sempre, não se contentem apenas com as informações colocadas aqui. Assistam abaixo ao vídeo "A fraude do Flúor".
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Alexandre Lebrão
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Aumento da atividade Solar.
A comparação lado a lado do Sol, precisamente há dois anos (à esquerda, de SOHO) até ao presente (à direita, a partir Solar Dynamics Observatory) que ilustra dramaticamente o quão ativa o Sol tornou-se (27-28 março de 2011) .
Vistos em dois comprimentos de onda semelhante de luz ultravioleta, o Sol agora possui inúmeras regiões ativas que aparecem como áreas mais claras, que são capazes de produzir tempestades solares. Dois anos atrás, o Sol estava em um período quieto (mínimo solar).
O prazo máximo de atividade solar está previsto para ser em torno de 2013, então ainda temos um grande caminho a percorrer.
Veja também: Tempestades Solares, Atividade Solares podem interferir em Telecomunicação
fonte: http://sohowww.nascom.nasa.gov/pickoftheweek/
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Alexandre Lebrão
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